
Domingo, 4, 6h30. Alunos da catequese sobem alegremente o Morro do Cristo em companhia do catequista e professor Célio Reginaldo Calikoski. O morro com suas 14 estações da Via Sacra, são um dos mais belos cartões postais do país. O que os alunos e o professor não imaginavam é que a ação marginal também tem como alvo artes sacras e monumentos públicos religiosos.
Quando subia as escadarias com os alunos, encontrou algumas estações da via sacra com os vidro quebrados. “subi o morro do Cristo com os catequistas que estão participando da Escola Catequética na Casa de Formação em União da Vitória e encontrei essa situação lamentável”, lembrou.
Pelo menos três vidros que protegem a arte das estações da Via Sacra foram quebrado. O local não tem vigilância, mas à noite fica deserto e é procurado por viciados e casais em busca de aventuras pouco ortodoxas. Os turistas que chegaram pela manhã ficaram chocados com a cena de depredação da segunda maior imagem de Cristo.
A prefeitura de União da Vitória, até o encerramento desta reportagem não se pronunciou sobre quais foram as providências adotadas em relação ao problema de vandalismo, constante no Morro do Cristo. A reportagem não conseguiu contanto com o chefe da Gabinete da prefeitura de União da Vitória, Maurício Schewinski, que por sua vez não retornou nossas ligações.
Fotos: Célio Reginaldo Calikoski

