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PARA TRATAR O CÂNCER: Simone Pohlmann precisa encontrar sua família biológica

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Simone foi adotada quando tinha um dia de vida e agora, precisa encontrar sua família biológica. (Foto: Mariana Honesko).

Aos 48 anos de idade, a empresária de Porto União, Simone Pohlmann, voltou ao passado para uma busca especial. Por conta de um linfoma, que novamente voltou a incomodar, Simone precisa encontrar e entender suas raízes. Não é um processo fácil: a empresária vai encarar o passado de frente, entender os porquês da rejeição e encontrar luz para o segundo tratamento que faz contra o câncer.

O apelo já está na rede social, na televisão e agora, nos jornais locais. “Agora, apenas a quimioterapia e o transplante de medula autólogo, não resolvem mais. Preciso de um transplante de doador”, explica. Esta é a justificativa para a busca que começou há alguns dias mas que não tem data para terminar. O encontro dos pais biológicos, de algum irmão ou até de parentes mais distantes, é um tiro no escuro. Simone trabalha sem qualquer pista. “É como encontrar uma agulha no palheiro”, sorri. Ao lado de Pedro, seu companheiro desde 2001, a empresária viaja com fé e esperança, tonalidades dessa caminhada.

Adoção

Ela ocorreu, como diz Simone, “à brasileira”, uma referência a falta de qualquer documentação do processo na época. A empresária nasceu no dia 5 de maio de 1967. Com um dia de vida, foi adotada por Fritz e Joana Pohlmann. “Meu pai (Fritz) era pedreiro na época e trabalhava ali perto do Hospital São Braz, em Porto União. Ele já estava casado há dez anos e como não tinha filhos, deixava claro essa vontade para todo mundo”, conta Simone.

Assim, uma enfermeira da unidade não teve dúvidas: encaminhou o bebê para Fritz, sem qualquer burocracia. “O seu Fritz contava que convidaram ele para conhecer a mãe biológica. Ele segurou na maçaneta da porta, mas recuou. Ficou com medo de depois encontrar a mulher na rua e de depois, talvez, ela quisesse a filha de novo”, lembra Pedro.

Sem provas, sem fotos, sem registros, a adoção ocorreu. Simone foi registrada como filha legítima de Fritz e Joana. Da mãe biológica, não sobrou qualquer vestígio. “A gente nem sabe se realmente ela me teve no São Braz ou acabou só me deixando ali”, diz.

Procura

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Ao lado de Pedro, empresária faz apelo na mídia local

Em 2011, Simone e Pedro, por iniciativa própria, tentaram encontrar a família biológica. Na época, o câncer também motivou a busca. “Mas, como deu certo o tratamento de medula, a gente deixou de lado”, explica Simone. Neste ano, o linfoma “Não-Hodgkin”, apareceu. Simone tem nódulos na região do pescoço, das axilas e da virilha. Como já usou o método autólogo de transplante, agora, precisa da ajuda de doadores.

Por conta da raridade, as apostas são para os membros da família, que tem um percentual maior de compatibilidade. “Entre irmãos, a chance é de 25% e primos, 5%”, comenta Pedro. Diante de uma corrida contra o tempo, Simone não viu outra saída: precisou recorrer ao passado para garantir seu futuro. “Não é fácil. Não queria expor meus pais (Fritz e Joana) mas não tem outro jeito”, sorri.

Enquanto isso, a empresária luta, com sorriso no rosto, para se manter em pé, dia após dia. O tratamento em Curitiba já não resulta em tantos benefícios. Em breve, portanto, ela vai precisar procurar outros centros para avaliar o avanço dos nódulos até que a família seja encontrada.

Como ajudar

Além de oferecer ajuda à Simone pela rede social e pelos telefones 3522-4775, 9131-3136 e 9975-7252, ambos com DDD 42, a inscrição no cadastro de doadores de medula é, de fato, o que de mais prático pode ser feito no momento. Em União da Vitória, o Banco de Sangue atende todos os dias, em período integral. Basta procurar o espaço e se mostrar interessado no cadastro. Uma pequena quantidade de sangue será coletada e a partir dela, o nome do doador fica inserido no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), um cadastro nacional que “conversa” com instituições de tratamento de câncer de todo o País. Para se cadastrar, só é preciso ter boa vontade.

3 COMENTÁRIOS

Deixe uma resposta

  • leeli rodrigues - 09 de julho de 2015 - 18h 57
    Querida, me comovi cm seu drama, e gostaria q vc pudesse fazer ai na sua regiao, um tratamento q dispensa essas buscas todas, pois conheço e ja fis tres (3) desses tratamentos q. se chama constelaço familiar ou sistemica, ele cura ate todas as geraçoes passadas e futuras, com resultados maravilhoso, é um trabalho cientico criado por um alemao Bert Hellinger, que trata todos os miasmas e máculas somatizadas no fisico, e muito interessante, vc podia pesquisae o googol e yotube, se vc nao encontrar na sua regiao alguum profissional que possa te atender, vc entra em contato com uma profissional dessa área muito capacitda ela atende aqui na regiao de mato gorsso, cuiaba, o fone dela e:015.65.9677-2292, sra, Neiva, por gentileza, nao custa tentar,,boa sorte,
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  • Aparecida Eliete Pinto Aguiar - 09 de julho de 2015 - 22h 46
    Gostaria de fazer parte do quadro de doadores por favor entre em contato comigo pois gostaria muito de poder ajudar meu próximo.
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  • antonio lourival alves de almeida - 12 de setembro de 2015 - 17h 46
    Ela não faz nenhuma referencia do local aonde ela foi deixada e assim dificulta o processo de esclarecimento ou a ajuda que poderíamos dar.E assim,desde já invoco a todos aqueles que estão mais próximos que participem desse ato cristão!
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