Emerson Bacil retorna à ALEP

Deputado Bacil retorna focado nas demandas regionais, defesa da liberdade e soberania popular

Emerson Bacil retornou ao Legislativo Estadual centrado nas proposições em defesa dos pequenos agricultores, sustentabilidade e por mais médicos no atendimento à popular. Além dele, Delegado Francischini, Do Carmo e Cassiano Caron foram reconduzidos ao mandato parlamentar pelo presidente de Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Ademar Traiano, na manhã desta segunda-feira, 06.

“É um sentimento de retorno ao trabalho. Tivemos o efeito colateral de tudo o que o nosso colega e deputado Francischini tem sofrido nos últimos meses. Retorno com muito gás, vontade de defender a liberdade, a liberdade individual e, principalmente, a soberania popular que é o voto”, frisou Emerson Bacil. A volta para o mandato ocorreu após a decisão liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Nunes Marques.

“Não podemos permitir que cada situação jurídica mude as cadeiras da Assembleia da maneira que está acontecendo. Retornamos com muita vontade de defender a população paranaense e entendendo que tudo isso não passou de uma injustiça”, concluiu. Bacil disse que vai focar no projeto do Revalida Estadual para autorizar médicos formados fora do Brasil e especializados em atenderem os paranaenses.

Outro campo silenciado com sua saída da Alep; a sustentabilidade do Pinheiro Araucária, é outra iniciativa a ser retomada. “Do jeito que a legislação está, a nossa árvore símbolo está fadada à extinção. Precisamos trabalhar o conceito de proteção ambiental sim, mas valorizando quem preserva e não penalizando os pequenos agricultores. Vamos dialogar para ampliar nossas florestas e ter viabilidade econômica”, cita.

Os produtores rurais com pequenas frações de terra são defendidos por Emerson Bacil. “O pequeno agricultor, o fumicultor e sua dignidade para sustento da família. Viabilizar a instalação de luz elétrica em lotes de terra para uso na agricultura, independe do seu tamanho. Retomar a discussão sobre o fomento à cadeia produtiva da erva-mate e iniciativas de tecnologia e inovação. É muito trabalho”, relata.

Foto: Alep

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