Por Mariana Honesko

De um lado, o trânsito é para pedestres. De outro, para ciclistas. A informação nas placas é clara mas nem sempre percebida pela comunidade. Assim, especialmente nos horários de pico, a confusão na passarela que fica ao lado dos trilhos, no centro, em uma das divisas das Cidades Irmãs, é comum.
Ao mesmo tempo, ciclistas e pedestres são vistos dos dois lados, ignorando completamente a indicação da placa. Conforme o Departamento de Trânsito de Porto União, o espaço é administrado pelas prefeituras dos dois municípios, já que fica em uma área de limites. O acordo vem desde a revitalização do local, que introduziu no espaço piso tátil, iluminação e as placas. “As pessoas acabam ignorando mesmo. É como os motoristas, que ignoram as placas de trânsito. É uma coisa cultural nossa, infelizmente”, avalia o diretor da pasta, César Viganó.
Mais do que deixar o espaço mais bonito, as placas preveem fluidez e segurança ao trânsito. Elas são a garantia, por exemplo, de que um ciclista não vai atropelar um pedestre. Não há estudos sobre o levantamento do público que utiliza o local. Mas, sabe-se que ele é alto nos horários de maior movimento.