
Três meses depois do desaparecimento da adolescente Camile Loures das Chagas, de 13 anos, o caso continua sem nenhuma novidade. A jovem desapareceu dia 15 de dezembro de 2015 quando retornava para casa depois de visitar uma amiga. A casa da amiga fica a menos de 1 quilômetro de onde Camile mora. Seu sumiço está cercado a mistérios e falta de informação. De acordo como o Conselho Tutelar de Cruz Machado não existe nenhuma informação que possa levar ao paradeiro da menina. As investigações prosseguem sem nenhuma novidade, praticamente na estaca zero. Segundo o superintendente Camargo, da 4ª SDP, as investigações, chefiadas pelo delegado Douglas Carlos de Possebon e Freitas, prosseguem. “Foram ouvidos os familiares, amigas, namorado e praticamente toda a comunidade local”, explicou Camargo.
As investigações

Segundo fontes ligadas à Camile, ficou explicito que a adolescente não gostava de morar no interior e nem das condições de vida que levava. Algumas anotações em seus cadernos deixavam transparecer uma certa insatisfação, talvez uma rebeldia de adolescente que sonhava com outra vida, na cidade e com os confortos que essa vida poderia trazer. Ainda não se sabe se a Polícia tem essas pistas e como interpretou. O fato é que na terça-feira, 15, uma família despedaçada, atônita, espremida pela falta de notícias, esperava em silêncio a volta de Camile, não importa em que condições, para acabar com o sofrimento. Ou pelo menos para a família poder tocar a vida em frente. Mas, até agora, segundo a Polícia, nada de novo ou de esclarecedor foi descoberto.
Jéssica Luana continua desaparecida
Hoje completa dez dias do desaparecimento da jovem Jéssica Luana Barbosa, de 20 anos, desaparecida desde o dia 7 de março. O Boletim de Ocorrência foi registrado na Polícia Civil de União da Vitória, no mesmo dia do sumiço da jovem. Segundo informações da família, Jéssica teria saído de casa por volta das 5 horas para ir para o Colégio Túlio de França e na sequência iria ao trabalho, na Escola Estadual Balduíno Cardoso, em Porto União. Porém, não apareceu em nenhum dos locais. A família achou estranho a jovem sair tão cedo de casa, quando normalmente seu horário de saída seria às 7 horas. A Polícia está investigando, mas também não tem dados que possam levar ao paradeiro da jovem.