O saudoso locutor da Super Rádio União, Juarez Marcondes, o Jota, não tinha o desejo de ser enterrado no Mausoléu da Família Amazonas, situado no Cemitério Municipal de União da Vitória. Ao menos é o que conta a ex mulher do locutor, Divair Wolf Marcondes. Citamos isso porque nesta segunda-feira, professores pesquisadores de União da Vitória estiveram no Sepulcro e cogitaram o translado do corpo do locutor para o Mausoléu.
Diva, como é conhecida, confirmou que o locutor sempre deixou claro que gostaria de ser enterrado com a mãe e avó em um jazigo aos fundos do Cemitério Municipal e não no Mausoléu da Família Amazonas. Os reais motivos Diva não sabe explicar.
Ela conta que foi bastante questionada pelos moradores de União da Vitória pelo fato de não enterrarem o corpo de locutor no Mausoléu. Ela reiterou inúmeras vezes que apenas cumpriu a vontade do Jota.
Diva informou que não pretende realizar o translado do corpo do locutor. Ela salienta que é preciso que as pessoas entendam que ele tinha motivos para não ser enterrado junto dos Amazonas no sepulcro histórico. “Ele queria estar ao lado da mãe e da avó”, justifica.
Abertura das portas do Mausoléu
Ivanira Tereza Dias Obertz e Nivaldo Olinkovicz já alguns meses apresentavam a intenção de buscar por informações da história do Mausoléu da Família Amazonas. Vale lembrar que o mausoléu é um dos sepulcros mais visitados no Cemitério Municipal de União da Vitória. Pois de acordo com Ivanir é a história viva da cidade. Fato este que impulsionou aos professores a buscarem uma autorização dos familiares para abrir o sepulcro e realizar as conferências de nomes e datas dispostos em seu interior. A abertura das portas aconteceu na manhã desta segunda-feira, por volta das 11h45. Isso só foi possível mediante uma autorização por escrito da neta do Cel. Amazonas, Martha Maria Pereira e do irmão Carlos Alberto Pereira Marcondes, que residem em Curitiba.
