Serial Killer? Suspeito de cometer quatro assassinatos é preso

Homem foi condenado pela morte da mulher e também é investigado por mais três homicídios que ocorreram em Santa Catarina e no Paraná

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Atualizado há 7 anos

(Foto: Reprodução).
(Foto: Reprodução).

A Polícia Civil de Santa Catarina divulgou na segunda-feira, 23, que o homem de 37 anos, preso em Porto União na sexta-feira, 20, é suspeito da morte de quatro pessoas, incluindo a da mulher e a da própria mãe. A terceira vítima era um homem com quem ele dividia uma casa em Porto Belo. Segundo a polícia, a prisão é resultado de um trabalho conjunto da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Porto União e do setor de Investigação da Delegacia de Porto Belo, e foi realizada na noite desta sexta-feira, 20, em Porto União.

Os assassinatos aconteceram em Itapema (da mãe e da esposa) e em Porto Belo (do homem). O suspeito já havia sido preso pela Polícia Civil em 2015 pela morte da companheira e da mãe, crimes que aconteceram no dia 29 de março de 2013, em Itapema, no bairro Morretes. No entanto, ele foi liberado. Pela morte da mulher e da mãe, a Justiça expediu nesta segunda-feira, 23, um mandado de prisão preventiva por homicídio duplamente qualificado.

Segundo o delegado Ricardo Melo, da Delegacia de Porto Belo, foi possível prendê-lo a partir da troca de informações entre o setor de Investigações e Capturas da Delegacia de Porto Belo e a Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Porto União. O suspeito está no presídio de Porto União, onde permanecerá à disposição da Justiça.

De acordo com informações do G1, depois disso houve ainda mais um homicídio, em União da Vitória, onde o investigado também foi preso, mas depois foi liberado e respondia pelo crime em liberdade. A vítima era o dono da pousada onde o suspeito morava.

Em entrevista ao G1, o delegado afirmou que a investigação analisa a relação da autoria dos crimes. “Nós estamos qualificando ele como um eventual ‘serial killer’, em função da série de mortes e do vínculo de proximidade que o autor tinha com as vítimas, esposa, mãe e pessoas que tentaram ajudá-lo e abrigá-lo. São contextos e fatos parecidos em todas essas mortes”, disse.

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