Representatividade é questão importante para desmistificação do Vitiligo

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Atualizado há 5 anos

Quem vem à sua mente quando o assunto é vitiligo? Talvez, para aqueles familiarizados com a história, Michael Jackson seja a personificação da doença. Para outros, pode ser uma familiar, um amigo ou um conhecido. Mas a verdade é que, quando se trata dessa condição de pele, achar na mídia um representante pode ser um pouco difícil.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o vitiligo afeta cerca de 0,5% da população brasileira, algo em torno de um milhão de pessoas. Sendo assim, não é tão comum, mas também não tão raro a ponto de ser difícil de encontrar quem conviva com ele. Mesmo assim, a presença da participante Natália no Big Brother Brasil deste ano chamou atenção, afinal, é a primeira vez em 22 anos que uma pessoa com vitiligo participa do programa.

Natália, participante do BBB 22. Foto: Reprodução.

Pelo contraste que causa na pele, devido à despigmentação, o vitiligo possui uma série de estigmas em torno de si. Um deles é o mito de que é contagioso. Mas não é. O vitiligo é uma doença autoimune, causada por fatores genéticos e emocionais, entre outros.

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