Parte da estrutura do autoatendimento da CEF ainda está no local

Após desinstalação da unidade, no centro de União da Vitória, nem tudo foi retirado

Parte da estrutura segue no local desde o início da desativação dos terminais, no final do ano passado (Foto: Mariana Honesko).
Parte da estrutura segue no local desde o início da desativação dos terminais, no final do ano passado (Foto: Mariana Honesko).

A história do autoatendimento da Caixa Econômica Federal (CEF) no centro de União da Vitória tem começo, meio e fim. E uma vida curta. Em agosto de 2013, os dois novos caixas eletrônicos, abrigados no terminal, foram instalados na região central de União da Vitória. Pouco mais de cinco anos depois, a estrutura foi desligada e desmontada. Na ocasião, a informação enviada à reportagem era de que o aparelho seria substituição por equipamento da TecBan.

Os maiores bancos do Brasil anunciaram ainda em 2017, um novo acordo de acionistas para a empresa Tecnologia Bancária (TecBan), buscando consolidar seus caixas eletrônicos localizados fora de agências em terminais da Rede Banco24Horas. O acordo envolve Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander Brasil, além de HSBC Brasil, Caixa Econômica Federal e Citibank.

Conforme o gerente geral da agência da CEF na ocasião da matéria, “a TCBan vai montar outra estrutura de atendimento, em substituição ao terminal desativado”. Não era claro, até aquele momento, se a nova estrutura seria disponibilizada no mesmo local onde funcionava o terminal de autoatendimento do banco.

Nessa semana, a reportagem voltou a procurar a gerência, bem como o Sindicato dos Bancários de União da Vitória. Contudo, ambos não souberam dar detalhes sobre os próximos eventos previstos para o local. De toda forma, a comunidade vem se manifestando sobre o espaço, especialmente temendo as questões de segurança.


(Foto: Reprodução/Farol Blumenau).
(Foto: Reprodução/Farol Blumenau).
Cédulas rasuradas são tiradas de circulação

‘Lula Livre’. ‘#elenão’. ‘O Senhor é meu Pastor’. Frases e lemas assim, expressados no lugar errado, terminam por condenar a função das notas de papel do dinheiro. Embora ainda circulem assim, rasgadas ou rasuradas por um tempo, elas saem de circulação assim que chegam nas mãos certas. Quando chegam aos bancos, elas têm outro destino: o Banco Central, órgão responsável por esse tipo de ação – e de cuidado.

Conforme os sindicados bancários de União da Vitória e de Porto União, tanto as cédulas rasuradas como as rasgadas são tiradas de circulação e dilaceradas (pelo Banco Central), sem nenhum prejuízo para quem estava com ela em mãos.

“O Banco Central do Brasil é a instituição responsável pela emissão das cédulas, pelo lançamento das moedas nacionais e pela atividade de saneamento do meio circulante. As duas ações, emissão e saneamento, visam manter o dinheiro em circulação em boas condições de uso”, pontua o órgão em seu site.

Devem ser retiradas de circulação, conforme o Banco Central, as cédulas manchadas, sujas, desfiguradas, gastas ou fragmentadas; com marcas, rabiscos, símbolos, desenhos ou quaisquer caracteres a elas estranhos; com cortes ou rasgos em suas bordas ou interior; queimadas ou danificadas por ação de líquidos, agentes químicos ou explosivo.

Serviço

Para saber mais sobre o destino das cédulas danificadas, basta acessar o site https://www.bcb.gov.br

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