Por Mariana Honesko

A tragédia que ceifou a vida de 50 pessoas (dados até às 15 horas desde domingo) marcou o protesto iniciado há pouco nas Cidades Irmãs. Embora de cunho apartidário, o movimento tinha a corrupção e o Governo Federal como alvos.
Mas, o incidente registrado na Serra Dona Francisca, na tarde de sábado, mudou o repertório e o coro de protesto. O silencio e a oração do Pai Nosso foram vividos pelos manifestantes de “cara pintada”.
Protesto
Embora menor em número de participantes por conta do luto, uma multidão de adeptos participou da ação idealizada pela sociedade não organizada e por entidades de classe. As associações empresariais, por exemplo, lideraram e coordenadora o gesto. A concentração, que começou às 14h30, em dois pontos: na Praça Coronel Amazonas e na ligação das ruas Matos Costa e Manoel Ribas.
No elo das Cidades Irmãs, faixas pediam melhorias, criticavam as atuais “rédeas” e endossam o luto dos familiares das vitimas do acidente. A reportagem acompanhou a ação. Ela ainda ocorre no anel central, de maneira pacífica mas assistida pela Polícia Militar (PM).



