
A sessão desta terça-feira, 7, da Câmara de Vereadores de Porto União foi atípica. Não bastasse o temporal do lado de fora, a reunião quase não aconteceu, por falta de quórum. Às 19h15, o presidente da Casa, Almir Borini, “salvou” a penúltima reunião antes do recesso. Mesmo doente, ele participou da reunião. Assumiu a cadeira de vice-presidente e garantiu a reunião. Com Borini, o número de vereadores presentes se manteve em cinco, até às 19h45, aproximadamente, quando o encontro terminou.
Embora rápida, a reunião garantiu o andamento de 15 projetos. Dois deles, com destaque especial. Trata-se da aprovação de dois consórcios: um para auxílio ao Aeroporto José Cleto e outro para a inclusão de Porto União no Codeplan, junto com outros 12 municípios do Planalto Norte.
No caso do Aeroporto José Cleto, localizado em União da Vitória, no Bairro São Cristóvão, a participação de Porto União incrementa o PIB exigido pela Agência Nacional da Aviação (Anac). Assim, o espaço poderá receber incentivos e, finalmente, decolar. Já o Consórcio de Desenvolvimento do Planalto Norte, o Codeplan, que tramitava na Câmara desde o ano passado, foi aprovado em votação única. Na prática, ele coloca a cidade na distribuição de recursos para os mais diversos setores. O Codeplan começa com Porto União e termina com a inclusão de Campo Alegre.
Avaliação
Para os cinco vereadores que participaram da sessão desta terça, o encontro, embora mais estreito, foi produtivo. Christian Martins, primeiro secretário da Casa e autor da pauta, acredita que na última sessão antes do recesso, marcada para o dia 14, a maioria dos projetos em primeira ou segunda votação, já estarão praticamente resolvidos. “Os projetos que vem sendo discutido há meses foram votados ontem. Destaco o Codeplan e o consórcio do Aeroporto. No caso do Codeplan será feito um grande investimento para a cidade, com caminhões, tecnologia, que não poderíamos perder. Já quanto ao consórcio, não podemos ver o Aeroporto José Cleto com as portas fechadas. Somos um povo só. O projeto entrou em regime de urgência especial e eu fiz questão de já colocar em votação para fugir da burocracia”, destacou.
Recesso
A última sessão antes do recesso ocorre no dia 14. Depois, os vereadores interrompem as reuniões em duas terças: 21 e 28 de julho. O setor administrativo do Legislativo continua funcionando, sem interrupção.