Os municípios de Guarapuava e Pato Branco estão em disputa pela instalação de uma nova base aeromédica do SAMU no Paraná.
A decisão será tomada pelo governo estadual, que avalia qual das duas regiões receberá o serviço.
De acordo com Marilda Pilissari, diretora executiva do CIS 5ª Regional de Saúde, “no Paraná cabe apenas mais um helicóptero”.
Atualmente, o atendimento aéreo na região vem de Ponta Grossa, destinado apenas aos casos mais graves.
A implantação de uma base do SAMU em Guarapuava é considerada estratégica, principalmente por abranger uma vasta área com diversos municípios — como Pinhão, Turvo, Candói e Reserva do Iguaçu — além de rodovias com elevado índice de acidentes.
Nessas localidades, a remoção rápida de pacientes graves rumo a centros hospitalares com estrutura mais robusta é frequentemente necessária.
Líderes da região defendem que o helicóptero traria maior agilidade ao atendimento de urgências e emergências, ampliando as chances de sobrevivência das vítimas e fortalecendo toda a rede de atenção à urgência no Centro-Sul do Paraná.