Pastor diz: ‘Igreja não proíbe audição de músicas profanas’

De acordo com ele, a pessoa tem livre arbítrio para escolher músicas que purifiquem o coração ou aquelas não sacras

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Atualizado há 10 anos

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Pastor Tadeu orienta que a pessoa precisa observar a inspiração da música, o que está no coração de quem canta, qual o desejo em sua mensagem. A música depende do seu objetivo. (Foto: Wannessa Stenzel)

O Pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular aqui do Vale do Iguaçu, Tadeu Zabandzala, afirma que a música é uma combinação harmoniosa divina. Além de cantar nos cultos, o pastor Tadeu também é um exímio apreciador da boa música. Assim, ele já adianta que a sociedade tem livre arbítrio para escolher as músicas que querem ouvir.

Suas preferências, segundo Tadeu, estão entre as músicas que purificam o coração e não aquelas que a deixam em uma má pulsão; o que significa dizer, aquelas músicas com letras profanas. “A música precisa fazer bem para a alma”, explica.

De acordo com o pastor Tadeu, no mundo hoje há muitas coisas lícitas, mas que grande parte delas não nos convém. “Por isso Deus dá a liberdade de escolha para cada um de nós. Cabe um deverá escolher o que irá lhe fazer bem ou não”.

Ouvir música profana é pecado?

O pastor afirma que a audição de músicas profanas não é um pecado, por parte dos fiéis. O que significa dizer, que a maioria dos frequentadores da Igreja sentem a maior necessidade em purificar o seu coração com base no que escutamos, o que vemos, entre outros.

Pastor Tadeu orienta que a pessoa precisa observar a inspiração da música, o que está no coração de quem canta, qual o desejo em sua mensagem. A música depende do seu objetivo.

Mensagens subliminares

Há que diga que algumas músicas se tornam um perigo ao lar cristão por representarem mensagens subliminares malignas ou obscenas.

De acordo com a Igreja do Primeiro Pacto, em seu Twitter, em 2012, publicou uma análise da música “Sweet Child O’ Mine” – Guns N’ Roses, cuja tradução é “Minha Doce Criança”. A canção aborda subliminarmente a história de um padre católico pedófilo; o cantor ainda diz em outro trecho, “rezar para um trovão”. A postagem diz ainda que, além do fato de estar orando, quando dirige sua mensagem para entidade da natureza, revela sua cultura pagã. A Igreja ressaltou que a letra é absurda e que faz referências subliminares malignas.

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Música profana

A música profana é a música não sacra, vinculada às tradições não religiosas ou da intelectualidade humana. A maior coleção de música profana provém dos poemas que os trovadores, provenientes do sul da França, levavam às cortes européias. Compositores como Josquin Desprez escreveram música sacra e música profana. Ele compôs 86 peças de música profana e 119 de música sacra.

Fonte: Dicionário Grove de Música: edição concisa. Stanley Sadie.

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