Motoristas de aplicativos de transporte fazem greve

Busca por maiores lucros foi a principal reinvindicação da categoria

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Atualizado há 7 anos

(Foto: Arquivo).
(Foto: Arquivo).

Parte dos motoristas dos aplicativos Uber e 99 realizaram nesta quarta-feira, 8, uma greve. A principal reivindicação dos prestadores de serviço são maiores lucros. A origem da paralisação aconteceu nos Estados Unidos.

A paralisação

Grupos exclusivos da categoria no aplicativo WhatsApp orientou os motoristas a aderirem a paralisação. A orientação foi manterem desligados o aplicativo privado de transporte.

Não foram todos os motoristas que aderiram a paralisação, mas, a maioria apoiou. Em reportagem do Portal Uol, um dos motoristas afirmou que apoiava a paralisação, mas, precisava entender melhor o assunto para poder aderir.

Em outra abordagem, o Uol constatou um leve aumento na tarifa, em razão do horário e pelo fato de ter ocorrido chuva em algumas cidades brasileiras.

Ao longo do dia, manifestações aconteceram nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Bahia e Recife. Os motoristas se concentraram nos centros das cidades para expor as principais reivindicações da categoria.

Reivindicações

  • Aumento nas tarifas para os passageiros;
  • Redução da taxa cobrada pela Uber, que varia entre 25 e 40% das corridas;
  • Informar o destino do passageiro para o motorista antes do aceite das corridas;
  • Redução no preço do combustível;
  • Locais regulamentados para estacionar.

Uber no Vale do Iguaçu

Em fevereiro, o jornal O Comércio publicou uma reportagem sobre o aplicativo no Vale do Iguaçu. Um motorista prestava o serviço, porém, por pouco tempo. Em consulta ao aplicativo, o veículo já não consta como possibilidade de ser acionado.

Na época, a baixa procura foi apontada pelo motorista, além das curtas distancias que favoreceriam as pessoas a não utilizar o serviço.

 

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