
Na tarde da quinta-feira, 28, uma notícia entristeceu moradores das Cidades Irmãs e região. O fato foi que um senhor e um menino estavam no matagal que fica próximo à Linha Férrea que passa pela Rua Pedro Mazurechen, no bairro São Pedro, em Porto União e encontraram um cadáver de uma mulher, já em estado avançado de decomposição. A notícia repercutiu com inúmeros comentários acerca do fato.
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Cadáver em estado de decomposição é encontrado em matagal em Porto União
Especulações
Tamanha foram as especulações que a Divisão de Investigação Criminal de Porto União (DIC) de Porto União explicou, em nota, que para não atrapalhar nas investigações e nem passar informações imprecisas, a mesma informou que nesta segunda-feira, o Delegado Chefe da DIC, Wellington Gustavo Spiacci, dará uma coletiva a imprensa, repassando os detalhes do caso.
Apuração dos fatos
Nossa reportagem, também entristecida com a situação e intencionada à esclarecer os fatos diante de tantas especulações, assim sendo, foi em busca de novas informações. Mediante os comentários feitos nas redes de relacionamentos descobrimos que o corpo da mulher encontrada já foi enterrado na sexta-feira, no Distrito de São Cristovão, em União da Vitória. Sabemos disso porque de acordo com a DIC o corpo já foi identificado na mesma quinta-feira da descoberta do fato.
O nome pode ser Carolina
Após a descoberta do enterro da mulher que aconteceu no Distrito de São Cristovão, nossa reportagem se deslocou até o local e conversou com os moradores. Embora sejam relatos extra-oficiais já podemos adiantar que ao que tudo indica a mãe da mulher encontrada morta é residente do Distrito. Já o pai e o irmão moram na Penha (SC). Além disso, apuramos que o corpo se refere a uma jovem de aproximadamente 29 anos. Relataram-nos que era uma jovem bonita, de cabelos tingidos tendente para um castanho claro e corpo cheio de tatuagens. Seu primeiro nome pode ser Carolina.
Corpo de uma mulher
Acredita-se, de acordo com o Delegado da Polícia Civil de Porto União, Wellington Gustavo Spiacci, que o corpo estava naquele local em torno de oito a dez dias, pelo estado do cadáver recolhido.