Delegado fala sobre a morte de jovem encontrada em União da Vitória

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Atualizado há 2 anos

A Polícia Civil segue investigando a morte de Graciele Stefany dos Santos, de 20 anos, que foi encontrada sem vida na manhã do último sábado, 8, em União da Vitória.

O corpo da jovem foi localizado nas proximidades do Ginásio de São Cristóvão, e a polícia foi acionada por volta das 10h. Segundo o laudo do Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte foi estrangulamento.

O delegado Douglas Possebon e Freitas, responsável pelo caso, afirmou que as investigações apontam que Graciele pode ter sido morta na quinta-feira, 6, embora seu corpo tenha sido encontrado apenas no sábado.

“A Graciele foi encontrada morta no matagal e, a partir desse momento, as equipes da Polícia Civil e da Polícia Científica estiveram no local. O corpo foi encaminhado ao IML, que confirmou o estrangulamento como causa da morte”, declarou.

A polícia está colhendo depoimentos e analisando imagens de câmeras de segurança para esclarecer o crime.

“Estamos ouvindo várias pessoas, hoje pela manhã ouvimos duas e, agora à tarde, mais duas, na tentativa de identificar a autoria”,disse o delegado.

Ele ressaltou ainda que a jovem teria sido vista em um bar momentos antes de seu desaparecimento. O celular da vítima está sob análise para ajudar na reconstituição dos seus últimos passos.

A polícia descarta, até o momento, a hipótese de violência sexual. “Ela não sofreu violência sexual”, esclareceu Possebon.

O crime ocorreu no Dia Internacional da Mulher, o que gerou grande comoção na cidade. As autoridades trabalham com diferentes linhas de investigação para identificar o autor ou autores do crime. O delegado fez um apelo para que a comunidade colabore com informações.

“Qualquer informação pode ser repassada anonimamente para a Polícia Militar ou para a Delegacia. Nós não identificamos o informante, pois o mais importante para nós é a informação em si, para darmos continuidade à investigação”, finalizou.

Graciele Stefany dos Santos deixa uma filha de apenas três meses. O caso segue em apuração.

 

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