Servidores do IAP cruzam os braços

A categoria reivindica o reajuste da Gratificação do Exercício de Encargos Especiais e seu enquadramento. A paralisação deve seguir até quarta-feira

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Atualizado há 14 anos

Servidores do IAP cruzam os braços. (FOTO: Bruna Kobus)

Os servidores do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), escritório de União da Vitória, cruzam os braços para protestar a ausência de reajuste para a categoria, com base na Gratificação do Exercício de Encargos Especiais (GEEE), decreto 7774/2010. A paralisação deve seguir até amanhã.

De acordo com o agente de execução local do IAP, Aramis Konart, os onze funcionários que integram o quadro funcional do órgão aderiram à paralisação.

O agente explica que nessa segunda-feira, 6, o Sindicato da Categoria se reuniu com o secretário do Meio Ambiente, Joel Yurk, para discutir sobre o andamento do reajuste e incorporação da GEEE para os servidores da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, que congrega IAP, ITCG e Águas-Paraná. Amanhã, 7, acontecem os desdobramentos da conversa.

Servidores do escritório do IAP local cruzaram os braços como forma de protesto. (FOTO: Wannessa Stenzel)

Decisão pela paralisação
Os servidores públicos estaduais do sistema Sema decidiram, em 25 de julho, deflagraram a greve. Aramis explica que no interior os servidores farão reuniões locais e enviarão o resultado das discussões para a direção estadual do sindicato. A paralisação teve a adesão dos 20 núcleos regionais do Estado.

Demora nos pagamentos
A demora e constantes protelações do pagamento do Decreto 7774/2010 para os Agentes de Execução e Agentes de Apoio está deixando o pessoal impaciente. O indicativo é que o tão esperado pagamento saia para os Agentes de Execução, em outubro e Agentes de Apoio, em novembro.

Agente de execução local do IAP, Aramis Konart. (FOTO: Wannessa Stenzel)

 

Amparo legal
Aramis afirma que a paralisação tem amparo legal. Quem passar pelo escritório local do IAP irá observar que os servidores em greve estamparam uma faixa que diz: “O Sistema Sema vai parar!”.

 

 

 

Atividades atingidas com a paralisação
– Elaboração e execução de Políticas Públicas para o Meio Ambiente Estadual;
– Licenciamento ambiental;
– Fiscalização Ambiental;
– Monitoramento ambiental;
– Produção e distribuição de mudas florestais nativas;
– Plantão de acidentes de cargas perigosas;
– Atendimento ao público;
– Atendimento ao ministério Público;
– Atendimento as entidades públicas (prefeitura, Copel, Sanepar, entre outras)
Educação Ambiental.

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