Prazo para conclusão dos acessos é prorrogado em 90 dias

Chuva atrasa final das obras e danifica dez pontos ao longo do trecho assistido pelo Dnit em União da Vitória

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Atualizado há 12 anos

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Fotos Drone: Skill Produções

Prevista para agosto, a conclusão de todas as obras nos acessos à União da Vitória foi adiada. De acordo com o escritório de Ponta Grossa do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit), o pedido para prorrogação de 90 dias já foi anunciado ao Governo Federal, que investe em 75 quilômetros da BR-153 e em quatro acessos mais de R$ 215 milhões.

Em abril, as obras já estavam 85% concluídas e a previsão era de término em quatro meses. “A única dificuldade que tivemos foram cerca de dez escorregamentos de terra que precisaram ser refeitos. Isso ocorreu por conta das chuvas e acabou atrasando o cronograma”, explica o engenheiro supervisor das ações na região, Fernando Furiatti.

Conforme ele, o pedido de mais três meses de tempo não deve ser utilizado totalmente. Na verdade, os dias extras permitem uma folga ao trabalho que, garante ele, deve ser encerrado até o final de setembro.

Atenção no trevo do Mallon

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Mudanças de trajetos serão comuns até a conclusão das obras. (Foto: Bruna Kobus ).

A mudança no local é a mais significativa na região de União da Vitória. O local fica logo após o portal, em uma interseção das BRs 153 e 476. O trevo recebe marginais e alças de retorno. A construção de uma trincheira vai separar o trânsito local do rodoviário. Pela rodovia, apenas quem precisa seguir no sentido Curitiba, por exemplo, vai passar. Usará o mecanismo, ainda, os motoristas que vem da BR-476 com sentido à BR-153. A mobilidade dos moradores e trabalhadores da região será feita na trincheira.

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Desde o início das obras, contudo, as constantes mudanças para passagem de veículos geram dúvidas entre os motoristas. Muitos não entendem as alterações. Outros, não “leem” as placas de sinalização e, quem vem de outras regiões, encontra dificuldades na escolha do caminho melhor. Mas, não há outro jeito. “Enquanto as obras estiverem ocorrendo, temos que jogar o trânsito para um lado, para o outro. É mudança para sinalizar um trecho, para colocar canteiro em outro”, diz Furiatti. “Por enquanto, pedimos paciência porque isso será necessário até o final da obra”, completa.

No trevo do Mallon, o Dnit acredita na redução das dificuldades de mobilidade a partir da liberação do trânsito pesado na trincheira. A ação deve ocorrer em dez ou 15 dias. “Aí, apenas o trânsito local vai circular por baixo, o que vai facilitar muito”, comenta.

Obras e prazos

Em abril, a reportagem de O Comércio abordou o andamento das obras e pontuou os prazos mencionados pelo Dnit. Na ocasião, agosto era o prazo calculado para a conclusão de todas as etapas.

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