
O Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) de Porto União realizou sua convenção no sábado, 23, no salão social do Centro Cultural 25 de Julho. A eleição aconteceu por aclamação em chapa consensual. Compareceram setenta filiados com direito a voto e 69 votaram na chapa encabeçada pelo ex-prefeito Renato Stasiak. De acordo com o vice-prefeito de Porto União, Aloisio Salvatti, o nome do ex-prefeito aparou as arestas do partido e deu ares de consenso. “Renato Stasiak é o nome forte do partido e tem o respeito dos filiados e o prestigio do PMDB no Estado”, avaliou.
O vereador licenciado e Secretário de Desenvolvimento Econômico e de Meio Ambiente de Porto União, Christian Martins, foi aclamado 1º vice-presidente do partido. Como 2º vice-presidente foi eleito o Secretário de Saúde de Porto União, Jair Giraldi. O novo secretário geral do PMDB é o empresário Leocir Weber. O secretário adjunto é o irmão do ex-prefeito, o advogado Rogério Stasiak. A tesouraria ficou com Julio Chaikoski e os delegados do partido são o vice-prefeito Aloísio Salvatti e o presidente da Câmara de Vereadores, Sandro Calikoski.

A primeira tarefa da nova executiva do PMDB é conduzir o partido nas eleições do ano que vem. A pretensão do partido é apoiar Antônio Aguiar par a sua reeleição a deputado estadual e promover as candidaturas de Valdir Cobalchini e Mauro Mariani a deputado federal. O PMDB sabe que não tem como sustentar uma candidatura local. “A conta é simples: faltariam votos”, analisa o ex-prefeito e, até poucos dias, pré-candidato do PMDB a deputado estadual, Renato Stasiak. O PMDB ainda tem uma missão espinhosa: se manter na aliança que elegeu o governador Raimundo Colombo (PSD). O caminho parece lógico: os dois partidos dão sustentação ao Governo Federal, mas a novidade é que o PP, do casal Amin, também vai entrar na aliança regional em Santa Catarina.
Com a eleição de Stasiak em Porto União o partido, recheado de caciques, passa a imagem de união. Depois das eleições para governador, deputados e senadores em 2014, começa a pensar na sucessão de Anízio de Souza. É inegável o peso do PMDB nesta administração. Além do vice, vários secretários de pastas estratégicas são remanescentes do governo de Renato Stasiak. Com relação a esse assunto, Salvatti desconversa. “A parceria com o PT de Anízio de Souza está sendo preservada e não é hora de falar sobre sucessão, afirma o vice-prefeito.