Milho no Monjolo

Odilon Muncinelli

Milho no Monjolo – 15 de Julho de 2017

LUTO

Na última segunda-feira, dia 10, em São Paulo, Capital, morreu a festejada escritora Elvira Vigna, que, nos últimos 10 anos se firmou como uma das mais importantes autoras da literatura infantil do País. Nascida no dia 29 de setembro de 1947, no Rio de Janeiro, RJ, além de escritora premiada (Prêmio Jabuti e outros), Elvira Vigna era ilustradora premiada (Prêmio Jabuti), Bacharel em Direito (Universidade de Nancy, França) e jornalista de formação. A sua morte foi anunciada em uma publicação veiculada pela família no perfil da escritora no facebook e em sua página oficial. “Elvira Vigna foi uma pessoa incrível e a família pede que, caso desejem, a lembrem via literatura, que sempre foi sua grande paixão”, diz a nota.

“MOMENTO DA EDUCAÇÃO”

A Farmácia Uniãofaz o assunto do programa “Momento da Educação”, que será apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, no próximo domingo, dia 16 às 11 horas, nos microfones da Rádio Difusora União, a antiga ZYD-3, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo“, o amigo e apresentador informa que o entrevistado será o farmacêutico Carlos Alberto Jung, que falará sobre a Farmácia União desde a sua origem (1901, com o farmacêutico Antiocho Pereira, “O Herói de Cruz Machado”) e depois com o farmacêutico Willy Carlos Frederico Jung até os dias de hoje. Observação: Neste mesmo domingo, dia 16, às 15 horas, o farmacêutico Carlos Alberto Jung poderá ser assistido e ouvido, em entrevista sobre o mesmo assunto, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná.

UM CLÁSSICO CHINÊS

“Com tradução direta do chinês, a Editora Estação Liberdade lançará na próxima segunda-feira, dia 17, o clássico chinês “O Garoto do Riquixá” (336 páginas, com tradução de Márcia Schmaltz), de Lao She, autor nunca antes traduzido no Brasil. O romance, publicado em 1937, é um dos mais aclamados do autor, inclusive teve uma adaptação cinematográfica, em 1982, pelo diretor Li Zifeng”. (Fonte: Jornal Diário Catarinense).

PORTO UNIÃO FAZ CEM ANOS

Na próxima sexta-feira, dia 21, às 19h e 30min, no Clube Aliança, em Porto União, Santa Catarina, ocorre a solenidade do Lançamento Oficial das Comemorações dos Cem anos de Porto União. Na ocasião, ocorre ainda a assinatura da Carta de Intenção para a reativação do Arquivo Histórico, a apresentação da Logomarca e a entrega do Passaporte para as autoridades e colaboradores.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada à pequena poetisa Diana Knapick, aluna do 9º ano do Núcleo Educacional Jornalista Hermínio Milis. Ela é a autora da poesia “Lembranças”, vencedora do Concurso de Poesias sobre os Cem Anos de Porto União, promovido pela Secretaria Municipal de Educação de Porto União, Santa Catarina. Nota: As três primeiras colocadas serão publicadas em livro com mais trinta que conquistaram a Menção Honrosa.

Beira do Iguaçu, Julho de 2.017.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 11 de Julho de 2017

 

A ORIGEM DO PAPEL HIGIÊNICO – Olha só que texto interessante está registrado no site “A Origem das Coisas”, dentre muitos outros. Transcrevo na íntegra: “O papel higiênico é algo tão comum, que qualquer pessoa o vê e usa todos os dias sem sequer pensar quando, onde e quem o criou. / A sua origem remonta ao século II A.C.. Os primeiros escritores chineses, entre os quais Yan Zhitui, mencionaram o papel higiênico, nas suas obras, por volta de 589 A.C.. Em 851 A.C., sabe-se que um viajante muçulmano viajando pela China referiu-se à higiene das pessoas, mencionando o uso de papel em vez de água. / Sabe-se que dez milhões de rolos de papel higiênico foram fabricados por ano na dinastia Yuan. Cada rolo tinha aproximadamente mil a dez mil folhas de papel higiênico. Outra produção em massa foi registada durante a dinastia Ming, verificando-se que mais de 700.000 folhas foram fabricadas. Claro que toda a produção era para uso exclusivo da corte imperial. Pode-se assim considerar os chineses como os inventores do uso do papel para a higiene pessoal. / Já o inventor do papel higiénico da era moderna foi o nova-iorquino Joseph Gayetty, que em 1857 criou o primeiro papel higiênico de que se tem notícia e que era referido, na altura, como sendo “um produto completamente puro para sua higiene”. O papel de Joseph Gayetty era feito em folhas de papel manilha, sem branquear e com a marca d’água de seu criador. No entanto, devido à falta de investimento no marketing do produto, o mesmo não conseguiu grande sucesso comercial. / Só mais tarde, em 1879, é que a empresa Scott Paper Company, sediada em Filadélfia, começa a produzir os primeiros rolos de papel higiênico. Os irmãos Edward e Clarence Scott conseguiram êxito através de campanhas publicitárias agressivas e eficazes junto do mercado. Foi assim que o seu uso se tornou habitual junto da população./ Uma das características do papel higiênico é a sua composição em relação aos outros papeis. Na verdade, ele é feito de forma a decompor-se quando lançado numa fossa séptica. / Hoje em dia existe uma oferta diversa deste produto, cujas diferenças se manifestam pela qualidade do papel, a folha dupla, o aroma perfumado, as folhas suaves, etc.. / Não há qualquer problema em comprar grandes quantidades de papel higiênico, uma vez que ele dificilmente se estraga, desde que conservado num local sem umidade”.

PARTICIPAÇÃO, SESSÃO SOLENE E POSSE– A Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) foi convidada e deverá participar do Desfile Cívico comemorativo aos Cem Anos de Porto União, Santa Catarina, a realizar-se no dia 03 de setembro próximo. “Levaremos nosso Brasão e Faixa. Acredito ser importante a participação da ALVI nesse momento histórico de Porto União”, afirmou a Presidente, Leni Trentim Gaspari. Assino em baixo. Além disso, no dia 22 deste mesmo mês, no Auditório do Colégio Santos Anjos, a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) promoverá uma Sessão Solene em homenagem aos Cem Anos de Porto União, Santa Catarina, e, Posse dos Novos Acadêmicos – Luiz Alberto de Araújo, Marli Terezinha Andrucho Boldori, Maris Stela da Luz Stelmachuk e Thiago Daniel Sander. Só para lembrar: a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) foi fundada no dia 30 de maio de 2000 e instalada no dia 10 de novembro de 2000.

Beira do Iguaçu, Julho e 2.017.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 8 de Julho de 2017

LIMA BARRETO 1

“Antropóloga e historiadora, Lilia Moritz Schwarcz pesquisou ao longo de 10 anos a vida de Lima Barreto. A biografia Lima Barreto: Triste Visionário é um amplo apanhado dos tempos que formaram o autor, da vasta gama de textos publicados por ele em sua curta vida e das impressões deixadas por ele em seus contemporâneos – muitos deles também seus desafetos, dada a contundência com que ele atacou muitas da estruturas de seu tempo – um tempo que a autora também já abordou em As Barbas do Imperador, sobre o reinado de Dom Pedro II. (Fonte: Jornal Diário Catarinense).

LIMA BARRETO 2

“Lima Barreto foi um dos principais escritores do pré-modernismo brasileiro. Além de escritor, ele foi jornalista e suas obras estão relacionadas com temáticas sociais e nacionalistas. / Afonso Henriques de Lima Barreto nasceu em 13 de maio de 1881 na cidade do Rio de Janeiro. Sua família era negra e humilde e seus pais descendentes de escravos. Ele ficou órfão de mãe quando tinha apenas 6 anos de idade. / Foi apadrinhado pelo Visconde de Ouro Preto e, portanto, teve oportunidade de ter uma boa educação. / Cursou seus estudos secundários no Colégio Dom Pedro II. Mais tarde, foi cursar Engenharia na Escola Politécnica. No entanto, foi obrigado a abandonar o curso para ajudar sua família com as despesas. Foi funcionário da Secretaria do Ministério da Guerra. / Além disso, trabalhou como escritor em jornais (Correio da Manhã e Jornal do Commércio) e revistas do Rio de Janeiro (Fon-Fon, Floreal, Careta, ABC, etc.). / Diante de uma vida complicada, Barreto teve problemas de alcoolismo e chegou a ser internado algumas vezes. Além disso, como seu pai, ele sofreu de uma depressão aguda, sendo internado pela primeira vez em 1914. / Em 1918 foi aposentado por invalidez do cargo que exercia na Secretaria de Guerra. Faleceu em 1 de novembro de 1922 com 41 anos de idade”.

“MOMENTO DA EDUCAÇÃO”

“A Concessionária Chevrolet” faz o assunto do programa “Momento da Educação”, que será apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, no próximo domingo, dia 09, às 11 horas, nos microfones da Rádio Difusora União, a antiga ZYD-3, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo“, o amigo e apresentador informa que os entrevistados serão os empresários Carlos Metzler e seu sobrinho Paulo Metzler, que falarão sobre. a Concessionária Chevrolet desde a sua origem (1926, com Alfredo Metzler) até os dias de hoje. Observação: Neste mesmo domingo, dia 09, às 15 horas, os empresários Carlos Metzler e Paulo Metzler poderão ser assistidos e ouvidos, em entrevista sobre o mesmo assunto, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao lembrado amigo Carlos Fagundes que dá nome ao Auditório da OAB Subseção de União da Vitória, Paraná.

Beira do Iguaçu, Julho de 2.017.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 4 de Julho de 2017

 

O JARDIM DE BRONZE

“O best-seller argentino “El Jardín de Bronce”, de Gustavo Malajovich, ainda não foi traduzido para o português, mas o público brasileiro já pode ver sua adaptação para a TV. O livro, e agora série da HBO, conta a história de um pai em busca da filha desaparecida. “O Jardim de Bronze” estreou simultaneamente em toda a América Latina no domingo, dia 25 de junho passado.. Na trama, o arquiteto Fabián Danubio (Joaquín Furriel), vê a filha de 6 anos pela última vez enquanto ela entra com a babá no metrô de Buenos Aires. A capital surge “como um personagem”, define o ator. “A série mostra locais pouco conhecidos, o expectador verá a cidade não de maneira turística, mas real.” Em outras produções, há bons exemplos da sinergia promovida entre os países latinos, como a série “O Hipnotizador” (2015), gravada no Uruguai com atores locais, argentinos e brasileiros e falada em espanhol e português. A mistura, porém, não é regra. Apesar da estreia ao mesmo tempo no continente, toda a mão de obra de “O Jardim de Bronze” é argentina. “Questões econômicas são as menos relevantes, pensamos mais em uma estratégia criativa”, justifica Roberto Rios, vice-presidente corporativo de produções originais da HBO Latin America. “Buscamos histórias fiéis às suas origens”, diz Rios. “O conteúdo tem aptidão natural em seu próprio mercado, mas lidamos com um público aberto a outras culturas.” A ideia é ir contra o conceito hollywoodiano de homogeneizar o produto final. “Nosso objetivo é contar as histórias da maneira mais impactante possível. Não passamos tinta branca por cima de nada. Trocamos advogadas por prostitutas se isso deixar a trama mais aguda.” O padrão de qualidade é monitorado com o envolvimento da HBO em todo o processo. Rios afirma que as equipes criativas gostam de ter os executivos por perto. “Nos colocamos no lugar do espectador ideal, que viu ‘Game of Thrones’ [também produzida pelo canal] e vem com muita bagagem”. (Texto de Diego Bargas, no Jornal Bem Paraná).

MAIS UM PRESENTE

Na última sexta-feira, dia 30 de julho passado, fui agraciado com mais um presente raro e significativo. Desde logo agradeço a gentileza. Trata-se do livro de poesias “Nos Velhos Caminhos” (1963), de Serafim França, da Academia Paranaense de Letras (APL). Brindou-me o velho e bom amigo Carlos Alberto da Costa Guérios, emérito pesquisador da Imigração Árabe, em União da Vitória, Paraná. Anotação: Nascido a 17 de dezembro de 1888, em Curitiba, Paraná, e falecido no dia 14 de novembro de 1967, em Curitiba, Paraná, Serafim França era Advogado, Promotor Público, escritor, poeta, dramaturgo e jornalista.

“ELES JÁ FORAM”

No último sábado, dia 01, deparei no facebook com a postagem da capa do meu livro “Eles Já Foram” (1990), com os elogiosos dizeres do estimado e bom amigo Welliton Pietsch, mais conhecido como “Malé”:  “Presente de Um Grande Amigo”. O desenho daquela capa é da autoria do inesquecível amigo mestre Amadeu Bona, “o Pintor dos Pinheirais”. E o livro fala de alguns advogados e juízes que “mudaram-se para o andar de cima”. Mereceu o “Troféu do Centenário” de União da Vitória, Paraná.

Beira do Iguaçu, Julho de 2.017.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr.

Milho no Monjolo – 1º de Julho de 2017

EQUIVOCOU-SE

Está circulando no facebook um excelente vídeo publicitário sobre União da Vitória. Ressalta que, neste ano, foi escolhida como a 49ª melhor cidade para envelhecer no Brasil. Evidencia a sua pujança industrial, comercial e social. Mostra os seus pontos turísticos naturais e arquitetônicos e conta parte da sua história. Porém, num determinado trecho afirma que União da Vitória “foi palco de sangrentas batalhas da Guerra do Contestado”. Ora, ora, minha gente, o texto do vídeo equivocou-se nesta afirmativa. Isto porque União da Vitória foi apenas e unicamente sede do aquartelamento das tropas militares e do chamado “hospital de sangue” que ainda existe e está preservado em parte na Rua Sete de Setembro em Porto União, Santa Catarina. No entanto, a bem da verdade, União da Vitória nunca foi “palco” de batalhas e muito menos sangrentas.

“MOMENTO DA EDUCAÇÃO”

“A Patrulha Escolar” faz o assunto do programa “Momento da Educação”, que será apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, no próximo domingo, dia 02, às 11 horas, nos microfones da Rádio Difusora União, a antiga ZYD-3, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo“, o amigo e apresentador informa que os entrevistados serão o Cabo Gilberto Holowka e a Soldado Eliane Cristina Mattos, que falarão sobre a Patrulha Escolar e as atividades do Programa Educacional de Resistência às Drogas. Observação: Neste mesmo domingo, 02, às 15 horas, o Cabo Gilberto Holowka e a Soldado Eliane Cristina Mattos poderão ser assistidos e ouvidos, em entrevista sobre os mesmos assuntos, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná.

* * *

A ÚLTIMA – Pediram-me alguns dados a meu respeito. Aqui vai um breve perfil. Sou filho de Hollanda Balardini Muncinelli e de Cicero Muncinelli. Nasci em União da Vitória, Estado do Paraná, no dia 16 de junho de 1940. Sou formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Paraná (1965). Exerço a profissão de advogado há mais de 52 anos. Sou anotador da História Local e Regional, poeta e jornalista. Fui o idealizador e um dos fundadores do Centro de Letras “Dídio Augusto”, no ano de 1965, hoje desativado. Publiquei o livreto “Eles Já Foram” (1990), a revista “Apontamentos Históricos das Comarcas de Porto União – SC e de União da Vitória – PR” (1979, 1982 e 1991), et caetera. Participei com alguns poemas na Antologia do Vale do Iguaçu, 1ª edição, no ano de 1976, na Antologia Vale do Iguaçu, 2ª edição, no ano de 2010 e na Antologia Poesia, no ano de 2013. Possuo o Troféu Centenário de União da Vitória (1990) e a Medalha “Amigo da História” (2012), conferida pelo Programa “Nossa História”. Sou membro da Academia de Letras Vale do Iguaçu (2000) e do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná (2014). Assino a Coluna Milho no Monjolo, desde 11 de abril de 2003, neste Jornal O Comércio.

Beira do Iguaçu, Julho de 2.017.

Odilon Muncinelli – Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 27 de junho de 2017

REEDIÇÃO

A inesquecível professora e pesquisadora Lili Matzembacher publicou o seu livro “Monumentos e Marcos Históricos de Porto União e União da Vitória”, no ano de 1985. Foi o número 49 da Coleção Vale do Iguaçu. De lá para cá, passados 32 anos, outros monumentos e marcos foram criados e erigidos nas nossas cidades. Por isso, aquela magnífica obra merece uma reedição ampliada e atualizada.

OUTRAS REEDIÇÕES

A Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) pretende promover a reedição de dois livros sobre a História Local. São eles: “A Nau de São Sebastião” (Estante Paranista, 1978) do historiador Alvir Riesemberg  e “Accordo Paraná – Santa Catarina: O Contestado Diante das Carabinas” (1920) do historiador José Júlio Cleto da Silva. Ambos de inigualável valor histórico!

“AS BIBLIOTECAS EM MIM”

“Nasci em um pequeno município chamado Trombudo Central, aqui mesmo, no interior de Santa Catarina. Por alguma razão, minha cidade natal foi a capital estadual da mandioca e nunca ultrapassou seus dez mil habitantes (para sua sorte ou desgraça). Tampouco teve uma livraria, uma feira do livro ou uma grande biblioteca pública. Para quem morava em cidades sem livrarias, como eu, as bibliotecas (que também eram o Google da época) eram o contato com o mundo exterior. Estar numa biblioteca, mesmo que pequena, era estar no mundo. E eu passei minha adolescência naqueles mundos, o das bibliotecas públicas da minha região. / Primeiro, na Biblioteca Pública Presidente Getúlio Vargas, fundada por meu avô, no então distrito de Braço do Trombudo, onde morava (um vilarejo no interior de Trombudo Central). Depois, na Biblioteca Pública Municipal Cruz e Sousa, em Trombudo Central. E, por fim, no centro do universo: a Biblioteca Pública Municipal Nereu Ramos (criada em 21 de outubro de 1953) em Rio do Sul (maior cidade da região, a vinte e quatro quilômetros de distância de Trombudo Central). Lá, as prateleiras eram incontáveis e os volumes ocupavam dezenas e dezenas delas.(…). (Trecho inicial do texto “As Bibliotecas em Mim”, de Carlos Hebrique Schroeder, in Jornal Diário Catarinense).

DOIS PRESENTES

Na última sexta-feira, dia 23, fui agraciado com dois presentes significativos. Desde logo agradeço a gentileza. Trata-se de um DVD com o registro dos melhores momentos da comemoração do “Cinquentenário de Porto União” (1967). Brindou-me o velho e bom amigo Luiz Sérgio Buch, escritor e pesquisador. E ainda do livro “Êta Vida Besta, sô!…”, de Fernando Vasconcelos, nascido em Ponta Grossa, Paraná. Segundo volume das narrativas de Nhô Fela. Brindou-me o velho e bom amigo Carlos Alberto da Costa Guérios, emérito pesquisador da Imigração Árabe, em União da Vitória, Paraná.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada à inesquecível e honorável professora Astrogilda de Mattos, que, no último sábado, dia 24, teria completado 100 anos de idade, se viva fosse.

Beira do Iguaçu, Junho de 2.017.

Milho no Monjolo – 1.343 (Odilon Muncinelli – Membro da ALVI e do IHGPr)

Milho no Monjolo – 24 de Junho de 2017

LANÇAMENTO

Na última quarta-feira, dia 21, na Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), antiga FAFI de União da Vitória, Paraná, o Colegiado de Pedagogia promoveu o lançamento de três obras que faz parte (o lançamento) da Programação do XIII Encontro Pedagógico e X Simpósio de Educação, com a temática “Desenvolvimento Profissional Docente: Debates e Atividades Reflexivas”. São elas:1. “Metodologia da Pesquisa Científica em Educação: Dos Desafios Emergentes a Resultados Iminentes”, de Eliane Paganini da Silva e Sandra Salete de Camargo Silva. 2. “Formação Docente, Tendências, Debates e Práticas”, de Kelen dos Santos Junges, Valéria Aparecida Schena e Eliane Paganini da Silva. 3. “Colégio Santos Anjos Cotidiano Educativo e Missionário: Reflexo de uma Escola Alemã no Planalto Norte-Catarinense”, de Roseli Bilobran Klein

UMA OPINIÃO

“A Guerra do Contestado foi um conflito armado entre a população de posseiros e pequenos agricultores que viviam na divisa dos atuais estados do Paraná e Santa Catarina, e o exército brasileiro. A guerra teve ainda um importante conteúdo religioso, na forma de um líder messiânico, o Monge João Maria”..

“MOMENTO DA EDUCAÇÃO”

“A Importância da Família na Graduação Profissional” faz o assunto do programa “Momento da Educação”, que será apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, no próximo domingo, dia 25, às 11 horas, nos microfones da Rádio Difusora União, a antiga ZYD-3, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo“, o amigo e apresentador informa que o entrevistado será o médico ortopedista André Luís Sebben, que falará sobre a Importância da Família na Graduação Profissional. Observação: Neste mesmo domingo, dia 25, às 15 horas, o médico ortopedista André Luíz Sebben poderá ser assistido e ouvido, em entrevista sobre os mesmos assuntos, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná.

AVÓS COM VOZ

Na próxima quinta-feira, dia 29, às 19h e 30min. no Auditório da Secretaria Municipal de Educação de Porto União, Santa Catarina, ocorre a sexta edição do evento “Avós Com Voz”, numa promoção da Secretaria de Cultura e Turismo, em alusão aos Cem Anos de Porto União. Na ocasião, o casal Helga Beate Will Clementino da Silva e Erico Clementino da Silva, ela, violinista, ele alfaiate, falarão sobre os temas “Música e Costura”.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada à querida e honorável senhora Iracema Erzinger, mãe do velho e bom amigo Coronel Mario Renato Erzinger, atualmente, na reserva, que, na última segunda-feira, dia 19, “mudou-se para o andar de cima”, aos 83 anos de idade.

Beira do Iguaçu, Junho de 2.017.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr.

Milho no Monjolo – 20 de Junho de 2017

AGRADECIMENTO

Agradeço aos amigos e as amigas que lembraram do meu aniversário (pessoalmente, por telefone, e-mail e facebook) na última sexta-feira, dia 16. Prefiro não nominá-los para não esquecer nenhum deles. E bola pra frente que atrás vem gente! Destaque para o amigo e confrade Rubens Tarcísio da Luz Stelmachuk que parabenizou-me de viva voz com a canção “Feliz Aniversário”, de Heitor Villa-Lobos (Rio de Janeiro, 05-03-1887 / 17-11-1959). Diz a letra: Saudamos o grande dia / Que tu hoje comemoras / Seja a casa onde moras / A morada da alegria / O refúgio da ventura / Feliz Aniversário”, a melodia interpretada pelo Coral do Centro Educacional de Niterói, veio num vídeo. Agradeço.

CONCURSO DE POESIAS

Na semana passada, dia 16, a Secretaria Municipal de Educação de Porto União, Santa Catarina, divulgou as três poesias vencedoras no Concurso de Poesias sobre os Cem Anos de Porto União. Pela ordem, a poesia vencedora foi a poesia “Lembranças”, da aluna Diana Knapick, 9º ano, do Núcleo Educacional Jornalista Hermínio Milis; seguida da poesia “É Tempo de Festa”, da aluna Maria Júlia Doniak Melnisk, 7º ano, do Colégio São José e da poesia “Maria Fumaça”, do aluno Eric Jonathan Manrich, 9º ano do Núcleo Educacional Jornalista Hermínio Milis. Estas três poesias farão parte de um livro que reúne mais 30 poesias que obtiveram classificação como Menção Honrosa. Participaram as Unidades Escolares, municipais, estaduais e particulares: Núcleo Educacional Jornalista Hermínio Milis, Colégio São José, Colégio Santos Anjos, Núcleo Educacional João Fernando Sobral, Escola de Educação Básica Antônio Gonzaga, Núcleo Educacional Frei Deodato e Educação de Jovens e Adultos de Porto União.

UM POUCO DE AVENTURA

O casal de atores Max Fercondini e Amanda Richter, ela natural de Joinville, vem ao Estado de Santa Catarina, nesta semana para uma turnê de lançamento do livro América do Sul sobre Rodas. Max Fercondini e Amanda Richter, percorreram seis países no ano passado a bordo de um motor home em uma viagem que durou mais de 180 dias. No livro eles contam um pouco da aventura que rendeu ainda centenas de fotos e vídeos. Estão previstas sessões de autógrafos em Balneário Camboriú, Blumenau, Joinville e São José.

LIVROS

Ainda neste ano, a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) pretende realizar uma Sessão de Autógrafos para o lançamento de dois livros do acadêmico João Darcy Ruggeri, um da acadêmica Roseli Bilobran Klein e de outros autores.

Beira do Iguaçu, Junho de 2.017.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

 

 

Milho no Monjolo – 15 de Junho de 2017

OBRAS SOBRE NAVEGAÇÃO

O Museu Nacional do Mar, em São Francisco do Sul, no Norte Catarinense, agora conta com um acervo digital que reúne pelo menos 80 obras sobre navegação. O Portal Bancos do Brasil foi lançado na sexta-feira, dia 09, com todo o material da Biblioteca Kelvin, que fica nas dependências do Museu. O acervo do Portal inclui livros, plantas, cartas náuticas, manuscritos e até raridades do patrimônio naval. Entre os assuntos de alguns dos exemplares estão História naval, modelismo, pesca, folclore e descrição de viagens, segundo a Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Joinville. As pesquisas foram organizadas por critérios de comunidade e coleções, data do documento, autores, títulos e assuntos. (Fonte: Jornal Diário Catarinense).

NOVOS ACADÊMICOS

No último sábado, dia 10, em sua Sede na Estação União, a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) realizou a sua Reunião Mensal para a deliberação de vários assuntos e a aprovação de Novos Acadêmicos para o preenchimento de cinco vagas. Foram aprovados, o cronista Luiz Alberto de Araújo, a professora Marli Terezinha Andrucho Boldori, a psicóloga Maris Stela da Luz Stelmachuk e Thiago Daniel Sander. Uma vaga não preenchida fica para 2018. A posse dos Novos Acadêmicos ocorre no dia 22 de setembro próximo, no Auditório do Colégio Santos Anjos, em Porto União, Santa Catarina, por ocasião da Sessão Solene em homenagem aos Cem Anos de Porto União.

“MOMENTO DA EDUCAÇÃO” 1

“O Escritório da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos”, faz o assunto do programa “Momento da Educação”, que será apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, no próximo domingo, dia 18, às 11 horas, nos microfones da Rádio Difusora União, a antiga ZYD-3, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo“, o amigo e apresentador informa que o entrevistado será o sociólogo e apresentador de TV Ari Krüger dos Passos, mui digno Chefe do Escritório de Justiça, Trabalho e Direitos Humanos em União da Vitória, Paraná, que falará sobre o referido Escritório, sua finalidade e atividades. Observação: Neste mesmo domingo, dia 18, às 15 horas, o sociólogo e professor Ari Krüger dos Passos poderá ser assistido e ouvido, em entrevista sobre o mesmo assunto, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná.

“MOMENTO DA EDUCAÇÃO” 2

O velho amigo Ari Krüger dos Passos é sociólogo, professor, escritor, colunista, apresentador de TV (Programa “Falando Francamente”) e o primeiro Presidente da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), de Porto União, Santa Catarina. Nota: Ainda, neste ano, Ari Krüger dos Passos deve promover o lançamento do livro “Opinião” que reúne as suas crônicas e outros textos publicados no Jornal O Iguassú. Atualmente, ele é o Chefe do Escritório de Justiça e Direitos Humanos, em União da Vitória, Paraná.

 

Beira do Iguaçu, Junho de 2.017.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 13 de Junho de 2017

ALEX, A BIOGRAFIA

Já está nas livrarias o livro “Alex, A Biografia”, de Marcos Eduardo Neves. Sinopse do Livro: “Alex foi ídolo do Coritiba, do Palmeiras, do Cruzeiro e do Fenerbahce, da Turquia. É um dos craques que não jogaram uma Copa do Mundo. Uma razão é que competia com Ronaldinho, Rivaldo e Kaká, que se tornaram os melhores do mundo. Outra é que não compreenderam a grandiosidade de seu talento. Alex, diferentemente do jogador que estava sempre com a bola, tentando uma jogada, muitas vezes, errada e impossível, esperava o momento certo para brilhar, assim como os grandes pintores impressionistas iam para os campos abertos, à espera do brilho ideal da luz para fazer suas obras geniais. Alex era muito técnico, minimalista. Em poucos lances e com poucos movimentos, decidia a partida. Não tinha excessos nem firulas. Mesmo sendo um meia armador, de passes espetaculares, fez também muitos gols, mais de quatrocentos, muitos belíssimos, magistrais. Alex, dentro e fora de campo, foi um atleta inteligente, lúcido, que falava o que pensava e que pensava antes de fazer. É um dos líderes do Bom Senso FC, que luta para melhorar o futebol brasileiro. Alex é um dos grandes da história do futebol. O que a memória amou se tornou eterno”. (Adélia Prado).

LITERATURA COREANA

Narrativas do erudito Kim Si-seup em Contos da Tartaruga Dourada(Estação Liberdade, 176 páginas), que chega este mês às livrarias brasileiras, marcaram o nascimento da prosa de ficção na Coreia. Com tradução direta, notas e textos complementares de Yun Jung Im, o livro chega com uma verdadeira celebração: na última quinta-feira, dia 08, professores coreanos e brasileiros uniram-se para saudar a obra no “Simpósio de Literatura Coreana Clássica: Contos da Tartaruga Dourada, de Kim Si-seup” no Prédio de Letras da FFLCH, na Universidade de São Paulo.

UMA PENA!

Pois é, minha gente, o Monumento ao Tropeiro colocado na margem esquerda do Rio Iguaçu, nas proximidades do vau, continua em completo abandono. Uma pena!

LUTO

Na noite da última sexta-feira, dia 09, morreu em Caranduvas, São Paulo, o ator João Antônio Elias de Oliveira, conhecido como João Elias, aos 72 anos. O artista ficou conhecido por interpretar o personagem Salim Muchiba no programa de televisão “Escolinha do Professor Raimundo”, comandado por Chico Anysio. João Elias, que teve passagens pela Globo e pela Record, também era escritor e, no início da carreira, chegou a trabalhar em rádio. O ator deixa mulher, três filhos e três netos.

A ÚLTIMA

Em reverência à memória do jornalista Hermínio Milis, a Coluna de hoje é dedicada ao Jornal O Comércio que, no último domingo, dia 11, completou 86 anos de valiosa e profícua existência.

Beira do Iguaçu, Junho de 2017

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr