Por Mariana Honesko
Na hora de vender ou comprar um novo imóvel, as dúvidas são naturais. E muitas. Quem vende, por exemplo, quer ter a certeza de que seu bem será negociado por um preço justo. Quem compra, por outro lado, quer checar cada detalhe para, só então, assinar o contrato. Seja comercial ou domiciliar, a venda e locação de imóveis depende de uma série de ajustes e combinações.
É justamente neste meio de campo que o corretor de imóveis pode ajudar. “O corretor cuida da parte burocrática, dos anúncios do imóvel, da visitação dos interessados”, explica a corretora Karine Cristina Furlan. Ela abraçou a profissão há pouco mais de um ano na aposta de apresentar melhores resultados aos clientes. Karine acredita, de fato, que as negociações vão além da colocação de uma placa do lado de fora de casa.
A profissão, lembrada oficialmente no dia 27, atende dois públicos distintos mas igualmente interessados. “Quem vende e quem compra”, sorri Karine. Nas Cidades Irmãs, conforme a corretora, a procura pelo profissional nas transações imobiliárias é cada vez mais crescente. O voto é de confiança e a troca, recíproca.
Ao mesmo tempo em que trabalha com interesses de ambos os lados, o corretor é influenciado pela alta e baixa dos valores imobiliários, bem como pela instabilidade na venda. “Varia muito a questão da procura. As vezes não dá nem tempo de colocar uma placa que o imóvel já saiu. As vezes, demora mais tempo”, explica.
Sobre a corretora Furlan
O empreendimento tem dois anos no trabalho. O escritório é em Porto União e nas negociações, tem a venda como carro-chefe. A Corretora Furlan trabalha com a venda de terrenos e imóveis agrícolas e urbanos. A locação também está disponível, embora em menor quantidade.
Entenda a diferença
Corretora de imóveis é a que, juridicamente, trabalha a partir de um registro de Pessoa Física. Imobiliária, por outro lado, é Pessoa Jurídica. Com exceção da identificação e de detalhes legais, as atribuições de ambos os segmentos são similares. Na prática, não há diferenças.