Milho no Monjolo

Odilon Muncinelli

Milho no Monjolo – 09 de Março de 2018

 

COMUNICADO

“Prezado Associado: Está aberto o prazo para o recebimento de Artigos para publicação no Boletim do IHGPR 2018. O prazo expira no dia 20 de abril. Leia com atenção, no Regimento Interno, as Normas para publicação. A entrega deverá ser efetivada na Secretaria do IHGPR, com a versão impressa e em pen drive, ou excepcionalmente (sobretudo aos associados correspondentes) via e-mail.   Ao dispor para maiores informações. Atenciosamente, Kallil Assad, Secretário – IHGPR”.  Adendo: Noutro setor, os associados Harto Viteck e Luiz Fernando Bizerril Tourinho já apresentaram as suas pesquisas.

 

SESSÃO SOLENE

No dia 27 próximo, no Auditório da Câmara Municipal de União da Vitória, Paraná, a Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) vai realizar uma Sessão Solene em homenagem aos 128 Anos de Emancipação Política e Administrativa do Município, em parceria com aquela Casa de Leis. Certamente, será uma noitada de muita história e cultura.

 

CONCURSO DE DESENHOS

A Secretaria Municipal da Cultura de União da Vitória, Paraná, em parceira com a Associação dos Artistas Plásticos do Vale do Iguaçu (AAPVI), vai realizar um Concurso de Desenho sobre o tema “Os 128 Anos de União da Vitória em Desenho” com a participação dos alunos das escolas das redes municipal, estadual e particular. Os participantes deverão utilizar apenas folhas de papel A4 e lápis de cor para a confecção dos desenhos.

 

LUTO

A Coluna de hoje é dedicada ao meu padrinho e velho amigo Rubens Tarcísio da Luz Stelmachuk, que, no fim da tarde da última sexta-feira, dia 02, “mudou-se para o andar de cima”, aos 73 anos de idade. Nascido em Porto União, Santa Catarina, ele era o segundo filho do inesquecível casal, dona Astréia e professor Pedro Stelmachuk. Possuía especialização em Economia pela Universidade Federal do Paraná (2003). Possuía experiência na área de Economia, com ênfase em Desenvolvimento Econômico. Foi Supervisor de Campo do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social. Era associado efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná (IHGPr). Nesta razão, ele proporcionou o meu ingresso naquele Centenário Sodalício, em 2014. Ademais, ele apresentou a sua pesquisa sobre a obra “Nhá Marica, Minha Avó, Um Estudo de Aculturação”, de autoria do renomado escritor Alvir Riesemberg, no quadro “Compartilhando”, de uma Sessão Plenária daquele mesmo Sodalício. Além disso, compartilhamos muito conhecimento cultural. Agora, rogo ao Senhor Nosso Pai e Nosso Guia que o receba e o tenha na Sua Santa Casa. Descanse em Paz! Sentidas condolências à sua companheira Marília, aos filhos e demais familiares!

 

A ÚLTIMA 

Cantado em prosa e em verso, o majestoso Rio Iguaçu está doente. No entanto, muita gente permanece inerte e omissa.

 

Beira do Iguaçu, Março de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

 

Milho no Monjolo – 06 de Março de 2018

OS MELHORES LIVROS DE 2017 

Vai adiante uma lista dos melhores livros do mercado editorial do Brasil no ano de 2017, segundo alguns críticos e repórteres de livros do Jornal  O Estado de S. Paulo; a saber: 1. “O Vendido”, de Paul Beatty (Todavia). 2 “Lima Barreto: Triste Visionário”, de Lilia Moritz Schwarcz (Companhia das Letras). 3. “Anjo Noturno”, de Sérgio Sant’Anna (Companhia das Letras). 4. “Angola Janga: Uma História de Palmares”, de Marcelo D’Salete (Veneta). 5 “Instrumental”, de James Rhodes (Rádio Londres). 6. “O Ruído do Tempo”, de Julian Barnes (Rocco). 7. “Aqui”. de Richard McGuire. (Quadrinhos na Cia.) 8. “Anos de Formação: Os Diários de Emilio Renzi”, de Ricardo Piglia (Todavia). 9. “Não Era Você Que Eu Esperava” de  Fabien Toulmé (Nemo). 10. “A Mãe de Todas as Perguntas”, de  Rebecca Solnit (Companhia das Letras). 11. Menção honrosa: a reedição de “Stella Manhattan”, de  Silviano Santiago (Companhia das Letras). 12. “Úrsula”,  de Maria Firmina dos Reis (Ed. PUC Minas). 13. “Kindred”, de Octavia Butler (Morro Branco). 14. “Borges Babilônico”, de  Jorge Schwartz. (Companhia das Letras). 15. “Os Despossuídos”, de Ursula K. Le Guin (Aleph). 16. “Moby Dick”, de Chabouté (Pipoca & Nanquim).

DOAÇÃO DE LIVROS 

Mais de 400 livros foram doados, no começo do mês passado, dia 02, pela Academia Paranaense de Letras (APL) para as Bibliotecas das Unidades Penais de todo o Estado do Paraná. Adendo: Caro(a) Leitor(a), colabore com o Projeto “Transportando Ideias” da Secretaria de Cultura de União da Vitória, Paraná. Uns, devolvendo os livros emprestados. Outros, doando livros para o Projeto.  

LANÇAMENTO

Hoje, dia 06, no Auditório do IHGPr ocorre o  lançamento do livro “Fragmentos do Passado”, do pesquisador Douglas Santos.  Sinopse da Obra: É um romance ambientado no tempo de Jesus Cristo, escrito através de impressões geradas pelas moedas da época citadas nos textos bíblicos e pelos artefatos arqueológicos da coleção pessoal do autor. Os artefatos guiam a história, auxiliam na narração e dão asas à imaginação do leitor, que se vê remetido à província da Judeia, acompanhando os passos de um casal de aristocratas romanos em fuga das perseguições políticas durante o reinado de Tibério, e ao mesmo tempo sendo testemunhas dos primeiros passos do Cristianismo. Durante a narrativa, o leitor terá contato com os costumes da época, em especial o dia-a-dia das pessoas que habitavam a região, que entrou em ebulição em um período marcado por uma grande transformação, na qual crenças antigas tornaram-se mitologia dando lugar a uma nova fé. Entre encontros e desencontros, perseguições e conversões, está Lucilla, personagem em que muitos podem encontrar uma identificação até nos dias de hoje. Contamos com vossa presença.

 

Beira do Iguaçu, Março de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHG Pr

Milho no Monjolo – 02 de Março de 2018

PRIMEIRO CONCURSO LITERÁRIO

A Editora da UFPR (Universidade Federal do Paraná) está lançando seu Primeiro Concurso Literário. O gênero literário escolhido foi poesia. As inscrições vão até dia 16 de abril próximo. O edital contendo as regras do Concurso está disponível no site da Instituição. O vencedor do Concurso terá seu livro publicado pela Editora UFPR. Além disso, a obra será lançada na XVI Feira do Livro da UFPR e na 37ª Semana Literária do SESC, que serão promovidas entre 17 e 22 de setembro vindouro. O Concurso tem abrangência nacional. A Comissão Julgadora será formada por especialistas em literatura, poesia e mercado editorial. O Diretor da Editora UFPR, Rodrigo Gonçalves, explica que o objetivo do concurso é incentivar a criação artística e literária, colocando novos autores em circulação. “Nós queremos mostrar o envolvimento que a editora possui com a cultura e, também, destacar novos talentos”, comenta.

COMUNICADO

“Prezado Associado Correspondente:  Afim de que a distância não afrouxe os laços que unem os senhores a este Sodalício, entendemos ser importante que os Associados residentes em Curitiba e os demais correspondentes, possam saber o que V. Sª está pesquisando, escrevendo, etc. Para tanto, todo aquele que tiver blog, site, textos avulsos e congêneres e queira compartilhar conosco, este e-mail está disponível para divulgar vossos trabalhos, voltados para a História e Geografia. Fraternal abraço, Kallil Assad, Secretario – Instituto Histórico e Geográfico do Paraná”.

 

PALESTRA

“A OAB-Porto União convida a todos para a palestra que acontecerá na próxima segunda-feira, dia 05, as 19:30h, no Auditório da Universidade do Contestado (UNC). Palestrante: Deputada Estadual Luciana Carminatti. Natural de Chapecó, SC, Luciana Carminatti é professora, mãe de três filhos. No início da carreira profissional, atuou como instrutora na Antiga FUCABEM, foi professora de alfabetização na rede municipal de ensino, secretária de educação e vereadora do Município.  Eleita deputada estadual em 2010 e reeleita em 2014, é autora de mais de 50 Projetos de Lei e atua em defesa da educação, das mulheres e em setores prioritários como saúde, segurança pública e agricultura familiar.  Presidente da Comissão de Educação, Cultura e Desporto. Coordenadora da Bancada Feminina da Assembleia Legislativa.  Membro da Comissão de Finanças e Tributação.  Membro da Comissão de Transportes e Desenvolvimento Urbano  Membro da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência.  Membro da Comissão de Prevenção e Combate às Drogas. Membro também da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar.   Presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Economia Solidária. Presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Defensoria Pública”.

 

A ÚLTIMA 

A coluna de hoje é dedicada ao advogado e velho amigo Marcelo Domicio Scaramella de Mello, que, na manhã da última terça-feira, dia 27, “mudou-se para o andar de cima”, aos 52 anos de idade. Rogo ao Senhor Nosso Pai e Nosso Guia que o receba e o tenha em Sua Santa Casa. Descanse em Paz! Minhas sinceras condolências aos seus familiares!

 

Beira do Iguaçu, Março de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

 

Milho no Monjolo – 27 de Fevereiro de 2018

 

OS DEZ MANDAMENTOS DO CHIMARRÃO 

1. Não peças açúcar no mate.

2. Não digas que o chimarrão é anti-higiênico.

3. Não digas que o mate está quente demais.

4. Não deixes um mate pela metade.

5. Não te envergonhes do “ronco” no fim do mate.

6. Não mexas na bomba.

7. Não alteres a ordem em que o mate é servido.

8. Não “durmas” com a cuia na mão.

9. Repreendas o dono da casa por tomar o primeiro mate.

10. Não digas que chimarrão dá câncer na garganta. (Fonte: Almanaque Tchê).

 

O MATE É BOM PARA A SAÚDE 

Tradição sul-americana desde tempos antigos e muito apreciada na região sul do Brasil, a infusão de erva-mate parece trazer mais benefícios para o corpo do que se imagina. De acordo com especialistas em nutrição, a erva é rica em antioxidantes que ajudam a melhorar o humor. Em outras palavras, isso significa que quem bebe mais chimarrão ou outros tipos de chá derivados do mate têm mais chances de se sentir feliz. E não só isso. Segundo um estudo publicado na revista especializada “Phytotherapy Research”, a erva também seria importante para prevenir outros males, como o diabetes, doença de Alzheimer, Parkinson e a síndrome metabólica, além de ser um ótimo estimulante do sistema nervoso. A ciência confirma!

 

NOVA DIRETORIA DA ALVI 

Na tarde da última quarta-feira, dia 21, em Reunião Extraordinária, os acadêmicos – professor Raulino Bortolini e engenheiro civil Roberto Domit de Oliveira foram eleitos por aclamação e assumiram a Presidência e a Vice-Presidência da ALVI, respectivamente, para o mandato 2018-2020, em substituição às acadêmicas Leni Trentim Gaspari e Márcia Marlene Stentzler que deixaram o cargo por razões de ordem particular. Nos demais cargos permanecem os mesmos acadêmicos, a saber: 1ª Secretária, Soeli Regina Lima. 2º Secretário, Dago Alfredo Woehl. 1ª Tesoureira, Marilúcia Flenik. 2ª Tesoureira, Maria Rosa Gaiovicz. Bibliotecária, Roseli Bilobran Klein. Cerimonial, Ivo Dolinski e Aluízio Witiuk. Coordenadora da Revista, Leni Trentim Gaspari.

 

SESSÕES SOLENES

A Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) prepara a programação de duas Sessões Solenes. Uma, a ser realizada no dia 27 de março próximo, em comemoração aos 128 Anos da Emancipação Política e Administrativa de União da Vitória, Paraná. Outra, a ser realizada no dia 30 de maio próximo, em comemoração aos 18 Anos de Fundação da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI). Na mesma ocasião, a ALVI confere a Comenda Pinhão do Vale, Medalha e Diploma, em sua 16ª edição, para duas personalidades ilustres. Uma, na área da literatura e da arte. Outra, na área social e comunitária. Anotação: A Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) foi instalada no dia 10 de novembro de 2000, com 28 (vinte e oito) associados fundadores.

Beira do Iguaçu, Fevereiro de 2.018

 Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr 

Milho no Monjolo – 23 de Fevereiro de 2018

ACADÊMICO HOMENAGEADO

 “Confrade Dr. Odilon Muncinelli; Nosso querido Confrade Dr. Odilon Muncinelli têm recebido inúmeras homenagens pela sua importante participação na cultura local, como membro atuante na vida pública e como cidadão exemplar. Enumeramos algumas carinhosas ações que a comunidade de Porto União vem lhe dedicando. No dia  03 de  setembro (2017) o Núcleo Educacional Infantil “Castelo Encantado”, durante o desfile cívico fez uma homenagem com uma faixa onde estava escrito: “Senhor Odilon Muncinelli, Muito obrigado por ter nos proporcionado  todos esses anos de História”. Também pode-se  admirar as crianças que em reconhecimento através dessa homenagem, carregaram os livros que o Dr. Odilon Muncinelli escreveu e algumas fotos dele e da família. Ao dia 11 de setembro (2017), o Dr. Odilon Muncinelli foi convidado pelo Exmo. Prefeito de Porto União, Elizeu Mibach, para plantar uma muda do Ipê Amarelo na Praça do Centenário Prefeito Victor Buch Filho, onde posteriormente será colocada uma placa com o nome do Confrade em uma honrosa homenagem. Na mesma ocasião, o Dr. Odilon Muncinelli recebeu o “Passaporte do Centenário”, que lhe atribuiu o título de “Embaixador de Porto União”. O confrade Ivo Dolinski em nota reconhece o Dr. Odilon Muncinelli e a Sr.a Aldair Muncinelli, como “O Casal  do Centenário de Porto União”. (Fonte: www.alvi.com.br). Adendo: Acrescente-se ainda as crônicas “Primeira Academia de Letras em Nossa Região” (às págonas 139-141) e “Reavivando Memórias e Contos Dr. Odilon Muncinelli” (às páginas 198-201) inseridas no livro “Nossas Informações – Antônio Budal”, de autoria do repórter e jornalista Antônio Budal. E outras referências.

 

LEMBRANÇAS I

Lembro, com tristeza e respeito, aqueles acadêmicos  e confrades que começaram a caminhada, porém de livre vontade não trilharam o caminho trilhado até aqui… Jayme Ayres da Silva, Michel Kobelinski, Sueli de Souza Pinto, Armindo José Longhi, Alcides Rodrigues de Almeida e Tânia Margaret Malschitzki Ruski.

LEMBRANÇAS II

Lembro, com reverência e saudade, aqueles  acadêmicos e confrades que durante a caminhada “mudaram-se para o andar de cima”… Alexandre Drabik (2004), Ghassoub Domit (2005), Helena Lima Klotz (2005), Yeda Cordeiro Ramires (2007), Neli de Oliveira Melo Sicuro (2010), Francisco Filipak (2010), Nelson Antônio Sicuro (2011), Willy Carlos Jung (20-16), Lili Matzembacher (2016) e Irene Rucisnki (2016).

A ÚLTIMA

Séria limitação dificulta o meu viver. Mesmo assim ainda posso ler e escrever, por mim e com o auxílio de outros olhos. Sou um privilegiado, Senhor! (Odilon Muncinelli).

Beira do Iguaçu, Fevereiro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 20 de Fevereiro de 2018

 

O OUTRO DOMICIO SCARAMELLA 

“Um didático professor apaixonado por ópera. A grande felicidade da vida de Domício Scaramella (1932-2017) era lecionar. Formado em três cursos diferentes de Ensino Superior (foi membro da primeira turma de Direito no Mackenzie e concluiu ainda Administração e Jornalismo), Domicio Scaramella atuou por 35 anos como Fiscal da Receita, mas era na sala de aula que se realizava. Ensinava Direito Tributário, sua especialidade. O que mais gostava, no entanto, era de dar aulas de Ética. O consenso entre seus alunos era que o professor, por dominar os temas dos quais tratava, fazia-se entender com facilidade. A abordagem didática, sempre com muitos exemplos em linguagem figurada, facilitava a apreensão dos conteúdos mais espinhosos. No período mais ativo, chegou a dar aulas em quase dez faculdades diferentes. Só se entristeceu ao ser dispensado da última delas, há cerca de quatro anos. Foi aí que realizou o sonho de ter a sua casa na praia em Peruíbe (SP), onde viveu nos últimos 18 anos com a mulher, Dinah. Em julho próximo, completariam 60 anos de casados, e planejavam uma viagem para a Itália como comemoração. Amante de óperas clássicas, tinha uma vasta coleção de vinis com o melhor de compositores como Giuseppe Verdi e Giacomo Puccini nas vozes de tenores como Enrico Caruso, Luciano Pavarotti e Plácido Domingo. Morreu por insuficiência respiratória em decorrência de um câncer no cérebro, no dia 15. Deixa a mulher, Dinah, o filho Domicio e a neta Sophia. Entre seus últimos desejos estava o de ser cremado e ter a sua morte noticiada em algum jornal”. (Texto de Paulo Gomes, publicado no dia 26 de janeiro de 2017, in coluna.obituario@grupofolha.com.br). Nota: Este texto foi enviado pela velha amiga e confreira Leni Trentim Gaspari, mui digna Presidente da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI).

 

A ÚLTIMA I 

A Coluna de hoje é dedicada à professora Viviani Poyer, que está debruçada na pesquisa e elaboração da sua Tese de Doutorado em História de Santa Catarina a respeito do tema “Os 17 de Felipe Schmidt”, que se refere à Guerra do Contestado, segundo informação do velho amigo e confrade Fernando Luís Tokarski. Nota: Este tema já foi abordado por este Colunista em anos passados.

A ÚLTIMA II 

Viviani Poyer é graduada em História pela Universidade do Estado de Santa Catarina (1996). Mestre em História pela Universidade Federal de Santa Catarina (2000). Foi professora da Educação Básica Municipal. em Florianópolis, Santa Catarina (2000-2001). Área de atuação e interesse: História, História de Santa Catarina, História da Educação. É autora de livros, materiais didáticos e instrucionais.

Beira do Iguaçu, Fevereiro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 16 de Fevereiro de 2018

“O CRIME DO IGUAÇU”

Sabe-se que a jornalista Mariana Honesko, atuante neste Jornal O Comércio, está debruçada na pesquisa a respeito do conhecido “Crime do Iguaçu” ocorrido num lupanar, um casarão nas proximidades do Rio Iguaçu, como local de moradia das mulheres, tidas e havidas como “da difícil vida fácil”… Conhecido popularmente como ZBM – ”zona do baixo meretrício”, localizada na “Xeringa”, no Bairro Santa Rosa. Assim, em 1948, aquele lupanar testemunhou “o Crime do Iguaçu,a Página Negra da História de Porto União”. Porquanto, ali, a menina Zilda Santos, com apenas 13 anos de idade, foi mantida em cativeiro, currada, seviciada, durante cerca de sete dias, e depois morta e jogada nas águas do Rio Iguaçu, por um bando de “homens” tidos como da alta sociedade. O corpo da menina foi encontrado lá pelas bandas da Ressaca, pelos tripulantes da lancha Santa Terezinha, que era do meu pai. O Diário de Bordo foi apresentado a quem de direito, apreendido… e depois  sumiu! Além disso, um bom médico perdeu a vida, no afã de salvá-la  daquele triste e lamentável  suplício. O seu corpo também apareceu nas águas do  Rio Iguaçu. O processo criminal foi instaurado. Mas deu em nada. O juiz foi ameaçado; O promotor, não ficou por menos. Mais tarde, a jornalista Lulu Augusto escreveu uma novela, que foi encenada nos microfones da Rádio Difusora União, com vários capítulos, ouvidos pela maioria dos moradores das Cidades Irmãs. Porém, não logrou apresentar o último capítulo… Pasmem, Senhores!… Por ordem judicial! Bem mais tarde, o processo criminal foi desarquivado e reativado por ação de um sobrinho do médico, mas igualmente deu em nada.

PATRIMÔNIO DOCUMENTAL

O Formulário Médico”, encontrado em uma arca da Igreja de São Francisco de Curitiba é atribuído aos jesuítas em 1703. A inscrição feita à mão abre o livro histórico encontrado no que hoje são as Ruínas de São Francisco, em Curitiba. Rodeadas por um passado que não permitiu que a Igreja de São Francisco de Paula fosse terminada, elas (as ruínas) foram a primeira casa que se tem notícia do livro que em 2017 entrou para o Programa Memória do Mundo, da UNESCO, ao ser considerado patrimônio documental da Humanidade...

 

A ÚLTIMA 

A Coluna de hoje é dedicada ao Reverendíssimo Dom Agenor Girardi, mui digno Bispo Diocesano da Diocese de União da Vitória, Paraná, que, na noite da última quinta-feira, dia 08, “mudou-se para o andar de cima”, aos 66 anos de idade. Nascido no dia 02 de fevereiro de 1952, em Orleans, Santa Catarina, Dom Agenor Girardi foi sepultado numa das criptas da Capela (ao lado direito do Altar) da Catedral Sagrado Coração de Jesus, em União da Vitória, Paraná.

Beira do Iguaçu, Fevereiro de 2.018

Odilon Muncinelli é membro da ALVI e IHGPr

Milho no Monjolo – 02 de Fevereiro de 2018

PRÊMIO PARANÁ DE LITERATURA 

A Biblioteca Pública do Paraná (BPP) divulgou no dia 04 de dezembro passado os títulos dos livros vencedores do Prêmio Paraná de Literatura 2017. Em sua quarta edição, o concurso da Secretaria da Cultura do Estado selecionou obras inéditas, de autores de todo o País, em três categorias que homenageiam figuras importantes da literatura paranaense. O júri apontou Setenta, de Henrique Schneider (RS), como o melhor romance (Prêmio Manoel Carlos Karam). A Bandeira de Cubade Marcelo Degrazia (RS), venceu a categoria contos (Prêmio Newton Sampaio). E Tempo de Dentro, de Sônia Barros (SP), foi o destaque entre as obras de poesia (Prêmio Helena Kolody). / Cada autor receberá R$ 30 mil e terá sua obra publicada pela Biblioteca Pública do Paraná, com tiragem de mil exemplares. A entrega oficial dos prêmios e o lançamento dos livros acontecem no primeiro semestre deste ano (2018), em um evento na BPP. No ano passado (2017), a Comissão Julgadora, formada por nove membros, avaliou 2.180 trabalhos inscritos gratuitamente pela Internet entre junho e agosto. Heloisa Jahn, Livia Deorsola e Luís Bueno foram os jurados da categoria romance. Marcelino Freire, Maria Amélia Mello e Aurora Bernardini escolheram o melhor livro de contos. Italo Moriconi, Marcelo Sandmann e Sérgio Alcides analisaram as obras de poesia. A Comissão Julgadora foi presidida por Rogério Pereira, Diretor da Biblioteca Pública do Paraná.  Rogério Pereira destaca o expressivo número de concorrentes nesta primeira edição com inscrições online.

 

TROPEIRISMO 

Já está nas livrarias o livro “Troperismo e Geodiversidade no Paraná”, de autoria de Antonio Liccardo, do Departamento de Geociências da Universidade Estadual de Ponta Grossa; e do geólogo Gil Francisco Piekarz, do Instituto de Terras, Cartografia e Geologia do Paraná.

 

CASA DE APOIO “AMOR FRATERNO” 

No último sábado, dia 27, ocorreu a inauguração da Casa de Apoio “Amor Fraterno”, em Porto União, Santa Catarina. Trata-se de uma casa de passagem destinada à assistência social e abrigo temporário de pacientes do Planalto Norte Catarinense e do Sul do Paraná (22 Municípios) que necessitam de tratamento na Unidade Oncológica do Hospital de Caridade São Braz. Na mesma ocasião, a professora Aldair W. Muncinelli foi lembrada como “Secretária de Honra” da Casa de Apoio, em placa comemorativa.

 

ÚLTIMA 

A Coluna de hoje é dedicada à advogada Jilia Diane Martins que realiza um oportuno estudo a respeito dos limites da liberdade de expressão e os crimes contra a honra nas redes sociais, a exemplo da calúnia, difamação e injúria, que exigem como prova uma ata notarial e outros meios.

 

Beira do Iguaçu, fevereiro de 2.018

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr

Milho no Monjolo – 29 de Dezembro de 2017

A NOTÍCIA E ALGUMAS MANIFESTAÇÕES

Entre os dias 28/11 a 07/12 estive internado na Associação de Proteção à Maternidade e à Infância (APMI) para a realização de uma Artroplastia Total do Quadril. Esse fato deu azo a algumas manifestações de alguns  amigos e amigas, entre elas:

“Está internado na Associação de Proteção à Maternidade e à Infância (APMI) de União da Vitória, após delicada cirurgia, o conhecido advogado Odilon Muncinelli, um dos decanos da classe em Porto União/União da Vitória. / Segundo sua esposa, professora Aldair, Secretária da Educação de Porto União, o Dr. Muncinelli reagiu bem a cirurgia e está em recuperação rápida na APMI. / Amigo de décadas, o advogado Odilon Muncinelli tem um extraordinário currículo como profissional da advocacia e cidadão voltado para atividades relevantes ligadas à memória e à história de nossas cidades e região. / É um dos mais dedicados e influentes membros da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (Alvi), mantendo no jornal O Comércio há décadas uma coluna, inicialmente ligada a assuntos jurídicos – ‘Lex Notas & Comentários’ –  e atualmente ‘Milho no Monjolo’, com assuntos relacionados às questões culturais e históricas. / Votos sinceros de rápida recuperação, amigo Muncinelli, pois milhares de horas temos pela frente para conversarmos”. (Do jornalista Ivo Dolinski).

“Odilon é um magnífico pilar de nossa sociedade que sustenta um exuberante guarda-sol de realizações, de revelações, de história, de ideias e de opiniões, sustentado pelo imenso lastro de amizades, de reconhecimentos e de gratidões. Não vai tombar muito cedo, pois sua ancestralidade, tomando como exemplo seu pai, Cícero, Odilon tem, só para alcançá-lo em longevidade, uma boa caminhada e poderá seguir muito adiante. (Do professor Nivaldo Antônio Oliskovicz).

“Desejo pronta recuperação e muita saúde para essa pessoa admirável! Deus o abençoe caro amigo Odilon Muncinelli! (Do artista plástico Ulysses Luís Antônio Teixeira).

“Este é o cara! Abraços!” (Do pesquisador Marcos Barão).

“Que tenha uma ótima e rápida recuperação. Esse Homem é fera”. (Do contador Paulo Roberto Albuquerque).

“Ao meu grande amigo solicitamos a Jesus as bênçãos como bálsamos curadores para que você seja curado e volte a nos alegrar com suas crônicas e como um dos verdadeiros protetores da História do nosso Vale do Iguaçu”; (Do professor Walmir França).

Beira do Iguaçu, Dezembro de 2.017.

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPR

Milho no Monjolo – 24 de novembro de 2017

LANÇAMENTO

Acaba de ser lançado o livro “Experiências Multidisciplinares na Iniciação à Docência Unespar”, de autoria da professora Márcia Marlene Stentzler, com o selo da Editora Kaygangue.  Nota:  Nascida em Itá, Santa Catarina, no dia 05 de fevereiro de 1965. Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Federal do Paraná e Mestrado em Educação pela Universidade Estadual de Ponta Grossa e Doutorado pela Universidade Federal do Paraná. É professora efetiva da Faculdade Estadual de Filosofia Ciências e Letras de União da Vitória, campus da Universidade Estadual do Paraná.  Em regime de Tempo Integral de Dedicação Exclusiva, atua no Curso de Pedagogia. Coordena o Núcleo de Catalogação e Pesquisas em História da Educação – NUCATHE, desenvolvendo pesquisas em história da educação regional. Desenvolve outras atividades de pesquisa e formação a docência na instituição e em outras instituições do País. Cursou o  doutorado em Educação na UFPR, na linha de pesquisa História e Historiografia da Educação, pesquisa sobre a educação na fronteira entre o Paraná/Santa Catarina, e a formação de professores neste espaço socioeducacional, entre 1928 e 1949.

CBN ENTREVISTA

“Nutrição” faz o assunto do programa CBN Entrevista que será apresentado no próximo sábado, dia 25, às 9 horas, nos microfones da CBN Vale do Iguaçu, antiga Rádio Difusora União, “a Pioneira do Vale”. Diretamente do “Pé do Morro da Cruz” para a Coluna “Milho no Monjolo“, o amigo e apresentador informa que o entrevistado será o professor e nutricionista Wagner Osório D’Almeida, que falará sobre Nutrição, Mitos e Verdades. Observação: Neste domingo, dia 26, às 15 horas, o nutricionista Wagner Osório D’Almeida poderá ser assistido e ouvido, em entrevista sobre o mesmo assunto, no Programa “Caminho da Universidade”, que é produzido e apresentado pelo professor Aluízio Witiuk, na TV Mill, a TV de União da Vitória, Paraná.

SESSÃO SOLENE

No dia 09 de dezembro próximo, às 10 horas, no Casarão Amarelo da Fazenda São Jorge, da Família Domit, em Irineópolis, Santa Catarina, ocorre uma Sessão Solene alusiva ao encerramento das atividades do ano de 2.017, numa promoção da Academia de Letras Vale do Iguaçu (ALVI), em parceria com a Academia de Letras do Brasil – ALB/Canoinhas, SC.  Confirmaram presença, representantes da Academia de Letras, Artes e Ciências de Guarapuava, da Academia Palmense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico de São Mateus do Sul e, provavelmente, da Academia Caçadorense de Letras e Artes.

A ÚLTIMA

A Coluna de hoje é dedicada ao advogado e velho amigo Francisco Lotério de Oliveira, que, na semana passada, gentilmente, brindou-me com o poema “Olhar – Tropeiro – Olhar”, de sua autoria, em homenagem ao tropeiro José Antônio Inácio Carvalho de Oliveiram seu bisavô,. Agradeço.

 

Beira do Iguaçu, Novembro  de 2.017

Odilon Muncinelli é Membro da ALVI e do IHGPr