Estou atônito, perplexo, travado na surpresa pós-abissal de um paradoxo galináceo-linguístico. Vida vai, vida vem, saímos por aí a dar conta dos nossos afazeres e, quando menos esperamos, ela nos joga sem aviso prévio na insustentável relação entre a ordem biológica dos galiformes e a complexa estrutura da língua portuguesa. Venham comigo, explicar-lhes-ei. Saibam que …


