A partir do dia 19 de fevereiro, o trecho da PR-170 entre a Usina do Foz do Areia e Pinhão ficará fechado por aproximadamente um mês. A interrupção se deve ao processo de rebaixamento do trecho em sete metros, o que impedirá a liberação para o tráfego durante esse período.
Consequentemente, o sistema de Pare e Siga não estará em funcionamento durante o período de fechamento. Este procedimento é necessário para garantir a segurança e eficácia do trabalho de rebaixamento da via.

Para atender às necessidades dos motoristas que precisam transitar pela região, foi estabelecido um desvio de 11 quilômetros, que continuará em operação para veículos de passeio. Este desvio visa minimizar os transtornos causados pelo fechamento temporário da rodovia, assegurando a continuidade das atividades locais e o deslocamento seguro dos usuários.
O desvio passa por uma estrada municipal não pavimentada, no acesso para a Escola Municipal Nova Divinéia, que passa por vários pontos turísticos locais até retornar à rodovia, próximo à Usina Hidrelétrica Governador Bento Munhoz da Rocha Netto.

Veículos pesados podem utilizar como rota alternativa a BR-373, sentido Candói, ou a BR-153, sentido Rebouças.
CHUVAS – Em novembro passado a PR-170 sofreu uma série de danos causados pelas fortes chuvas que castigaram o Estado, com rachaduras no pavimento, deslocamento de talude, escorregamento de materiais, e danos no sistema de drenagem ao longo de vários quilômetros, entre o distrito de Faxinal do Céu, em Pinhão, até o território de Bituruna, após a usina hidrelétrica.
Os principais danos no trecho de Pinhão estão no km 467, onde as rachaduras atingiram as duas pistas, causando desníveis de mais de um metro de altura no pavimento, e risco de instabilidade em todo o talude.
Os primeiros serviços de retaludamento e reforço foram realizados nas semanas seguintes, já permitindo a liberação parcial do tráfego, em alguns pontos somente pelo acostamento.