Uma operação integrada entre a Polícia Civil (PCPR) e a Polícia Militar do Paraná (PMPR) resultou na interdição de uma boate utilizada para a exploração sexual no município de Paula Freitas, na última sexta-feira (13). A ação culminou no indiciamento de quatro pessoas e na proteção de uma adolescente vítima do esquema.
Investigação e Crime
De acordo com a delegada responsável pelo caso, Nielly Luiz Mendes, as investigações revelaram um cenário alarmante: a proprietária do estabelecimento, auxiliada por outras duas mulheres, teria atraído uma adolescente e a submetido à prática de prostituição dentro do local.
Com base nas evidências colhidas, a PCPR solicitou à Justiça a interdição imediata do ponto comercial. O pedido foi deferido pelo juízo competente, que também determinou a proibição da concessão de qualquer novo alvará de funcionamento para o endereço.
Desdobramentos Jurídicos
A operação contou com o suporte estratégico da PMPR, além do acompanhamento de um Oficial de Justiça e de agentes da Vigilância Sanitária municipal.
Ao final do inquérito:
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A proprietária: Foi indiciada pelos crimes de exploração sexual de menor de idade e por manter estabelecimento destinado à exploração sexual.
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Outras duas mulheres: Foram indiciadas pelo crime de exploração sexual de menor.
Nota: O combate à exploração sexual, especialmente de crianças e adolescentes, é prioridade das forças de segurança. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque 100 ou pelo 181 (Narcodenúncia/Polícia Civil).