JOC ENTREVISTA: Gilberto Knapik

(Foto: Reprodução).
(Foto: Reprodução).

Na última edição do Jornal O Comércio antes das Eleições, elaboramos cinco perguntas e enviamos para todos os postulantes do cargo para prefeito. Nosso objetivo é dar subsidio – com base nas respostas dos candidatos – para o eleitor decidir.

As perguntas foram enviadas todas no mesmo dia, por aplicativo de celular. Todos tiveram o mesmo prazo de envio do retorno, assim como o mesmo espaço para as respostas.

CANDIDATO: Gilberto Knapik (PT)

1. Por que o senhor acredita que o eleitor deve votar em sua candidatura?
GILBERTO KNAPIK: Acredito que o eleitor deva votar em nossa candidatura porque temos o melhor plano de governo para Porto União. Nosso projeto se baseia no que chamamos de Modo Petista de Governar, conhecimento adquirido e sistematizado de nossas outras experiências em outras prefeituras pelo Brasil afora. Nossa proposta de administração se baseia no bem-estar de todas as pessoas que moram na cidade. Além disso, acreditamos que nenhuma atitude deva ser tomada sem dados confiáveis sobre a real situação em nosso município.

1. Quais são os principais desafios que o senhor projeta enfrentar no caso de ser eleito?
GILBERTO KNAPIK: Acredito que o maior desafio vai ser governar olhando para as maiores necessidades do nosso povo e ao seu lado. Precisamos organizar uma boa equipe de profissionais para nos ajudar na construção de um detalhado diagnóstico da cidade. Outro desafio importante será qualificar a participação popular para os processos coletivos de decisão. É um modelo diferente, interessante e justo já que todas as pessoas têm direito de serem ouvidas sobre o que desejam que a cidade lhes ofereça.

3.Quais suas principais propostas para resolver os problemas que vê no município?
GILBERTO KNAPIK: Consideramos alguns problemas urgentes em Porto União. O primeiro deles, com certeza é o emprego. Entendemos que precisamos repensar nossa economia a partir do que chamamos de Economia Solidária. Queremos saber com exatidão o que as pessoas têm produzido para sobreviver neste cenário econômico. Com certeza alguns vendem doces, outros possuem um pequeno espaço comercial, outros vendem comida e por aí vai. Acreditamos que podemos organizar a produção local, ampliá-la e divulgá-la.

4.Como o senhor pretende buscar auxílio nos governos estadual e federal para administrar o município?
GILBERTO KNAPIK: Primeiro pensamos que precisamos ter um diagnóstico muito bem feito das nossas principais questões. Feito isso, utilizando um processo de consulta popular podemos levantar algumas demandas mais especificas e urgentes. Com esse levantamento, penso que precisamos produzir bons projetos com boas justificativas para apresentar ao governo federal, estadual e parlamentares.

5.A pandemia projeta um horizonte complexo para as finanças municipais, o que o senhor fará para gerar emprego, renda e desenvolvimento?
GILBERTO KNAPIK: Como já explicado na outra pergunta, pretendemos realizar um completo diagnóstico das nossas potencialidades econômicas levando em conta a produção de todos os tamanhos, desde a pequena empresa até as maiores. Feito isso, a prefeitura irá ouvir todos os setores envolvidos e convidá-los a pensar junto um plano de desenvolvimento econômico para Porto União. Temos uma forte agricultura familiar, baseada em produtos orgânicos da melhor qualidade. Por que não aprimorar a divulgação e os espaços de venda? Para além desta área, acreditamos que somos fruto de dois grandes eventos históricos importantes: A Guerra civil do Contestado e o Tropeirismo. Não basta apenas divulgar os pontos bonitos de uma forma vaga, é preciso fazer com que a população se aproprie de sua história primeiramente para poder divulgá-la através de um turismo de base local.

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