Milho no Monjolo

Odilon Muncinelli

Milho no Monjolo – 17 de Dezembro de 2016

REGISTRO

Mesmo tardiamente a Coluna Milho no Monjolo faz o registro. No mês de setembro deste ano, dia 26, o inesquecível acadêmico Willy Carlos Jung, o Doutor Willynho, recebeu uma justa e merecida Homenagem Póstuma prestada pelo Conselho Regional de Farmácia no Paraná, com sede em Curitiba, em “reconhecimento, respeito e gratidão pelo valioso trabalho dedicado à profissão farmacêutica”. O Doutor Willynho foi representado pelo seu filho Carlos Alberto Jung.

50 ANOS DE EXERCÍCIO DA ADVOCACIA

Na última segunda-feira, dia 12, no Auditório da Nova Sede da OAB-Paraná, que se localiza na Rua Brasilino Moura,, em Curitiba, Paraná, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Paraná realizou uma Sessão Solene em homenagem a vários advogados “pelo exercício ininterrupto da advocacia por mais de 50 anos”. Dentre outros, este Colunista foi um dos homenageados. Nota: Graduado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR),completarei 52 anos de exercício da advocacia, no dia 18 de fevereiro de 2017.

HONRARIA

Ainda na última segunda-feira, dia 12, no Auditório da Câmara de Vereadores, o contador e economista Darci Piana foi agraciado com o Título de Cidadão Honorário de União da Vitória, Paraná. Nascido a 24 de dezembro de 1941, em Carazinho, Rio Grande do Sul, Darci Piana é membro da Academia Paranaense de Letras (APL), como ocupante da cadeira n. 29. Atua, ativamente, na preservação da cultura do Paraná, a exemplo do Paço da Liberdade, prédio da antiga Prefeitura Municipal, em Curitiba, transformado em unidade cultural do SENAC. Na promoção de eventos nas áreas da literatura, artes plásticas, teatro, et caetera. E ainda na edição de livros.

“MOMENTO DA EDUCAÇÃO”

“O Início das Aulas” faz o assunto do programa “Momento da Educação”, que será apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, no próximo domingo, dia 18, às 11 horas, nos microfones da Rádio Difusora União, a antiga ZYD-3, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo“, o amigo e apresentador informa que o entrevistado será o professor Ricardo José Brugnago, mui digno Chefe do Núcleo Regional de Educação de União da Vitória, Paraná, que falará sobre o início das aulas, o calendário para o ano de 2017 e outros assuntos de ordem escolar. Observação: Neste mesmo domingo, dia 18, às 15 horas, o professor Ricardo José Brugnago poderá ser assistido e ouvido, em entrevista sobre o mesmo assunto, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada à minha neta Sarah Giulia Drozda Muncinelli, que se se apresenta, brilhantemente. com o Coral Infantil do Colégio Santo Anjo, de Curitiba, Paraná, inclusive na Missa de Encerramento do Ano Letivo.

Beira do Iguaçu, Dezembro de 2.016

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 13 de Dezembro de 2016

“CHAPECOENSE: PREDESTINAÇÃO OU ACASO”

“O conceito de predestinação tem, em primeiro lugar, um conteúdo  cristão: refere-se ao pressuposto de que Deus, sendo onisciente, sabe de antemão quem se salva ou quem vai para o inferno, tendo por base inúmeras citações bíblicas (São Paulo, nas cartas aos romanos e aos filipenses, de forma destacada). No sentido laico, a predestinação se baseia na crença popular de que nada acontece por acaso, de que tudo está previamente determinado, pela evolução sucessiva das ocorrências. / No que diz respeito ao conceito religioso, as opiniões, historicamente, tem sido muito divergentes, sendo a mais notável a de Sto. Agostinho, que ressalta o fato de que o conhecimento prévio de Deus apenas coincide com nosso livre-arbítrio, tendo em vista as decisões que tomamos. Quanto ao conceito popular, verificamos que ele não possui nenhum cabimento, sendo apenas um antropomorfismo, resultante de nosso engano em atribuir à Natureza as mesmas características de nossa mente, que em tudo procura laços de dependência. / Dessa forma, não há que falar em destino prévio a determinar o futuro dos acontecimentos, pois tudo ocorre de maneira sucessiva e aleatória, sendo apenas determinados pelas condições prévias que os fazem acontecer. O acaso parece ser antagônico ao determinismo, mas ele ocorre apenas  pela confluência de diversas causas, não se constituindo, portanto, uma ideia avessa a ele. / Vemos, portanto, que as ocorrências fáticas no âmbito de nossa realidade são reais, mas são virtuais, no sentido de que poderiam não ter acontecido, mas ocorreram, resultando a tragédia que todos lamentamos. No fundo, o que de fato necessitamos é uma transformação em nossa maneira de encarar a morte, que não é sofrimento, mas libertação, que não é o fim, mas prolongação, pois na Natureza nada termina, mas apenas se transforma. / A religião é um bálsamo na superação da tristeza da morte, por  contarmos com a promessa de Cristo de que a morte é uma rápida passagem, como  ocorreu em sua fala ao bom ladrão: ‘Hoje mesmo estarás comigo no paraíso’. / O fato da cultura ocidental não ter assimilado o verdadeiro espírito do cristianismo no que diz respeito ao fenômeno da morte é um acontecimento lamentável, por ter perdido a verdadeira inspiração que o domina, isto é, que a morte representa apenas um momento de libertação, um prêmio divino dado às criaturas criadas por Deus, semelhantes a Ele em sua espiritualidade. Eis, pois, que em tudo Deus seja louvado”.  Nota: Texto escrito por Antônio Celso Mendes, publicado no dia 06 de dezembro de 2016, na Página da APÇ.

UM BREVE PERFIL DO AUTOR

Nascido a 18 de fevereiro de 1934, na cidade de Eloi Mendes, Minas Gerais, o mestre e doutor Antônio Celso Mendes é membro da Academia Paranaense de Letras (APL), ocupante da cadeira n. 34. Obras publicadas: “Anotações Filosóficas” (1982); “Ciência, Filosofia e Política” (1990): “Caminhos do Espírito” (1991); “Filosofia Jurídica no Brasil” (1992); “Direito, Linguagem e Estrutura Simbólica” (1994) “Filosofia em Forma de Poesia”, três volumes (2004, 2005 e 2008); “Dimensões Conceituais do Direito” (2005 e 2008, 2ª edição); “Introdução ao Universo dos Símbolos” (2009); “Veredas Espirituais” (2011); “Um Século de Cultura” (2012); “Cem Anos do Centro de Letras do Paraná” (2013),e outros títulos.

Beira do Iguaçu, Dezembro de 2.016

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 10 de Dezembro de 2016

LUTO 1

O escritor, poeta, ensaísta, crítico de arte, tradutor, biógrafo, dramaturgo, teatrólogo, letrista, roteirista e colunista do jornal Folha de S. Paulo Ferreira Gullar morreu na manhã deste domingo (dia 04), no Rio de Janeiro, aos 86 anos de idade, em decorrência de insuficiência respiratória e pneumonia. Ele estava internado no Hospital Copa D’Or, na Zona Sul do Rio. Ferreira Gullar era o quarto dos 11 filhos de Newton Ferreira e Alzira Ribeiro Goulart. Ele nasceu em São Luís, Maranhão, em 10 de setembro de 1930, com o nome de José Ribamar Ferreira. O sobrenome materno adaptado ao português foi adotado somente pelo escritor aos 18 anos, quando começou a publicar poesias. Ativo, Ferreira Gullar se afiliou ao Partido Comunista após a instauração da ditadura militar, em 1964. Neste período, se exilou em Buenos Aires, onde escreveu “Poema Sujo”, uma das suas principais obras. O escritor voltou ao Brasil somente em 1977 sendo preso e torturado pelo Departamento de Ordem Política e Social – DOPS.  Ferreira Gullar foi libertado dias depois, após forte pressão internacional. Em 2002, Ferreira Gular foi indicado para o Prêmio Nobel de Literatura. A indicação foi endossada por nove especialistas de três países: Brasil, Portugal e Estados Unidos da América. Era membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), como ocupante da cadeira 37, na qual foi empossado no dia 05 de dezembro de 2014.

LUTO 2

Ao longo da sua vida Ferreira Gular escreveu poesias, contos, crônicas, memórias, ensaios, antologias, letras para músicas, peças teatrais, textos para televisão e cinema, roteiros e outros textos. Seu primeiro livro foi “Um Pouco Acima do Chão” (1949, poesias) e o último foi “Autobiografia Poética e Outros Textos” (2016), enfeixando uma vasta obra literária e artística.

“MOMENTO DA EDUCAÇÃO”

“A Uniguaçufaz o assunto do programa “Momento da Educação”, que será apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, no próximo domingo, dia 11, às 11 horas, nos microfones da Rádio Difusora União, a antiga ZYD-3, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo“, o amigo e apresentador informa que a entrevistada será a professora Marta Borges Maia, mui digna Diretora Geral em exercício das Faculdades Integradas do Vale do Iguaçu (Uniguaçu), que falará sobre aquela conceituada Instituição de Ensino Superior, sediada em União da Vitória, Paraná. Observação: Neste mesmo domingo, dia 11, às 15 horas, a professora Marta Borges Maia poderá ser assistida e ouvida, em entrevista sobre o mesmo assunto, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada aos meus netos Pietro Bussmayer Muncinelli pela conclusão da Educação Infantil, Enzo Luigi Muncinelli pela conclusão do Ensino Fundamental, ambos no Colégio São José (Porto União, SC) e Cicero Domenico Muncineli pela conquista da Medalha de Bronze, representando o Colégio Santo Anjo (Curitiba, PR),na Olímpiada de Matemática, realizada no Estado do Paraná.

Beira do Iguaçu, Dezembro de 2.016

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 6 de Dezembro de 2016

“DOM CASMURRO”

“Um gênio e um dos romances mais importantes da literatura em língua portuguesa: Um clássico para ser lido, relido, com inesgotável prazer. Dom Casmurro, de Machado de Assis, há muito tempo merecia uma edição que buscasse traduzir e respeitar, graficamente, todos os superlativos relacionados à obra. A editora Carambaia ouviu os anseios dos leitores e acaba de lançar uma edição especialíssima. / Com uma tiragem limitada a 1.000 exemplares, todos numerados a mão, a edição tem capa dura, é protegida por uma luva e conta com um caderno de imagens do Rio de Janeiro da época do escritor e do romance. Sobre essas fotografias, o artista plástico Carlos Issa fez intervenções gráficas, utilizando diversas técnicas – letraset, tinta, lápis, fita adesiva. Ele também ilustrou individualmente 100 capas, tornando-as personalizadas. O projeto gráfico, de autoria de Tereza Bettinardi, faz uma homenagem à edição original de Dom Casmurro, de 1899, repetindo o formato do volume publicado pela Livraria Garnier. Ele também faz referência a uma antiga técnica de decoração de livros, na qual imagens ficam dissimuladas na lateral do volume, revelando-se ao leitor conforme ele manuseia o exemplar. / A história de Bentinho e Capitu, terceiro romance da chamada trilogia realista composta por Machado de Assis – constituída por Memórias póstumas de Brás Cubas (1881) e Quincas Borba (1891) –, é acompanhada pelo posfácio de Hélio Guimarães, professor de Literatura Brasileira na Universidade de São Paulo (USP), editor da Machado de Assis em linha: revista eletrônica de estudos machadianos e autor de Os leitores de Machado de Assis – o romance machadiano e o público de literatura no século 19, entre outros livros sobre o escritor. A edição com 100 capas diferentes e exclusivas custa R$ 199,00 e a outra, também especial, R$ 99,00. Não consigo imaginar melhor presente de Natal”. (Texto de Carlos Henrique Schroeder,  no Jornal Diário Catarinense, edição do dia 23 de novembro de 2016).

MISSIVA, LIVRO E RECORTES

Na última sexta-feira, dia 02, chegou às minhas mãos, via Correios, uma missiva enviada pelo velho amigo e pesquisador Carlos Alberto Costa Guérios dando conta das suas últimas pesquisas sobre a Imigração Árabe no Paraná, em Santa Catarina e no Brasil. Veio acompanhada do livro “Somos Girassóis” (2018), do escritor Sandro Roberto Garcia. E ainda dos recortes de jornais ”Milho de Pipoca” (Reflexão) e”Direto do Fundo do Mar” (Artigo). Agradeço a gentileza.

NATAL DE LUZ

Nesta terça-feira, dia 06, o Colégio Santos Anjos de Porto União, SC, realiza o seu tradicional Natal de Luz, um evento musical que emociona todos aqueles que o assistem, anualmente, Vale a pena conferir!

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao Lions Clube de Porto União da Vitória que, no dia 01 deste mês, completou 60 anos de profícua e valiosa existência; E também ao inesquecível Mário Rene Sibut, o seu Fundador e primeiro Presidente, de fato e de direito.

Beira do Iguaçu, Dezembro de 2.016.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr.

Milho no Monjolo – 3 de Dezembro de 2016

LEILÃO DE UM POEMA

Um poema manuscrito por Anne Frank, meses antes de sua morte, foi vendido por 140 mil euros (R$ 502 mil) em um leilão realizado no dia 13 de novembro passado, na cidade Haarlem, na Holanda. A casa de leilões Bubb Kuyper estabeleceu o preço inicial de € 30 mil (R$ 107 mil). Escrito em holandês em 28 de março de 1942 em um caderno pessoal, os versos são dedicados à irmã mais velha da sua melhor amiga Jacqueline, Christiane van Maarsen, apelidada “Cri-Cri”. O texto fazia parte da coleção de poemas de Christiane, que morreu em 2006. Anotação: Anne Marie Frank nasceu a 12 de junho de 1929, na cidade de Franfurt, e morreu a 12 de março de 1945, no campo de concentração de Bergen-Belsen, na Alemanha. Foi uma adolescente alemã de origem judaica, vítima do Holocausto. Tornou-se conhecida e discutida depois da publicação de “O Diário de Anne Frank” (1947), pelo seu pai.

ESCREVE O LEITOR

Em missiva datada do dia 18 de novembro passado, o velho amigo e pesquisador Carlos Alberto Costa Guérios pede para este Colunista lhe “comprar os livros Investigando Um Século de História: A Igreja Centenária de Barreiros e A Formação da Vila de Valões”. A priori, é de bom alvitre informar ao estimado amigo que não são livros. Pelo contrário, são apenas pesquisas publicadas na Revista “Sobre Ontens”, a Revista On Line de História, em sua edição de 2015. Aliás, tratei do assunto nesta Coluna Milho no Monjolo, em sua edição do dia 31 de maio deste ano.

“NOSSA HISTÓRIA”

A história do professor Cleto, perseguido por suas idéias abolicionistas, contada por Josaphat Porto Lona Cleto, nascido em Porto União, SC, e muitas outras histórias, serão contadas no Programa “Nossa História – Fim de Ano” com Zélia Maria Nascimento Sell. O especial será apresentado neste domingo, dia 04, às 9 horas da manhã pela Rádio E-Paraná AM 630, e pode ser ouvido ao vivo pela internet.

MOMENTO DA EDUCAÇÃO

“A Psiquiatria” faz o assunto do programa “Momento da Educação”, que será apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, no próximo domingo, dia 04, às 11 horas, nos microfones da Rádio Difusora União, a antiga ZYD-3, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo“, o amigo e apresentador informa que a entrevistada será a psiquiatra Denise Cardoso, que falará sobre a Psiquiatria e o exercício profissional. Observação: Neste mesmo domingo, dia 04, às 15 horas, a psiquiatra Denise Cardoso poderá ser assistida e ouvida, em entrevista sobre o mesmo assunto, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná.

LANÇAMENTO

Na próxima terça-feira, dia 06, às 19h e 30min, na Secretaria de Cultura e Turismo de Porto União, Santa Catarina, o jornalista Antônio Hugen Godoi realiza o lançamento do seu livro “Guardião de Raios – Reportagens Especiais”. O autor é membro da Associação dos Jornalistas do Vale do Iguaçu (AJOVI). Já publicou o livro “Em Cima do Lance” (2014) e o CD “Amigos Legais” (2015).

Beira do Iguaçu, Dezembro  de 2016.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr.

Milho no Monjolo – 29 de Novembro de 2016

 

CALENDÁRIO 2017

O conceituado e inesquecível Colégio São José de Porto União, Santa Catarina, acaba de lançar um calendário para o ano de 2017 com doze fotografias antigas que contam parte da história das nossas duas Cidades Irmãs, Porto União (SC) e União da Vitória (PR). São elas: Vista parcial de Porto União da Vitoria, 1907; inauguração do Colégio Balduíno Cardoso, 1938; Turma de alunos do Colégio São José, 1940; Colégio Santos Anjos; Maria Fumaça; Praça Hercílio Luz, 1967; Rua Prudente de Morais, com XV de Novembro; Rua Matos Costa; Desfile 7 de Setembro de 1947, Colégio São José; Dia do Aviador, 1940, em Porto União; Ponte de Ferro e Chafariz da Praça Hercílio Luz. Meus parabéns pela brilhante iniciativa! Anotação: Fui aluno do Colégio São José, nos anos de 1952 a 1955, nos bons tempos do Frei Libório Lueg, Frei Bertino Goerner, Frei Canísio Goebel, Frei Cassiano, Frei Pacômio Kaulatz, Frei Rogério, Frei Bosco Honnof, Frei Mariano de Paiva, professores Estevão Juk, Aniz Domingos, Werno Kroetz, Pedro Real, Clementino Dezordi e Hilário André Dezordi.

LIVROS SOBRE O RIO IGUAÇU

Alguns leitores solicitam sugestões de livros sobre o majestoso Rio Iguaçu, o maior rio do Paraná. De imediato, sugiro a leitura dos livros: “Rio Iguaçu e Último Apito” (2004), de Raul Ferreira Döepfer; “Rio Iguaçu – um caminho pelo rio” (2005), de Francisco Lothar Paulo Lange; “”Vapores” (2006), de Arnoldo Monteiro Bach; “Poema ao Rio Iguaçu”, de Rafael Greca; “A Lenda de Bédalo – o Protetor do Rio Iguaçu” (2009), de Décio Romano; “Saudade de Pedra”, de Felipe Garrett; “Nascentes, corredeiras e cachoeiras do Alto Iguaçu”, de José Álvaro Carneiro; “Peixes do Baixo Rio Iguaçu”, de vários autores (06);”Bacia do Rio Iguaçu”, do Governo do Paraná; “O Homem das Cataratas” (2015); de Aline Kohlenberger e Ezídio Oro Junior; e “Cartão Postal – Cataratas do Iguaçu – Foz do Iguaçu”.

“NOSSA HISTÓRIA”

Durante este mês de novembro, o Programa “Nossa História”, – “a História Contada Por Quem Sabe”, que é produzido e apresentado pela jornalista, pesquisadora e historiadora  Zélia Maria Nascimento Sell, apresentou nos domingos, às 9 horas, aos microfones da Rádio E-Paraná AM 630 e pela Internet no endereço www.e-parana.pr.gov.br, clicando em “rádio am 630 ao vivo”, uma boa  porção de assuntos de natureza essencialmente histórica acerca do Paraná e de Santa Catarina, bem como, dos homens e das mulheres paranaenses e catarinenses. Vale lembrar os assuntos tratados: Dia 06/11– “100 Anos de Santos Dumont no Paraná”. (Reprise).  Dia 13/11 –“Aniversário do Programa “Nossa História” – 14 Anos”. Dia 20/11 – “João de Mio – Poeta e Construtor”. Dia 27/11 – “Novas Revelações da II Guerra”.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada à velha amiga e professora  Aieza Martins, uma educadora exemplar das nossas Cidades Irmãs, que, na metade do último sábado, dia 26, “mudou-se para o andar de cima”, aos 83 anos de idade.

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.016.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPR.

 

Milho no Monjolo – 26 de Novembro de 2016

AGRADECIMENTO 1

Na última segunda-feira, dia 21, chegou às minhas mãos, via Correios, um exemplar do livro “Vida e Obra do Plagiário Paulo Francis – O Mergulho da Ignorância no Poço da Estupidez”, de autoria do escritor Fernando Jorge, com o selo da Editora Geração. Brindou-me o escritor catarinense e velho amigo Enéas Athanázio. E desde logo agradeço. A obra que está na sua 4ª edição veio acompanhada de uma cópia do artigo jornalístico “O livro que matou Paulo Francis”, de autoria do escritor Enéas Athanázio, publicado no Jornal Página 3, de Balneário Camboriú, SC, em sua edição do dia 11 de junho deste ano.

 

AGRADECIMENTO 2

Esse artigo deu azo a uma manifestação do próprio autor Fernando Jorge que, pela sua importância literária e educacional, peço a devida permissão para publicá-la. – “Caro Enéas Athanázio: A editora do livro sobre Paulo Francis mandou tirar 30 mil cópias do seu artigo e enviou-as para professores de todos os Estados do nosso País. / Resultado: dezenas de professores dos Cursos de Jornalismo, em Universidades, influenciados pelo seu texto, decidiram adotar o livro como material de pesquisa, de enriquecimento cultural, de visão crítica, sob vários aspectos. Devido a tal fato, a 4ª edição já está quase esgotada. / Deposito nas mãos de Enéas Athanázio, em cujos livros luminosos o seu grande talento literário resplandece; diversos exemplares, a fim de os dar aos amigos. / O meu coração tem memória, e não apenas o meu cérebro. Portanto, justíssimo. Fernando Jorge”.

 

UM BREVE PERFIL

Fernando Jorge é escritor, historiador, biógrafo, crítico literário, dicionarista, enciclopedista e jornalista. Estudou Direito na Universidade de São Paulo. O seu sucesso começou quando publicou o livro “Cale a Boca, jornalista!”. Publicou ainda “Vida e Poesia de Olavo Bilac” e “Santos Dumont – As Lutas, a Glória e o Martírio de Santos Dumont”, entre muitos outros títulos.

 

“MOMENTO DA EDUCAÇÃO”

“O Instituto Federal do Paraná” faz o assunto do programa “Momento da Educação”, que vai ser apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, no próximo domingo, dia 27, às 11 horas, nos microfones da Rádio Difusora União, a antiga ZYD-3, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo”, o amigo e apresentador informa que o entrevistado será a professora Patrícia Cambrussi Bortolini, mui digna Diretora Geral do Instituto Federal do Paraná, Campus de União da Vitória, Paraná, que falará sobre esta Instituição de Ensino e suas perspectivas para o ano de 2017. Observação: Neste mesmo domingo, dia 27, às 15 horas, a professora Patrícia Cambrussi Bortolini poderá ser assistida e ouvida, em entrevista sobre o mesmo assunto, no Programa “Caminho da Universidade”, que é apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná.

 

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.016.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr.

Milho no Monjolo – 22 de Novembro de 2016.

POETISAS E POETAS DO PARANÁ 1

Helena Kolody Uma das poetisas mais importantes do Paraná, foi a primeira mulher a publicar haicais no Brasil, em 1941. Foi admirada por poetas como Carlos Drummond de Andrade e Paulo Leminski, com quem manteve uma grande relação de amizade. Fez parte da Academia Paranaense de Letras e tem em seu currículo mais de 20 obras publicadas

 

POETISAS E POETAS DO PARANÁ 2

Paulo Leminski Um dos mais célebres poetas paranaenses é dono de uma extensa e relevante obra. Inventou um jeito próprio de escrever poesia, preferindo poemas breves, muitas vezes fazendo haicais, trocadilhos ou brincando com ditados populares. Teve composições musicais gravadas por nomes como Caetano Veloso e Moraes Moreira

 

POETISAS E POETAS DO PARANÁ 3

Alice Ruiz Foi casada com o poeta Paulo Leminski, mas não é apenas daí que advém sua fama. Escritora e tradutora de haicais tem 19 livros publicados, entre poesias, traduções e uma história infantil. Compõe letras musicais, tendo mais de 50 músicas gravadas por parceiros e intérpretes. Lançou em 2005 seu primeiro CD, com participações de Zélia Duncan e Arnaldo Antunes.

 

POETISAS E POETAS DO PARANÁ 4

Niquelson Rodrigues dos Santos Meu velho e bom amigo dos bancos escolares no Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba. Membro da União Brasileira dos Escritores – Paraná. Autor dos livros de poesias “Refúgio” (1958, com prefácio de Benedito Nicolau dos Santos Filho), “Missal dos Noivos” (1959, com prefácio de Serafim França), “Céu e Terra” (1963) e “Sombras Vivas” (1965, com prefácio de A. A. de Assis).

 

O AUTOR MAIS TRADUZIDO DO MUNDO

Mais uma vez, o escritor Paulo Coelho superou autores consagrados e alcançou o primeiro lugar entre os autores em língua portuguesa mais traduzidos do mundo. Os dados são da UNESCO, relativos ao período de 1979 a 2015, e estão registrados no Novo Atlas da Língua Portuguesa, lançado na última terça-feira, dia 15, em Lisboa, Portugal. Com 1.098 traduções, Paulo Coelho, o “Mago”, supera o português José Saramago que tem 534 e já conquistou Prêmio Nobel de Literatura. Na mesma listagem ainda estão Jorge Amado, Fernando Pessoa e o teólogo Leonardo Boff. A lista dos dez completa-se com dois portugueses – Eça de Queirós e Antônio Lobo Antunes – e três brasileiros: José Mauro de Vasconcelos, Clarice Lispector e Machado de Assis. Anotação: Nascido a 24 de agosto de 1947, no Rio de Janeiro, Paulo Coelho de Souza é jornalista, escritor e letrista. Sua obra “O Alquimista” é o livro mais vendido de todos os tempos e é considerado um importante fenômeno literário do Século XX.

A ÚLTIMA

“A Coluna de hoje é dedicada ao velho amigo Dirceu Skoski de Oliveira, ex-Diretor da Câmara Municipal de União da Vitória, Paraná, que, na manhã da última quarta-feira, dia 16, “mudou-se para o andar de cima”, aos 60 anos de idade.

 

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.016.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr.

Milho no Monjolo – 19 de Novembro de 2016

DOAÇÃO DE LIVROS

No começo do mês de outubro passado fiz a doação de um exemplar da Revista da ALVI n.o 08, ano 2015, para a Biblioteca Comunitária “Professor João Rodrigues de Mattos”, da cidade de Itarema, no litoral norte do Estado do Ceará. E, na última segunda-feira, dia 14, chegou às minhas mãos, via Correios, a mensagem que vai adiante: “Itarema – CE, 05 de novembro de 2016. Prezado colunista Odilon Muncinelli. Paz e Bem. Recebi e li com bastante atenção, e sou-lhe grato pela importante referência feita à nossa “Biblioteca Comunitária João Rodrigues de Mattos” em Itarema Ceará na sua inspirada coluna Milho no Monjolo no Jornal O Comércio da Beira do Iguaçu edição de 01 de Outubro de 2016. / Sem dúvida renderão dividendos literários para a nossa Biblioteca Comunitária, enfim, para o incentivo à cultura do nosso Município de Itarema e reforço/incentivo para o nosso “Projeto de Leitura”. / Mais uma vez o nosso muitíssimo obrigado e aguardamos mais novidades literárias, inclusive o próprio Jornal com sua coluna. Sem mais, do amigo de sempre; Prof. Mattos”.

 

AGRADECIMENTO

Na mesma segunda feira, chegou às minhas mãos, via Correios, um exemplar do livro “História Documental do Paraná”, da professora Cecília Maria Westphalen, edição de 1987. Desde logo agradeço ao velho e bom amigo Carlos Alberto Costa Guérios, este valioso Presente de Natal. O prefácio é assinado pela própria autora. A obra registra um farto acervo documental, cartográfico e fotográfico. Anotação: Cecília Maria Westphalen nasceu a 27 de abril de 1927, na cidade Lapa, Paraná, e morreu a 10 de março de 2004, em Curitiba, Paraná. Foi historiadora e professora na Universidade Federal do Paraná (UFPR).

 

“MOMENTO DA EDUCAÇÃO”

“Doutorado” faz o assunto do programa “Momento da Educação”, que vai ser apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, no próximo domingo, dia 20, às 11 horas, nos microfones da Rádio Difusora União, a antiga ZYD-3, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo”, o amigo e apresentador informa que o entrevistado será o professor Carlos Eduardo Moreira da Silva, graduado em História, mestre em Educação (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e doutor em Ciências Sociais (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), que falará sobre o seu Doutorado, contando importantes detalhes. Observação: Neste mesmo domingo, dia 20, às 15 horas, o professor Carlos Eduardo Moreira da Silva poderá ser assistido e ouvido, em entrevista sobre o mesmo assunto, no Programa “Caminho da Universidade”, que é apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná.

 

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao médico Ney Regattieri do Nascimento, pranteado pai da jornalista e velha amiga Zélia Maria do Nascimento Sell, que, na última terça-feira, dia 15, “mudou-se para o andar de cima”, aos 93 anos de idade.

 

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.016.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPR.

Milho no Monjolo – 15 de Novembro de 2016

HISTÓRIA LOCAL

Pelo Decreto-Lei n.o 257, de 28 de junho de 1977, assinado pelo Dr. Victor Buch Filho, então Prefeito Municipal de Porto União, SC, foi criada a Escola Isolada Municipal “Prof. João Fernando Sobral”, determinando o seu funcionamento, retroativamente, a partir de 10 de março de 1976, com todos os dispositivos legais exigidos. Pois, nesse dia, mês e ano começaram as aulas. Aliás, a construção da Escola começou nesse mesmo ano e coube à Prefeitura Municipal de Porto União, SC, em parceria com o Lions Clube Porto União da Vitória. Mais tarde, pelo Decreto no 288, de 05 de outubro de 1988, assinado pelo Prefeito Municipal Ilário Sander, a Escola foi transformada em Grupo Escolar “Jardim Bela Vista”. Um ano depois, pelo Decreto no 034, de 05 de outubro de 1989, a Escola transformou-se em Centro Integrado Municipal de 1º Grau “Prof. João Fernando Sobral”. Atualmente, a Escola denomina-se Núcleo Educacional “João Fernando Sobral”.

 

PROMOÇÃO

O Instituto Histórico e Geográfico do Paraná (IHGPr) possui a “Estante Paranista”, criada há 40 anos pelo então presidente Mário Tourinho, direcionada para a publicação de temas relativos ao Paraná. Para comemorar o sucesso das publicações o Instituto está realizando uma promoção para os seus associados. Para este mês de novembro, oferece duas pesquisas inéditas sobre a História do Paraná. São elas: 1. “Zaco Paraná” de Edvino Tempski, que presta homenagem ao artista plástico, com uma minuciosa biografia, no ano em que completou o centenário. Anotação: O seu nome completo é João Zaco Paraná, nascido Jan Zak, na Polônia e naturalizado brasileiro em 1923. 2. “Eleodoro Ébano Pereira e a Fundação da Vila de Curitiba”, de Júlio Moreira, é uma leitura obrigatória para quem deseja compreender as origens primitivas da Vilinha do Atuba que deu origem à cidade de Curitiba. Anotação: Eleodoro Ébano Pereira é considerado um dos fundadores da cidade de Curitiba, antiga Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais. Cada título está sendo vendido ao preço de R$ 10,00 (dez reais). É uma oportunidade única.

 

14 ANOS

No último domingo, dia 13, o Programa “Nossa História” – “a História Contada Por Quem Sabe”, produzido e apresentado pela jornalista, pesquisadora e historiadora Zélia Maria Nascimento Sell, apresentou momentos marcantes alusivos aos seus 14 anos de profícua e valiosa existência no cenário cultural do Paraná e de Santa Catarina. Inclusive, prestou homenagem aos “Amigos da História”.

 

16 ANOS

No próximo sábado, dia 19, no Parque Histórico Iguassú, Colônia Porto Almeida, em União da Vitória, Paraná, a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI), realiza uma Sessão Solene em homenagem aos 16 Anos da sua Instalação, ocorridos na última quinta-feira, dia 10. Nota: Haverá ainda passeio cultural e passeio de Barco no conhecido “Caminhos do Iguassú”.

 

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao senhor João Sliwinski, que fez a doação dos terrenos para a construção da Igreja e do Núcleo Educacional João Fernando Sobral, no Bairro Jardim Bela Vista, em Porto União, Santa Catarina.

 

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.016.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPR.