HOMEM NA LUA: Um passo que agigantou a humanidade

Nas páginas do jornal O Comércio, o ‘astronauta do Maratá’ ganhou popularidade – e garantiu até prêmio de jornalismo

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Atualizado há 7 anos

Há 50 anos, astronautas voltavam com sucesso de sua missão na Lua (Fotos: Arquivo/JOC e Reprodução).
Há 50 anos, astronautas voltavam com sucesso de sua missão na Lua (Fotos: Arquivo/JOC e Reprodução).

Foi no dia 20 de julho de 1969 que o homem pisou na Lua. O pequeno passo, que agigantou a humanidade, provou a capacidade tecnológica, da ciência e da coragem, especialmente dos três primeiros astronautas que em solo lunar, colocaram seus pés – e para sempre, seus nomes na história.

Naquele dia 20, a nave da missão americana Apollo 11 pousou na Lua. O mundo inteiro parou para ver o momento histórico que foi transmitido ao vivo pela TV e assistido por mais de 500 milhões de pessoas ao redor do globo. Neil Armstrong foi o primeiro homem a pisar na Lua. É dele a célebre frase, ‘é um pequeno passo para [um] homem, um salto gigante para a humanidade’.

Dentro de outro contexto, a Lua foi o ponto de chegada de uma competição que tinha começado décadas antes. A largada da corrida ao Espaço começou no fim da Segunda Guerra Mundial e nos anos seguintes, com a Guerra Fria entre os Estados Unidos e a antiga União Soviética, virou uma competição entre superpotências.

Os americanos correram atrás do prejuízo e com Neil Armstrong, ao lado de Michael Collins e Edwin “Buzz” Aldrin, os Estados Unidos venciam a corrida.

O astronauta fincou a bandeira do único País que, até hoje, enviou homens à Lua. Até dezembro de 1972, foram 12 astronautas.

Reportagens especiais

O jornal O Comércio, que completou em junho 88 anos, contou as aventuras dos astronautas que já desbravaram o Espaço. A de maior repercussão, narrada em algumas ocasiões ao longo das décadas, foi a da missão na Apolo 12. Na verdade, um detalhe foi o mote das matérias: a possibilidade do astronauta, Charles Conrad, ser de Porto União, mais precisamente, do Maratá, interior da cidade. Por muito tempo – e até hoje – a saga sobre o ‘astronauta do Maratá’, chama a atenção e desperta a curiosidade.

O assunto pode até ganhar uma versão interessante para o cinema. Sobre o assunto, já existe uma sondagem especial.

O Comércio lançou o ‘astronauta do Maratá’ em suas edições

Em 2006, a matéria ‘Astronauta brasileiro pode ter conquistado o espaço em 1969’, garantiu ao jornal O Comércio o prêmio de melhor Reportagem pela Associação dos Diários do Interior (ADI) de Santa Catarina. Naquele ano, o veículo recebeu a honraria também por conquistar o título no quesito Diagramação.

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O texto narrou a história de quem conhecia a suposta relação de Conrad com a Nasa. Foi um mergulho na comunidade do Maratá, ao longo de 30 dias, para “destrinchar” a história. O final da reportagem deixava um ponto de interrogação no ar, uma brincadeira feita com os leitores para que eles, sozinhos, decidem por que final escolher: Conrad, o astronauta, seria realmente filho de Porto União?

Décadas antes, exatamente no ano da expedição, em 1969, O Comércio também deixou os leitores com água na boca ao provocá-los com o título da matéria, ‘Será mesmo o astronauta Charles Conrad nosso patrício?’. A matéria foi pulicada na capa, narrando os bastidores das especulações e de onde tudo isso teria começado.

Afinal, Conrad é do Maratá? Que as mentes criativas criem a resposta.

Os Estados Unidos querem fincar a bandeira mais longe, agora, em Marte. O caminho está sendo preparado com o projeto de voltar à Lua em 2024

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