ONGs poderão comprar lotes de medicamentos a base de maconha em seus nomes.
A medida, que deve reduzir os custos de importação do Canabidiol, faz parte das novas regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Entre as mudanças que passaram na última semana, está a possibilidade de fazer o registro eletrônico na Anvisa.
A coordenadora de produtos controlados do órgão, Renata de Moraes Souza, revela que a novidade deve agilizar a burocracia para obter a substância.
O presidente do departamento de neurologia da Associação Paulista de Medicina relata que o canabidiol está relacionado com o alívio de várias doenças.
Rubens José Gagliardi alerta, no entanto, que o derivado da maconha só é indicado quando outros métodos convencionais não surtem mais efeito.
A Anvisa o liberou no início deste ano o uso do canabidiol para fins medicinais.
A autorização da substância, à base de maconha, era um antigo pedido de mães com filhos que sofrem de doenças que não são amenizadas com medicamentos.