A mobilização de caminhoneiros em Santa Catarina e em outras regiões do País acende um alerta para possíveis impactos no abastecimento e na atividade econômica.
Em nota oficial, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina (FCDL/SC) informou que acompanha a situação com atenção, especialmente pelos reflexos diretos na rotina de empresas e consumidores.
Segundo a entidade, o transporte rodoviário é essencial para a regularidade da economia, e paralisações, mesmo que parciais, podem provocar atrasos na reposição de mercadorias, aumento dos custos logísticos e até desabastecimento pontual de produtos.
A FCDL/SC informou ainda que segue monitorando os impactos da mobilização junto às Câmaras de Dirigentes Lojistas em todo o estado, avaliando a situação em diferentes regiões e defendendo o equilíbrio entre o direito à manifestação e a manutenção da atividade econômica.
Confira a íntegra da
NOTA OFICIAL – GREVE CAMINHONEIROS
A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina (FCDL/SC), entidade que congrega os legítimos interesses dos setores de comércio, indústria e serviços por meio das 209 Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs) e quase 50 mil associados, acompanha com atenção a mobilização dos caminhoneiros no estado e no país, especialmente pelos possíveis reflexos diretos no abastecimento e na vida dos cidadãos.
O transporte rodoviário é fundamental para a regularidade da atividade econômica, de modo que qualquer paralisação, ainda que parcial, pode gerar impactos relevantes, como atraso na reposição de mercadorias, aumento de custos logísticos e desabastecimento pontual de produtos, afetando diretamente empresas e consumidores.
A FCDL/SC reconhece a importância das demandas dos caminhoneiros, especialmente em relação aos custos operacionais e às condições de trabalho, que são legítimas. No entanto, reforça a importância do diálogo e da construção de soluções que evitem prejuízos à economia, especialmente aos setores produtivos, que dependem diretamente da regularidade no fluxo de mercadorias.
Neste momento, a Federação segue monitorando a situação junto às CDLs do estado, avaliando os impactos em diferentes regiões, e se mantém atenta à evolução do cenário, sempre defendendo o equilíbrio entre o direito à manifestação e a preservação da atividade econômica.