Cresce o número de ações judiciais contra os planos de saúde coletivos.
Que podem ser por adesão, ou seja, aquele que o cliente mesmo contrata e paga, mas por intermédio de uma associação ou sindicato, por exemplo. Ou empresariais, o que o patrão oferece para o funcionário.
Pesquisa feita por um escritório de advocacia apontou alta de quase 14 por cento, no ano passado, em São Paulo. E a realidade da população da maior cidade brasileira é parecida com a do restante do País.
É que a ANS não estabelece limite para o reajuste das mensalidades. E é comum encontrar clientes cuja parcela, de um ano pro outro, mais que dobrou, sem nenhuma justificativa.
A alegação do órgão é que a negociação é livre entre operadora e cliente, o que na teoria poderia trazer vantagens para o usuário.
Mas especialistas explicam que, na prática, muitas vezes o cliente vira refém da empresa.
Por isso, eles projetam que o número de ações na Justiça contra as operadoras seguirá em alta.
Por Agência Rádio 2