Por Mariana Honesko

A Missa do Galo, celebrada na transição do dia 24 para 25, é uma das principais tradições do rito católico. Importante, a celebração é bastante popular, movimentada e reúne os fiéis na recordação do nascimento de Cristo. A expressão que faz referência ao galo, conforme a igreja, é específica dos países latinos e lembra o canto da ave, muito alto na ocasião do nascimento de Jesus.
Embora marcada para a meia-noite em várias comunidades católicas do País, nas Cidades Irmãs o cronograma é um pouco diferente. Na prática, a missa não começa na madrugada mas, na maioria das paróquias, às 20 horas. “Pela dificuldade da participação do público neste horário, sempre fazemos mais cedo”, justifica o padre Ivo Jablonski, pároco da igreja Sagrado Coração de Jesus, a Catedral de União da Vitória.
Na cidade, a diocese estuda a celebração dentro da igreja em obras. Faltam ainda alguns ajustes no roteiro, já que o imóvel centenário está fechado há mais de dois anos por conta de uma ampla reforma. Se os planos do padre e da equipe derem certo, às 20 horas do dia 24, a Missa do Galo ocorre no espaço. Se não, no Salão Paroquial.
Em Porto União, a matriz Nossa Senhora das Vitórias executa o evento às 19 horas, no horário normal das missas. Todas as paróquias do município terão celebrações individuais, em horários distintos.
A Missa do Galo tem duração um pouco maior que as missa tradicionais. Mas, em média, o rito é concluído em até 1h30.
Outras celebrações
A matriz de Porto União divulgou nesta semana o roteiro das celebrações que ocorrem no dia 24 nas paroquias coordenadas pela Catedral. No Pintadinho e em São Domingos, ela começa às 14 horas. Às 19 horas, na igreja do Bairro Santa Rosa – e na Matriz também. A última celebração da noite será na comunidade de São Miguel da Serra, às 20h30.