Brasil concentra 88% dos casos de febre chikungunya nas Américas. Foram 170 mil diagnósticos e 38 mortes confirmadas no primeiro semestre do ano, contra 17 mil casos no mesmo período de 2015, com seis óbitos no ano passado inteiro.
A região nordeste apresentou a maior alta na taxa de incidência na doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e registrou 267,8 casos por 100 mil habitantes. A Organização Pan-americana de Saúde confirmou a epidemia no país e demonstrou preocupação com os próximos meses.
Os especialistas entendem que a situação pode piorar no verão e sobrecarregar os serviços de saúde. Pelo menos 20% dos casos da doença deixam sequelas crônicas, como artrites e artroses.