Busca e apreensão no Conselho Tutelar de Paulo Frontin

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Atualizado há 2 meses

A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da 10ª Delegacia Regional de Polícia de Mallet, em uma operação conjunta com o Ministério Público do Estado do Paraná (MPPR), cumpriu na manhã da última quarta-feira, 5, um mandado judicial de busca e apreensão na sede do Conselho Tutelar de Paulo Frontin.

Operação fiscalizatória e apreensão de documentos

A ordem judicial teve como alvos o prédio do órgão e o veículo oficial utilizado pelos conselheiros tutelares. Durante as diligências, as equipes recolheram documentos voltados a detalhar as atividades administrativas e funcionais desenvolvidas pela instituição.

De acordo com as autoridades competentes, a medida tem caráter fiscalizatório e probatório, servindo para reunir elementos que auxiliem na apuração rigorosa dos fatos. O objetivo central é verificar a regularidade dos serviços prestados e assegurar que as atribuições legais do órgão ocorram com transparência, eficiência e total atendimento ao interesse público.

Proteção a crianças e adolescentes e andamento das investigações

A Polícia Civil e o Ministério Público destacaram que a ação também busca resguardar os interesses da comunidade, com foco especial na proteção de crianças e adolescentes que dependem do suporte do Conselho Tutelar, garantindo a qualidade e a continuidade do atendimento público.

Todo o material recolhido passará por uma análise técnica minuciosa para dar seguimento ao inquérito.

As autoridades reforçam que o cumprimento do mandado não configura antecipação de culpa ou conclusão sobre irregularidades. As investigações continuam em sigilo e em andamento, respeitando o devido processo legal e a correta preservação da cadeia de custódia de todos os documentos apreendidos. Até o momento, detalhes específicos sobre a motivação da investigação não foram divulgados.

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