NO LEGISLATIVO: Recuperação da SC-135 é criticada

Vereadores de Porto União discutem qualidade das obras no trecho até Matos Costa

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Atualizado há 11 anos

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Obra de recuperação da SC-135 não agrada: crítica na sessão do Legislativo. (Foto: Arquivo).

A discussão sobre a recuperação da SC-135 foi levantada pelo vereador Gildo Masselai (PP), durante a 38ª reunião desta terça, 24, na Câmara de Vereadores de Porto União. O assunto é sério, antigo e nesta semana mobilizou a opinião de vários parlamentares, mesmo os de siglas partidárias diferentes.

Segundo Masselai, a obra, dentro do seu contexto, é o “atestado de incompetência do governo de Estado”. Por isso, pediu a confecção de ofício para a SDR de Canoinhas, que deveria acompanhar a recuperação do trecho entre Porto União e Matos Costa, para que o faça, de fato. Sandro Calikoski, que é do partido do governo, o PMDB, defendeu mas pontuou.

Para ele, o problema é de gestão, já que a obra entre Matos Costa e Caçador, que está sob outra SDR, a recuperação vai bem. Conforme Osmar Martins, também do PMDB, a recuperação trabalha com a escolha de buracos para serem tampados. Martins garante que é assim que a execução tem ocorrido, baseado na explicação dos próprios funcionários da empreiteira responsável. “Ficamos triste porque não é de hoje que falamos sobre isso”, completou o vereador do PSD, Carlos Roderlei Pinto.

“Toque de caixa”

Os vereadores criticaram a chegada de vários projetos do Executivo. Para eles, o pedido de urgência, na maioria deles, chega a ser confuso. É que alguns requerimentos não são ainda plenamente entendidos, mesmo assim, já exigiam aprovação. É o que o ocorre com a questão do estacionamento rápido em faixas amarelas e do pedido de aprovação pelo aumento do valor das taxas de iluminação pública e do lixo.

 

São Braz

O vereador Sandro Calikoski, no pequeno expediente, falou de sua visita à Brasília e ao Ministério da Saúde na semana passada. Conforme ele, houve discussão sobre o repasse financeiro ao Hospital São Braz. “Dentro da planilha, o dinheiro não está atrasado como a leitura que tínhamos aqui”, comentou.

De acordo com ele, embora haja verbas represadas na capital do País, o atraso tão discutido na cidade pode ser consequência de falhas na apresentação de dados e documentos. Sem tudo “ok”, o dinheiro pode, realmente, não chegar ao destino. “Não adianta. Nós, no dia de hoje, precisamos saber que qualquer documento que falte, não vem o dinheiro”, comentou.

 

Despedida

O vereador Jacir Barth (PSDB), usou a tribuna pela última vez. Como suplente de Paulo Kowalski, ele assumiu a cadeira durante 31 dias. Na próxima semana, Kowalski retorna e Barth, encerra sua meteórica, mas interessante participação no Legislativo. Durante um mês, usou a tribuna em todas as reuniões e nesta terça, não foi diferente. Na oportunidade, pediu atenção do governo municipal para o distrito de Santa Cruz do Timbó. “Não tem mais polícia, não tem mais banco, não tem mais nada”, lamentou.

 

Obras diferentes, no mesmo trecho

No começo deste mês o jornalista Jair Nunes, abordou a diferença da execução das obras em um mesmo trecho. A realidade mostrada na matéria está sob o mesmo ponto de vista dos parlamentares.

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