PLANTÃO: Perturbação de sossego resulta em prisões em PU

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Atualizado há 12 anos

No dia 18, por volta das 23h, as guarnições compostas por Militares Estaduais percorriam as alamedas de Porto União executando ações de Polícia Ostensiva. Momento este que foram acionados para se deslocarem até a Rua José Jorge Alves, no bairro São Pedro. No local, os Militares Estaduais constataram a irregularidade por meio de um som demasiadamente alto, além da algazarra que emanava da residência, configurando assim, a perturbação do sossego.

Na tentativa de acessar o proprietário da residência a fim de orientá-lo quanto à perturbação, surgiu então, um homem, de 39 anos, e sem motivo aparente começou a desacatar os Policiais Militares. Não satisfeito com sua atitude, o homem saiu de sua residência e foi em direção a Guarnição e investiu contra os Militares Estaduais, aferindo assim chutes e socos. Devido o fato, o homem recebeu voz de prisão, mas fez menção de resistência e arremessou parte de uma grade de ferro em direção dos Policiais Militares, causando lesão; sendo imobilizado na sequência ao seu ato.

Quando a guarnição retirava-se do local com o homem imobilizado, os demais ocupantes da residência, descontentes com a ação da Polícia Militar, reuniram-se ao redor das viaturas e munidos de ripas e pedras iniciaram uma agressão coletiva, arremessando assim tais objetos em direção dos Policiais Militares. Ainda, de dentro da própria residência, alguns cidadãos portando fogos de artifício, direcionaram para as viaturas e os lançaram com intuito de causar dano. Em uma contagem rápida somou-se mais de quarenta cidadãos investindo contra os Policiais Militares com intuito de resgatar o autor do fato já detido.

Mesmo com o efetivo restabelecido, os homens não cessaram as xingarias e retomaram as agressões munidos de pedaços de madeira e pedras. Porém, ambas as Instituições Militares (PMSC e PMPR) utilizaram dos recursos disponíveis para cessar o ato; (Espargidor de Pimenta, Munição de Elastômero e Técnicas de Imobilização e Contenção – ambas previstas em situações como a apresentada) devido à evolução da situação, onde todas as demais possibilidades haviam sido esgotadas. Conforme as Guarnições avançavam, muitos dos cidadãos empreenderam fuga, tomando destinos diferentes.

Por fim, o autor do desacato, além dos demais cidadãos responsáveis pela lesão corporal e pelo dano ao Patrimônio Público foram presos em flagrante delito sendo encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais. Em consulta documental ao Sistema Informatizado do Estado, todos os cidadãos envolvidos no fato possuem antecedentes criminais e alguns encontravam-se na data com “benefício de liberdade” devido o feriado pascal.

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