Região de União da Vitória tem 21 casos confirmados de dengue

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Atualizado há 1 ano

A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) divulgou, nesta terça-feira, 8, o boletim epidemiológico atualizado da dengue, revelando um cenário preocupante: o estado já contabiliza 101 mortes confirmadas pela doença desde o início do ano epidemiológico, em agosto do ano passado.

O número de diagnósticos positivos atingiu a marca de 101.993 casos.

Os seis óbitos mais recentes foram confirmados nos municípios de Palmital, Cafelândia, Cascavel e Santo Inácio. As vítimas tinham idades entre 23 e 50 anos, sendo três homens e três mulheres. A Sesa ressaltou que nenhum desses indivíduos apresentava comorbidades, o que reforça a letalidade da doença mesmo em pessoas saudáveis.

Desde o início do monitoramento, a Sesa registrou um total de 247.134 notificações e 84.384 diagnósticos confirmados da doença. A abrangência da dengue no Paraná é alarmante: dos 399 municípios do estado, 398 já notificaram ao menos um caso suspeito, e 379 cidades possuem pelo menos um caso confirmado.

Concentração e Menor Incidência por Regionais

As regionais de saúde com o maior número de casos confirmados são:

  • Londrina (20.402 casos)
  • Paranavaí (12.378 casos)
  • Maringá (10.572 casos)
  • Jacarezinho (6.788 casos)
  • Umuarama (5.127 casos)

Em contraste, algumas regionais apresentam menor número de ocorrências da doença, entre elas:

  • União da Vitória (21 casos)
  • Irati (36 casos)
  • Ivaiporã (163 casos)
  • Pato Branco (798 casos)
  • Cascavel (870 casos)

Outras Arboviroses em Monitoramento

O boletim da Sesa também atualizou os dados de outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Foram contabilizados 5.071 casos confirmados de Chikungunya, a partir de um total de 10.079 notificações. Em relação ao Zika Vírus, foram registradas 125 notificações, sem nenhum caso confirmado da doença até o momento.

As autoridades de saúde reforçam a importância da colaboração da população no combate ao mosquito, eliminando focos de água parada e buscando atendimento médico ao surgirem os primeiros sintomas da doença.

 

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