Milho no Monjolo

Odilon Muncinelli

Milho no Monjolo – 06 de Novembro de 2018

DISCURSO 1

“Meus cumprimentos ao Senhor Santin Roveda, Prefeito Municipal de União da Vitória, Senhor Tenente Coronel Damásio Douglas Nogueira Junior, Comandante do 5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado, Senhor Raulino Bortolini, Presidente da Academia de Letras do Vale do Iguaçu, acadêmicos da ALVI, militares, senhoras, senhores, jovens, que nos prestigiam com sua presença. Quero aqui e agora, reiterar meus cumprimentos ao Coronel Damásio, Comandante dessa Corporação e ao professor Raulino, presidente da ALVI que, unidos, estão nos proporcionando uma noite cultural em homenagem aos municípios de Porto União e União da Vitória. O Comandante Damásio e sua digna família, integraram-se à nossa comunidade, participando com assertividade das nossas empreitadas educativas, culturais e sociais. Viabilizou a parceria disponibilizando o salão do Círculo Militar para nos receber e, agradecemos. A Academia de Letras do Vale do Iguaçu, que tem como lema: “Nenhum dia sem uma linha”, enquanto visualizamos nosso majestoso Rio Iguaçu contornando nossas cidades, através dos seus acadêmicos, exercem sua linguagem pura para brindar nossos povos com poemas, textos, contos, história, crônicas, resenhas… “A Academia de Letras Vale do Iguaçu tem por finalidade o cultivo, a preservação e a divulgação do vernáculo e da literatura brasileira, nos seus aspectos científico, histórico, filosófico, literário e artístico”. Parabéns, professor Raulino, parabéns acadêmicos da ALVI, parabéns aos convidados que aqui se encontram, parabéns e gratidão ao Tenente Coronel Damásio pelos momentos culturais e educativos que nos proporcionam através das suas ações. Sobre o êxito, para nossa reflexão: “Deter-se ao olhar para trás, permitir-se o descanso e a satisfação dão, além de tudo, uma nova possibilidade: reunir forças para ascender ao próximo cume. Trata-se, então, de um delicado equilíbrio: as recordações que inspiram a tranquilidade do presente, a alegria da meta conquistada e os projetos novos que nos impulsionam para frente.   Talvez a essência de estar vivos seja seguir sonhando sempre, imaginar outros objetivos, ter algo por que lutar. Porém nunca esqueçamos que, por mais que a vida nos desafie todos os dias e nunca devamos nos render na luta por nossas ilusões, existem um tempo e um espaço únicos, preciosos para desfrutar e ser feliz. Muito Obrigado”. (Texto do discurso proferido pelo Prefeito Municipal de Porto União, Eliseu Mibach, na Sessão Solene em Homenagem às Cidades Irmãs – União da Vitória-PR e Porto União-SC, realizada na noite de  31/10 pela Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) em parceria com 5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado – Batalhão “Juarez Távora”).

 DISCURSO 2 

Historicamente, as Cidades Irmãs nasceram juntas e por muitos anos formaram uma só, em território do Estado do Paraná,  com nome de Porto da União que significa o encontro do Caminho das Águas com o Caminho das Tropas. Politicamente, as Cidades Irmãs foram separadas em razão do Acordo de Limites assinado entre o Paraná e Santa Catarina. Decorrendo daí, que União da Vitória continuou em território paranaense e Porto União passou para o território catarinense. Mas, como disse, em certa ocasião, o inesquecível Desembargador João De Borba: “Um Trilho de Trem, Não Separa Ninguém”.

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 02 de Novembro de 2018

HONRARIA

Na última quinta-feira, dia 25/10, a Câmara de Municipal de Porto União, SC, conferiu  Moção Honrosa à Loja Maçônica União III. O evento ocorreu em Sessão Especial realizada na Sede da própria Loja.

HOJE É DIA DE FINADOS

O Dia de Finados ou Dia dos Mortos é lembrado anualmente em 02 de novembro. No Brasil, esta data é um Feriado Nacional. A lembrança de Finados é muito importante para algumas religiões, principalmente para os católicos, pois se presta homenagem a todos os entes queridos que já morreram. Nesta data, o movimento nos cemitérios é intenso, pois muitas pessoas vão deixar flores, velas e fazer orações nos túmulos de familiares ou amigos que já partiram. Origem do Dia de Finados. Desde o século XI, os Papas Silvestre II, João XVIII e Leão IX já recomendavam aos cristãos a dedicarem um dia por ano a rezarem por quem já havia falecido e que não era lembrado. A partir do século XII, o Dia de Finados é lembrado pela Igreja Católica em 02 de novembro. No entanto, desde o século I os cristãos têm o costume de rezar por seus mortos. Neste período, as pessoas iam às catacumbas e túmulos para rezar pelos que morreram sem martírio, com esperança de terem suas almas salvas. A partir do século IV, a Igreja começou a incluir em suas celebrações a “Memória dos Mortos” – um momento de orações dedicadas a todos os que já faleceram. O Dia de Finados é lembrado no dia 02 de novembro porque no dia 1º de novembro é lembrado o Dia de Todos os Santos – data que lembra  todos os que morreram em estado de graça, mas que não tiveram a oportunidade de serem canonizados ou que não são lembrados em orações por ninguém. (Fonte: Calendarr Brasil).

FEIRA DO LIVRO ESPÍRITA

Do dia 05 a 10 deste mês, das 9 às 21 horas, diariamente, na Praça Alvir Riesemberg, em União da Vitória, Paraná, ocorrerá a 33ª Feira do Livro Espírita, numa promoção do Centro Espírita “Amor e Caridade” e da 15ª União Regional Espírita. O evento tem como objetivo a divulgação da Doutrina Espírita. “A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação” (Allan Kardec). A Feira do Livro Espírita contará com livros de Allan Kardec (Hippolyte Leon Denizard Rivail, 1804-1869), de Chico Xavier (Francisco Cândido Xavier, 1910-2002), de Divaldo Pereira Franco, além de inúmeros outros títulos doutrinários, filosóficos e religiosos, entre eles, “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, “Paulo e Estevão”, “Pão Nosso, Pai Nosso”, “Caminho Verdade e Vida” e outros tantos.  E os CDs “Momento Espírita”. Vale a pena conferir!

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada em memória aos meus primeiros professores – Fredolino Mayer na Escola Isolada de Porto Almeida (1947), Joanna Such no Grupo Escolar de Porto Vitória no Alto do Morro (1948-1949) e Irmã Domingas no Externato Santa Terezinha de União da Vitória (1950-1951) – a escola e o prédio não existem mais.

Beira do Iguaçu, Novembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 30 de Outubro de 2018

HISTÓRIA DO BRASIL (E DO PARANÁ) 1

Nascida no ano de 1952, em Cornélio Procópio, PR, Etel Frota estudou Medicina. Atuou como Clínica Geral por 18 anos. Trabalhou no Banco do Brasil, como Escriturária e como Médica, de 1971 a 1993. Em 1997, em sua primeira aparição pública, como criadora, conquistou o primeiro e segundo lugares no Segundo Festival de Compositores do SESC da Esquina, por suas letras para canções compostas em parceria com Luís Otávio Almeida e Iso Fischer. Desde 1999 atua de forma exclusiva como escritora-poeta, letrista, roteirista, com algumas incursões pela dramaturgia. Sua peça teatral “Vila Paraíso” (2004), escrita a partir da Tese de Doutorado de Sônia Davanso, sobre gravidez na adolescência, teve várias montagens pelo Grupo “Pé no Palco”, com direção de Fátima Ortiz, e recebeu três indicações ao Prêmio Gralha Azul: Melhor Texto Original, Melhor Trilha Sonora (em parceria com Rosi Greca e Zé Rodrix) e Melhor Figurino (premiada). E por aí vai…

 

HISTÓRIA DO BRASIL (E DO PARANÁ) 2

Na última quinta-feira, dia 25, no Círculo de Estudos Bandeirantes, em Curitiba, Paraná, a acadêmica Etel Frota, da Academia Paranaense de Letras, proferiu a palestra de encerramento da XXIV Semana de História, promovida pelo Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, Academia Paranaense de Letras e Círculo de Estudos Bandeirantes. A palestrante abordou o tema “O Herói Provisório: Os Bastidores da Pesquisa Sobre o Episódio Cormorant” – Um Pequeno Incidente Internacional de Grandes Proporções.

HISTÓRIA DO BRASIL (E DO PARANÁ) 3

Inaugurada em 1769, para proteger a Baía de Paranaguá, a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres, na Ilha do Mel, foi palco de um episódio interessante na História do Brasil (e do Paraná). Em 07 de novembro de 1831, o Império Brasileiro já havia promulgado uma Lei que previa a libertação de todos os escravos desembarcados no Brasil, assim como a prisão dos responsáveis pelo transporte e seus compradores. Entretanto, grandes quantidades de escravos continuavam entrando em território nacional de forma clandestina. Havia fiscalização ineficiente e, não raro, as autoridades envolvidas na fiscalização eram as que mais lucravam com o comércio de escravos. Em 1845, o Parlamento Inglês promulgou o Slave Suppression Act, mais conhecido no Brasil como “Bill Aberdeen”, que permitia à Inglaterra perseguir e apresar qualquer navio negreiro, mesmo nas costas brasileiras. A atuação inglesa, em cumprimento à Lei, criou vários atritos com o Brasil. Entre 1845 e 1851, a Marinha Inglesa apreendeu ou destruiu 368 embarcações brasileiras que faziam tráfico negreiro no Atlântico Sul. Nesse período, os navios brasileiros começaram a usar documentos de carga e registros falsos para burlar a fiscalização inglesa. Daí que veio a expressão “para inglês ver”. E por aí vai…

A ÚLTIMA

Navegador de canoinha de corticeira, transportador de toras de sabugo, pescador de cascudo com fisga na cachoeira, pescador de lambaris com as mãos, jogador de bolinha de búrico, corredor em carrinho de eixo de laranjeira e rodas de madeira, caçador  com cetra, bodoque e bocó com pelotes, comedor de jabuticaba no pé,  tropeiro de  chuchus, andador de 1 km a pé para ir à  Escola Isolada, atravessador do Rio Iguaçu em canoa para ir ao Grupo Escolar e tomador de banho no arrio foram na infância minha vida inteira na Vila de Porto Almeida. (Odilon Muncinelli).

 Beira do Iguaçu, Outubro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 26 de Outubro de 2018

DES. TOSHIHARU YOKOMIZO

O Desembargador   Toshiharu Yokomizo nasceu no dia 05 de janeiro de 1937, na cidade de Valparaíso, São Paulo. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Paraná, Turma 1961. Especializou-se em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade Paranaense, em Umuarama, 1986/1987. Juiz Substituto em União da Vitória, no dia 01 de julho de 1974. Juiz de Direito de Entrância Inicial nas Comarcas de Guaraniaçu e Uraí. Um dos fundadores da  Faculdade Municipal de Administração e Ciências Econômica – FACE, de União da Vitória, em 1975/1977, atualmente, Centro Universitário de União da Vitória – UNIUV. E um dos fundadores  do Curso de Direito da Universidade Paranaense, em Umuarama, 1982/1989, e, do Curso de Direito da Universidade Norte do Paraná, em Londrina, 1999/2000. Em 12 de abril de 2000 foi nomeado Juiz do Tribunal de Alçada. No dia 31 de dezembro de 2004, foi promovido ao cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná. Fez estágio no Centro de Estudos Jurídicos em Lisboa, Portugal. Autor do livro “Estudos Inacabados de Alguns Institutos do Direito Processual Civil. Aposentou-se, compulsoriamente, no dia 05 de janeiro de 2007.

DES. GILBERTO FERREIRA

O Desembargador  Gilberto Ferreira nasceu no dia 21 de julho de 1953, em Quatiguá, Paraná. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Paraná, Turma 1979. Ingressou na Magistratura através de Concurso Público em 1984. Atuou como Juiz Substituto na Comarca de Jacarezinho. E como Titular nas Comarcas de São Jerônimo da Serra, Ribeirão Claro, União da Vitória, Paranaguá e Curitiba, até ser promovido a Juiz Substituto em 2º Grau, com atuação na 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná. Mestre em Direito das Relações Sociais (UEL), Epecialista em Direito Contemporâneo (PUC) e em Direito Processual (POSITIVO). Membro da Academia de Cultura José de Alencar de Curitiba e da União Brasileira de Trovadores-Curitiba. Autor dos livros “Aplicação da Pena”, “O Rio Nasce na Montanha e Segue Rumo ao Mar” e “Minhas Histórias”. Idealizador da Central de Penas Alternativas de Curitiba (a 1ª do Brasil), do “Projeto SerSocial” e do Programa de Rádio, “Justiça Para Todos”, da Associação dos Magidtrados do Paraná – AMAPAR. Professor e Diretor-Geral da Escola da Magistratura do Paraná, Presidente da Associação dos Magistrados do Paraná – AMAPAR, Coordenador da AMB para a Região Sul, Juiz Auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, Integrante do “Projeto Paraná Sentença em Dia” e Membro Efetivo do Tribunal Regional Eleitoral. Tomou posse no cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná no dia 03 de dezembro de 2013.

SESSÃO SOLENE

Na próxima quarta-feira, dia 31, às 20 horas, no Círculo Militar, no Bairro Santa Rosa, em Porto União, Santa Catarina, a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) realiza uma Sessão Solene em “Homenagem às Cidades Irmãs – União da Vitória-PR e Porto União-SC”, numa parceria com o 5º Batalhão de Engenharia de Combate Blindado – Batalhão “Juarez Távora”. O acadêmico Joaquim Osório Ribas fará uso da palavra em nome da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI).
Beira do Iguaçu, Outubro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 23 de Outubro de 2018

“AO MESTRE COM CARINHO” 

“Ao ler a edição de número 6126 do Jornal O Comércio, na Coluna Milho no Monjolo, do querido amigo, poeta e membro da ACADEMIA DE LETRAS DO VALE DO IGUAÇU e advogado, Dr. Odilon Muncinelli, nos deparamos com a dedicação daquele espaço, a nossa pessoa. Quem não ficaria honrado com tal manifestação vinda de um imortal das letras paranaense?! Não só por ser, Odilon um imortal. Mas esta demonstração de apreço para um simples “escrivinhador” sobre o cotidiano do vai e vem da política local e regional de que O BOCUDO aborda, nos dá mais ânimo de continuar nessa lida, não muito agradável, pois no desenrolar das “peleias”, nem sempre agradamos a todos. Odilon, sabe quanto é árduo ousar expor verdades ou pelo menos tentar chegar perto e manter um folhetim como O BOCUDO. E também nem sempre, o caro amigo Odilon e nós pensamos igual em diversos temas, porém tanto ele como nós, nos comportamos honrando a máxima que é atribuída a Voltaire. Assim, dileto amigo, nos expomos, e nos expondo registramos o cotidiano de nossa passagem por esta fresta de tempo que o Grande Arquiteto do Universo nos proporciona e nos ilumina para deixar registrado no papiro a memória do hoje para os que hão de vir depois de nós. Prezado amigo Odilon receba pois o nosso abraço fraterno e o ósculo na testa do mestre que muito nos ensina e nos faz refletir com seus escritos. Ps.: O título não poderia ser outro”. (Luiz Ernani da Silva, in O BOCUDO, ano 22, edição 283, da 1ª Quinzena de Outubro de 2018, página 08).

DIA DO POETA

No último sábado, dia 20, o Programa “CBN – Linha Aberta”, apresentado pela CBN Vale do Iguaçu, entrevistou a professora, catequista e poetisa Sonia Luzia de Oliveira Cabral, em alusão ao Dia do Poeta lembrado naquela data. Não há Lei que oficialize a data no País. A porto-unionense Sonia Cabral publicou o livro “Dormi… Sonhei… E Acordei Poesia”.  Assinei o Prefácio desse Livro de Poesia. Agradeço as palavras elogiosas dirigidas para este Colunista e para a Aldair. Nota: “Suas poesias, as vezes lírica, as vezes concreta, encantou o Dr. Odilon Muncinelli que ao ler as poesias, escritas em simples caderno, caprichosamente com figuras e imagens representativas, incentivou a poetisa a editar seu livro”. (Eliziane Schaefer Buch, 22-12-2017, im Jornal Caiçara).

HELENA KOLODY

Helena Kolody, que nasceu no dia 12 de outubro de 1912, em Cruz Machado, Paraná. E morreu no dia 15 de fevereiro de 2004, em Curitiba, Paraná. Antes desse horário, a partir das 10 horas, Adélia Maria Woellner autografará a antologia “Infinita Sinfonia”, que foi por ela organizada quando do Centenário de Nascimento de Helena Kolody e publicada pela Editora Insight.

A ÚLTIMA 

A História não apaga o que escreveu com muita luta e até heroísmo nas páginas de um Povo. (Odilon Muncinelli).

 

Beira do Iguaçu, Outubro de 2.018

Odilon Muncinelli – Membro da ALVI e do IHGPR

Milho no Monjolo – 16 de Outubro de 2018

LUTO

Na última quarta-feira, dia 10, no final da tarde, em São Paulo, Capital, morreu a médica e escritora espiritualista Zibia Milani Gasparetto, aos 92 anos de idade. Ela morreu dormindo. “Hoje, o astral recebe com amor uma de suas representantes na Terra”, diz uma postagem no Faceb ook. “Zibia Gasparetto, 92 anos, completou hoje sua missão entre nós e parte para uma nova etapa ao lado de seus guias espirituais, deixando uma legião de fãs, amigos e familiares, que foram tocados por sua graça, delicadeza e por suas palavras sábias”, completa o texto. Nascida no dia 29 de julho de 1926, em Campinas, São Paulo, Zibia Gasparetto ficou conhecida na literatura espírita. Ela se dedicou ao espiritismo por 68 anos e tem 58 obras publicadas, com mais de 18 milhões de exemplares vendidos. Durante sua carreira, a escritora também ganhou notoriedade como médium. Entre as principais obras destacam-se “O amor Venceu”, “Eles Continuam Entre Nós” e “A Vida Sabe o Que Faz”. Além de “O Mundo Que Eu Vivo”, “Pedaços do Cotidiano”, “Ela Confiou na Vida”,  “A Verdade de Cada Um”, “O Matuto” e outros. Pesquisas sobre “Mônica de Castro, Chico Xavier e outras. De origem italiana, Zibia Gasparetto foi casada com Aldo Luiz Gasparetto. Juntos, estudaram a Doutrina Espírita e passou a frequentar reuniões públicas da Federação Espírita do Estado de São Paulo, além de realizar estudos em casa. A Editora ‘Vida e Consciência’, responsável pelas publicações de Zibia Gasparetto, divulgou, em seu site, uma nota sobre o falecimento da autora. “Foram mais de 68 anos dedicados ao espiritismo, 58 obras publicadas e mais de 18 milhões de livros vendidos. Agradecemos de coração a todos que permitiram que seus ensinamentos de luz permeassem e transbordassem em suas vidas. Esse legado será eterno e os conhecimentos de Zibia Gasparetto sobre as relações humanas e espirituais serão transmitidas por muitas e muitas gerações. Ela segue em paz ao plano espiritual, olhando por todos nós. Feliz recomeço!”, afirma o texto.

FEIRA DO LIVRO ESPÍRITA

De 05 a 10 de novembro próximo, das 9 às 21 horas, diariamente, na Praça Alvir Riesemberg, em União da Vitória, Paraná, ocorrerá  a 33ª Feira do Livro Espírita, numa promoção do Centro Espírita “Amor e Caridade” e da 15ª União Regional Espírita.  O evento tem como objetivo a  divulgação da Doutrina Espírita. “A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação” (Allan Kardec). A Feira do Livro Espírita contará com livros de Allan Kardec (Hippolyte Leon Denizard Rivail, 1804-1869), de Chico Xavier (Francisco Cândido Xavier, 1910-2002), de Divaldo Pereira Franco, além de inúmeros outros títulos doutrinários, filosóficos e religiosos, entre eles, “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, “Paulo e Estevão”, “Pão Nosso, Pai Nosso”, “Caminho Verdade e Vida” e outros tantos.  E os CDs “Momento Espírita”. Vale a pena conferir!

Beira do Iguaçu, Outubro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 09 de Outubro de 2018

LEMBRA DO  CAPILÉ? NÃO!

O Capilé é o xarope de avenca, mais especificamente de capilária, um tipo de feto herbáceo, ou ao refresco que pode ser obtido a partir desse mesmo xarope. A denominação capilé é derivada do latim, mais precisamente do francês capillaire ou “feito com a capilária”, um tipo de avenca, que deriva de capillum por lembrar uma cabeleira. História. Bebida muito apreciada em Portugal, sua receita remonta ao século XVIII, feito a partir de produtos naturais. O xarope de capilé é referido no livro de receitas “O Cozinheiro Moderno” ou “Nova Arte de Cozinha”, de autoria de Lucas Rigaud, no ano de 1780.  No volume número dois da sua obra, Lucas Rigaud faz referência ao xarope de avenca, que no caso dá o nome de “capiler”. O xarope é confeccionado através de infusão das folhas da avenca devidamente trituradas, à qual é adicionado açúcar, podendo ser aromatizado com água de flor de laranjeira. Através da infusão são extraídas da planta quer os aromas quer as substâncias que possuem atividade terapêutica. Para se fazer o refresco o xarope é diluído com água e é adicionado gelo e casca de limão. (Fonte: Wikipédia, a Enciclopédia Livre).

 BANCO DA FAMÍLIA

“O Banco da Família, especializado em microfinanças, inaugurou a primeira unidade no Paraná este ano, na cidade de União da Vitória, e comemora 20 anos de atuação em outubro. Criada em Lages/SC e classificada como a melhor instituição do gênero no Brasil, segundo avaliação da Microrate, já concedeu mais de R$ 720 milhões em crédito para cerca de 275 mil pessoas que desejam empreender, construir a casa própria, melhorar instalações sanitárias ou financiar despesas extraordinárias não previstas. A partir de agora, a meta da instituição é expandir o trabalho para outras cidades e investir em tecnologia”.

 TROFÉU GUERREIRO DO PARANÁ

O Movimento Pró-Paraná, por intermédio de seu Presidente e do Conselho Temático Cívico Cultural, por ocasião das Comemorações dos 165 Anos da Criação da Província do Paraná, realiza  nesta terça-feira, dia 09, às 17 horas, a cerimônia de outorga do Troféu Guerreiro do Paraná ao Professor e Advogado RENÉ ARIEL DOTTI. Ato contínuo, o homenageado proferirá a palestra “PARANÁ 165 ANOS”. O evento ocorrerá na Sala Maria Christina, da Associação Comercial do Paraná.  Nota: René Ariel Dotti é membro da Academia Paranense de Letras.

 A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao confrade e velho amigo Aluízio Witiuk, que, recentemente, proferiu palestra sobre a “Histótia das Eleições no Brasil e do Voto”, na Universidade Loyola de Chicago, Estado de Illinois, nos Estados Unidos, dirigida aos brasileiros residentes naquela cidade.  Ele é  membro da Academia de Letras do Valedo Iguaçu (ALVI).

 Beira do Iguaçu, Outubro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 05 de Outubro de 2018

PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA 1

A Academia Sueca anunciou, na última sexta-feira, dia 28/09, que o Prêmio Nobel de Literatura não será concedido em 2018, devido a um escândalo de estupro e agressões sexuais. Esse será o primeiro adiamento da entrega do Prêmio em quase sete décadas. “O Prêmio Nobel 2018 de Literatura será designado e anunciado ao mesmo tempo que o Premiado de 2019”, anunciou a Instituição em um comunicado. O Prêmio é entregue desde 1901 e a Academia Sueca não o suspendia desde a Segunda Guerra Mundial — entre os anos de 1940 e 1943 não houve premiação. A entrega também não ocorreu nos anos de 1914 e 1918, em meio a Primeira Guerra Mundial, além de 1935 e 1949. A Instituição está mergulhada em uma crise desde novembro. No contexto da campanha mundial contra os abusos sexuais, o jornal sueco “Dagens Nyheter” publicou os relatos de 18 mulheres que afirmavam terem sido violentadas, agredidas sexualmente ou assediadas por uma influente figura da cena cultural sueca.

PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA 2

Prêmio Nobel “alternativo” de Literatura pode substituir Prêmio da Academia Sueca em 2018. Intelectuais se juntaram como forma de protesto e devem anunciar vencedor em outubro. Pela primeira vez desde 1949, a Academia Sueca não vai entregar o Prêmio Nobel de Literatura — o vencedor de 2018 será anunciado somente em 2019. A decisão ocorreu em meio à crise pela qual a instituição vem passando, após um escândalo de abuso sexual nos círculos internos da Academia. No entanto, um grupo de intelectuais decidiu criar sua própria versão do mais importante Prêmio Literário do Mundo. 107 nomes do meio cultural da Suécia se juntaram como forma de protesto e criaram a Nya Akademien (Nova Academia), que planeja anunciar o premiado em outubro, na mesma data do original, além de organizar uma cerimônia oficial de entrega em 10 de dezembro. “Fundamos a Nova Academia para lembrar as pessoas que a literatura e a cultura em geral devem promover democracia, transparência, empatia e respeito, sem privilégios, preconceito, arrogância ou sexismo”, escreveu o grupo em um comunicado para se apresentar. A criação do Prêmio “alternativo” ocorre após os escândalos envolvendo Jean-Claude Arnault, nome influente nos círculos do Prêmio e marido de Katarina Frostenson, integrante da Academia Sueca. Ele é acusado de assédio e abusos sexuais por 18 mulheres, segundo reportagem do jornal sueco “Dagens Nyheter”. Ele nega as acusações. A Nova Academia decidiu convidar bibliotecários de toda a Suécia para ajudar na indicação de autores. Os concorrentes podem ser de qualquer lugar do mundo, mas devem ter escrito pelo menos dois livros — sendo que um deve ter sido publicado nos últimos 10 anos. Após a escolha de indicados, haverá uma votação aberta na internet. Os quatro candidatos mais votados vão então para a votação do júri da Nova Academia, liderado pela jornalista sueca Ann Pålsson, que escolherá o grande vencedor. No entanto, o prêmio em dinheiro não deve ser o mesmo do Nobel ( cerca de R$ 3,5 milhões). “Em uma época em que os valores humanos estão sendo cada vez mais questionados, a literatura se torna uma força contrária ainda mais importante para deter a cultura do silêncio e da opressão. A Nova Academia considera isso tão importante, que o maior prêmio de literatura do mundo deve ser concedido ainda em 2018. Esse é o único propósito de por que fundamos a Nova Academia”, comunicou o grupo. “Ao conceder este prêmio, estamos realizando um protesto. Queremos mostrar às pessoas que o trabalho cultural sério não precisa ocorrer em um contexto de linguagem coercitiva, irregularidades ou abuso”. (Fonte: O Globo).

 

Beira do Iguaçu, Outubro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALV I e do IHGPr)

Milho no Monjolo – 02 de Outubro de 2018

DOIS EVENTOS

No mês passado, dia 22, sábado, numa manhã bonita de começo de Primavera, ocorreram dois eventos de grande importância histórica para Porto União, Santa Catarina. Primeiro: O depósito da “Cápsula do Tempo” em chão da Praça do Centenário Prefeito Victor Buch Filho, em local previamente designado e posteriormente marcado com uma medalha de bronze. Instituída pela Lei Municipal nº 4.489, de 04 de outubro de 2017, com o objetivo de  preservar a memória das comemorações do Centenário de Porto União (SC), a “Cápsula do Tempo” contém fotografias, documentos, livros, pen  drives com reportagens, jornais, revistas, narrativas de fatos,  cartas, bilhetes, objetos, expectativas de futuridade e até um ofício do Prefeito Municipal Eliseu Mibach endereçado  ao Prefeito ou à Prefeita que esteja na Chefia do Município por ocasião do seu Sesquicentenário,  a ser comemorado no dia 05 de setembro de 2067. Segundo: O descerramento da placa de bronze em homenagem aos plantadores das seis (6) mudas de Ipê Amarelo, o Símbolo do Centenário, no Dia da Árvore de 2017. São eles, pela ordem: este Colunista, Therezinha Leony Wolff, Renato Ruschel, Delbrai Augusto Sá, Herbert Bauer e Almir Duarte.

OFÍCIO PARA O FUTURO

Eis o ofício na íntegra: “Ofício nº 556/18 – COM. Porto União (SC), 22 de setembro de 2018 Excelentíssimo(a)  Senhor(a) Prefeito (a) Municipal do ano de 2067 PORTO UNIÃO – SC Caríssimo(a), É com muito orgulho que escrevo como Prefeito do Centenário da terra em que nasci. Meu chão querido, pelo qual dediquei muitos anos de trabalho por um povo ordeiro e honesto que hoje completa 150 anos. Escrever para Vossa Excelência em uma ocasião tão especial me enche o peito de orgulho e gratidão. Tentei, como Prefeito por três mandatos, fazer nossos munícipes enxergarem o lugar maravilhoso em que vivemos e fiz minha parte para que o progresso fosse visível. Hoje, posso dizer que a frente da Prefeitura, mais do que asfaltar ruas, construir escolas, creches, pontes, estradas, postos de saúde, centros comunitários, eu toquei pessoas. Acredito ter conseguido inspirar moradores a cuidar de suas calçadas, plantarem árvores, cultivarem flores para deixar nossa cidade amiga ainda mais encantadora. Estamos vivendo momentos conturbados na política nacional. Nossa economia não anda bem. Por isso insisti que temos que administrar recursos públicos usando mais do que economia, precisamos usar a criatividade. Espero que a situação financeira em que Vossa Excelência encontra nosso município seja mais confortável do que foi a minha, mas desejo do fundo do meu coração que tenha uma equipe tão comprometida e eficiente como a que eu tive comigo. Provavelmente algumas dessas pessoas com quem tive a honra de trabalhar estão aí hoje, comemorando e se emocionando nesta data tão especial. Por isso, esteja certo(a) de que estou com vocês, em cada sorriso e em cada lágrima me sinto representado. Obrigado terra querida. Obrigado Porto União. Respeitosamente, Eliseu Mibach Prefeito do Centenário”.

Beira do Iguaçu, Outubro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 28 de Setembro de 2018

O PASQUIM

O Pasquim foi um semanário alternativo, em formato tablóide, criado por Jaguar (Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe), Tarso de Castro, Sérgio Cabral e Ziraldo Alves Pinto, de característica paradoxal, editado entre 26 de junho de 1969 e 11 de novembro de 1991, reconhecido pelo diálogo entre o cenário da contracultura da década de 1960 e por seu papel de oposição ao regime militar. De uma tiragem inicial de 20 mil exemplares, que a princípio parecia exagerada, o semanário (que sempre se definia como um hebdomadário) atingiu a marca de mais de 200 mil em seu auge, em meados dos anos 1970, se tornando um dos maiores fenômenos do mercado editorial brasileiro. A princípio uma publicação comportamental (falava sobre sexodrogasfeminismo e divórcio, entre outros) O Pasquim foi se tornando mais politizado à medida que aumentava a repressão da ditadura, principalmente após a promulgação do repressivo ato AI-5O Pasquim passou então a ser porta-voz da indignação social brasileira. (Fonte: Wikipédia, a Enciclopédia Livre).  

HOMENAGEM

“Dia 19 de setembro de 2009, no Centro Cultural 25 de Julho, ocorreu a Instalação da Academia de Cultura Precursora da Expressão (ACUPRE), de União da Vitória e Porto União. Um grupo de membros da Academia de Cultura de Curitiba (ACCUR), liderado por seu entusiasta Presidente, João Darcy Ruggeri, ateou fogo a essa ideia, que congregou um número representativo de pessoas. Pintura, Escultura, Dança, Música, Comunicação Social, Ciências, Pesquisadores, unidos, como voluntários de um projeto maior para a região: unir forças, criar vínculos consistentes, dar visibilidade de farol à multidão de luzes esparsas . Que esperam? Dialogar com mais profundidade, com base na ética, não em busca de consenso, mas de enriquecimento cultural. (…)”.  Na Academia de Cultura não importa o nível de escolaridade de cada um, mas a energia interior que faz dele um líder a serviço, uma pessoa apaixonada pela vida, curiosa, forte, dialogante. Nada de gênios, nem de perfeições, todos em busca de algo mais, de sinergia, de aperfeiçoamento contínuo, de extravasamento de sonhos, cores e sons, de meditações e estudos benfazejos. (…)”. (Fonte: Centro Universitário da União da Vitória). Isto posto, rendo homenagem ao seu nono aniversário ocorrido neste mês.

 NOME DE RUA

Com a aprovação da Câmara de Vereadores, uma das ruas de Porto União, SC, vai chamar-se “Djanyra Amin Pasqualin”. Uma justa e merecida homenagem! Nota: Professora, pianista e maestrina, Dona Deja, como era mais conhecida, morreu em Curitiba, PR, na madrugada do dia 17 de março deste ano, um sábado, aos 92 anos de idade. Era viúva do saudoso Francisco (Chico) Pasqualin. Foi professora por mais de 30 anos em Porto União, SC. No ano de 2010, ela recebeu a Comenda Pinhão do Vale, conferida pela Academia de Letas do Vale do Iguaçu (ALVI).

 A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada em memória ao estimado e velho esportista Armando Sarti, que, dá nome ao novo Estádio Municipal de Porto União, Santa Catarina, localizado no Bairro Santa Rosa, à margem esquerda do Rio Iguaçu.

Beira do Iguaçu, Setembro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr