Maio Amarelo terá ações no Vale do Iguaçu

Campanha prevê ações de conscientização no trânsito

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Atualizado há 8 anos

MAIO AMARELO

Campanha prevê ações para chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo

 

O mês de maio inicia com a cor amarela. É que durante todo o mês, diversas ações, tanto nacionais como locais, estão sendo organizadas para envolver a população na conscientização para a redução dos acidentes de trânsito. Em Porto União, o Departamento Municipal de Trânsito (Demutran) lançou na terça-feira, 1º, a Campanha Maio Amarelo. A ação tem como objetivo conscientizar a população sobre direção responsável. Durante todo mês de maio serão apresentadas as 10 regras da Segurança no Trânsito nas redes sociais da Administração Municipal e do Departamento Municipal de Trânsito.

No dia 12 de maio haverá o dia de intensificação da campanha que será marcado pelo evento de premiação das redações, poemas e desenhos alusivos à campanha. Incentivados pela Secretaria Municipal de Educação, alunos de toda a rede pública e privada do município participarão com seus trabalhos.  O evento conta com a participação das Polícias Militar e Civil, Bombeiros Militar e todas as Secretarias da Administração de Porto União.

Durante a ação, haverá blitz educativa, simulação de acidente de trânsito, brinquedos infláveis, premiação dos melhores trabalhos escolares, apresentação de bandas escolares, atividades esportivas e muito mais. O comércio central foi convidado a participar da campanha incluindo a cor amarela em suas vitrines e vestimentas durante o mês de maio.

Em União da Vitória

O lançamento da campanha Maio Amarelo em União da Vitória acontece nesta quinta-feira, 03, às 19h, no auditório do campus da Unespar, no centro da cidade. As ações serão comandadas pela Educatran, vinculado à Secretaria de Trânsito do município (Uvtran). A programação ainda não foi divulgada, mas deve envolver escolas, empresas parceiras e a estrutura da prefeitura. Segundo o Secretário de Trânsito, Augusto Mück, neste ano a atenção se volta para as faixas de pedestres e o respeito e bom senso no trânsito.

Sobre o “Maio Amarelo”

O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.

Rumo a uma década

A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.

São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país.

Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito” é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.

 

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