Professor de Porto União teve perfil do Facebook clonado

Juliano Negri levou um susto quando uma amiga lhe informou sobre o clone. Ele foi orientado a realizar um B.O

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Atualizado há 10 anos

 

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Juliano Negri teve perfil do Facebook clonado. (Foto – Reprodução)

 Juliano Negri, morador de Porto União, teve ontem, 7, o perfil do Facebook clonado, e que não sabe quem seria a pessoa que teria cometido o crime. No perfil falso, a pessoa utilizou a foto de Negri mas com o nome de Caio Silveiraa, natural de São Paulo (SP), com residência em Caçador (SC). O clone foi percebido por meio de uma amiga de Negri, que levou um susto quando comprovou a situação. Ele é professor de cabeleireiro e proprietário da empresa Studio de Beleza Juliano Negri.

Orientado a procurar a Polícia Civil e realizar um Boletim de Ocorrência (B.O), o jovem revela preocupação com o que este “fake” poderá lhe acarretar, representando perigo aos usuários da rede; principalmente por se tornar uma porta de entrada a pessoas mal-intencionadas ou com objetivos criminosos.

Pela legislação brasileira, o ato de criar um perfil falso em rede social, não é considerado um crime, salvo em casos em que o usuário se apropria de uma identidade real, fazendo uso de foto e nome de um cidadão qualquer. O ato é considerado crime de falsidade ideológica, com pena prevista no artigo 307 do Código Penal Brasileiro.

No caso de Negri, o sistema funcionou assim: um hacker copiou as fotos do perfil dele e as utilizou para criar uma conta falsa. Então, utilizando os detalhes da vítima, enviou inúmeras solicitações de amizades.

 

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