Milho no Monjolo

Odilon Muncinelli

Sobre

Nasci em União da Vitória (PR), no dia 16 de junho de 1.940. Sou casado com a professora Aldair Wengerkiewicz Muncinelli. Pai do Gianfranco (Engenheiro Eletricista) e do Giorgio (Advogado). Avô do Enzo Luigi, do Cicero Domenico, do Pietro e da Sarah.

Aprendi as primeiras letras na Escola Isolada, com o professor José Fredolino Mayer, na localidade de Porto Almeida (PR). Realizei os dois primeiros anos do curso primário no Grupo Escolar de Porto Vitória (PR) e os dois últimos anos no Externato Santa Terezinha de União da Vitória (PR), hoje extinto. Realizei o curso ginasial no Ginásio São José, de Porto União (SC). Realizei os dois primeiros anos do curso científico no Colégio Estadual “Túlio de França”, de União da Vitória (PR), e, o último ano, no Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba (PR). Ainda realizei o curso de técnico em contabilidade na Escola Técnica de Comércio “De Plácido e Silva”, em Curitiba (PR), sendo o Orador da Turma Professor José Minini Neto. Sou advogado, graduadoem Ciências Jurídicase Sociais na Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná, há mais de quarenta e sete anos, ininterruptos e ainda em pleno exercício profissional.

Fui o idealizador e um dos fundadores do Centro de Letras “Dídio Augusto” (1965), hoje desativado. Sou acadêmico e fundador da Academia de Letras do Vale do Iguaçu (2000). Participei das coletâneas “Antologia do Vale do Iguaçu I” (1976) e da “Antologia do Vale do Iguaçu II” (2010). Publiquei o livreto “Apontamentos Históricos das Comarcas de União da Vitória – PR e de Porto União – SC” (com três edições 1979, 1982, 1991), o livro “Eles Já Foram” (1990) e o livreto “Clube Concórdia – Breves Apontamentos Históricos” (1992). No ano do Centenário da Comarca de União da Vitória, uma das mais antigas do Paraná, escrevi a crônica “A Comarca de União da Vitória – Breves Apontamentos Históricos” (2008), publicada no sitio do Tribunal de Justiça do Paraná, no Jornal O Iguassú e na Revista da Academia de Letras do Vale do Iguaçu, e, escrevi ainda a frase vencedora – “A nossa história faz pleno sentido, hoje, quando a Comarca de União da Vitória alcança cem anos de correta distribuição do direito e da justiça alavancada pela retidão e pela dignidade dos seus membros, homens e mulheres” (2008), publicada no Jornal O Comércio e registrada numa placa que se encontra colocada no Corredor de Entrada do Fórum Desembargador Francisco de Paula Xavier Filho. Ainda publiquei poesias, crônicas, prefácios, apresentações e discursos que se encontram em livros, jornais e revistas de União da Vitória e Porto União. E tenho a publicar os livros “Tropeiros, Tropas e Tropeadas: Meu Pai, O Velho Tropeiro”, “Pequenas Biografias”, “Meus Versos”, “Eles Continuam Indo” e “Eles Não Param de Ir”.

Enfim, já escrevi para os jornais A Folha (extinto) e Caiçara, para as revistas Perfil e Cênica. E, desde 23 de maio de 1970, sou assíduo colaborador do Jornal O Comércio, onde assinei durante 7 anos ininterruptos a Coluna “Lex – Notas e Comentários” (com assuntos jurídicos) e hoje assino a Coluna “Milho no Monjolo”, anotando os atos e os fatos da História Local e Regional, escrevendo pequenas biografias dos nossos escritores e das nossas personagens ilustres, artigos, crônicas e notícias sobre a história, a cultura e a educação, et caetera.

Pois é, minha gente, concluindo, eu digo e repito, com muito orgulho, que sou um legítimo caboclo nascido e criado na Beira do Iguaçu.

8 comentários sobre “Sobre

  1. Caro professor Odilon,
    sou um leitor assíduo de sua coluna, aprecio muito o que escreves. Sei da sua amizade como estimado amigo e escritor Enéas Athanázio, o qual também admiro muito.
    Aproveito o momento para agradecer pelas palavras a respeito do meu trabalho, sou um caboclo nascido e criado em Calmon SC, sempre gostei de histórias, e busquei com amigos resgatar estes momentos.Em agosto no dia 10, estaremos realizando o Fórum da Bacia Hidrográfica do Rio do Peixe, em setembro, realizaremos o lançamento dos 100 anos do Contestado.Convido para acessar meu noivo site e rádioweb, denominado; http://www.calmon.net, A VOZ DO CONTESTADO.Professor, continue resgatando e escrevendo a história regional, sempre a BEIRA DO IGUAÇU.
    Att.
    Jornalista Caboclo, João Batista (JB).

  2. PESQUISADOR QUER RESGATAR A HISTÓRIA DO FUTEBOL DAS GÊMEAS DO IGUAÇU

    Com o intuito de não deixar o tempo apagar a história do futebol amador das cidades de Porto União e União da Vitória, o Jornalista e estudante de História, Aristides Leo Pardo, 36, está buscando contato com pessoas que foram ligados ao futebol da cidade, pois seu trabalho de conclusão da Pós-Graduação em História na FAFI terá como tema o Ferroviário Esporte Clube e após a conclusão do mesmo, seu objetivo é editar o mesmo em forma de livro.
    Em um segundo momento, o pesquisador tem o projeto de englobar os principais clubes amadores das Gêmeas do Iguaçu, para que assim, uma rica história não se perca no tempo, deixando subsídios para que as novas gerações conheçam um pouco mais sobre seu passado e que novos pesquisadores aprimorem cada vez mais o tema, que ainda tem muito a oferecer.
    As maiores dificuldades encontrada por Aristides é o fato de ele ser natural da cidade do Rio de Janeiro, por isso o apelido de Karioca, sendo assim, seu pouco conhecimento sobre o tema estudado em âmbito local, e também, a falta de material publicado sobre o futebol das cidades focadas em seu trabalho, pois os materiais referentes a eles estão em posse de pessoas ligadas aos clubes, já que nenhuma das duas cidades possui um arquivo público ou um museu que funcione de maneira correta, com pessoas capacitadas na catalogação e preservação dos documentos, ficando assim, fontes históricas, espalhadas nas mãos de seus proprietários e descendentes.
    “A História do futebol aqui é riquíssima e pouco conhecida dos mais jovens, o Ferroviário conquistou a Taça Paraná em 1964, organizada pela Federação Paranaense e que é disputada até hoje, ou ainda o antigo estádio São Bernardo, destruído pela enchente de 83, ainda possui sua fachada em ruínas e as traves, precisamos resgatar esse glorioso passado”, conta Aristides.
    Karioca já está em constante contato com o presidente do Ferroviário Esporte Clube, Sr. Antônio Xavier Paes, que também dirige a Associação Amigos do Trem, que está ajudando no fornecimento de materiais para pesquisa e na busca de novas fontes e histórias.
    O Jornalista é autor do livro “No País do Futebol, Cidade sem Memória: A História Futebolística de Campos dos Goytacazes”, publicado em 2010, pela Agbook, no qual resgata a história do futebol na cidade interiorana de seu estado natal, fruto de uma pesquisa minuciosa de quatro anos.
    Se alguém puder contribuir com o trabalho de Aristides, seja com fotos, documentos ou histórias, poderá entrar em contato com o mesmo através dos telefones: (42) 9135 – 0631, (42) 9957 – 0770, pelo e.mail: tidejor@gmail.com, ou ainda, procurar no Departamento de História da FAFI, o Professor Ilton César Martins, orientador da pesquisa.

  3. Sou assídua leitora desta coluna que nada tem de insípido ao contrário é indispensável àqueles que desejam assimilar mais conhecimentos ou até mesmo comparar as épocas, sem portanto se digladiar com outros escritos, pois traz apenas o registro da verdade, validada na história, a qual busca sem tréguas para nos relatar.
    É um resgatador de nossa história, obtém sob árdua garimpagem vestígios do que ficou no passado, mas se faz presente através de sua rica coluna ” MILHO NO MONJOLO”.
    Acompanho o profícuo trabalho do amigo, Odilon Muncinelli sempre elaborando sérias pesquisas para o valoroso registro em sua coluna. Tudo é encantador, merecido e digno de se absorver, no entanto quando leio ” Tropeiros”, a minha lembrança me leva a buscar mais os escritos do nobre escritor.Há muito que registrar aqui sobre esta inigualável coluna, que é mais nada que uma – Ode a todos nós, carentes do saber de uma história maravilhosa que faz parte de nossas vidas.
    na história nada morre, pois existe o escritor que a salva para nós. Como dizia João Guimarães Rosa,
    Ao nascer um escritor, sua morte inexiste.” A gente não morre , fica encantado”.
    Odilon Muncinelli nos deixa encantados. Obrigada por tanto conhecimento dividido conosco!

  4. Sou fiel leitora da coluna “Milho no Monjolo”, do amigo Odilon Muncinelli. Na sua coluna do dia 28 de setembro, Odilon nos dá conhecimento sobre o Holocausto Brasileiro. Sinto-me distante, às vezes, do mundo, no qual vivo, pois desconhecia fatos de tamanha monstruosidade que aconteceu há bem pouco tempo, durante a maior parte do século XX, na cidade mineira de Barbacena. País,Brasil. É claro que se formos pesquisar e dar mais atenção, saberemos que ainda acontecem barbáries ao nosso redor.Eu estava muito indignada com a notícia que li sobre a empresa Lear (Honduras),
    a qual proíbe seus funcionários de irem ao banheiro, usam fraldas para não prejudicar o trabalho. Como pode acontecer tamanha humilhação, tanto horror, tanta tortura com o próprio semelhante? Enquanto, aqui em nosso país há fatos piores.
    Odilon, nos dá a sinopse da obra ” Holocausto Brasileiro”.Uma rica interessante aula de História. Triste,porém verdadeira.
    ” Deus me proteja de mim, e da maldade de gente boa e da bondade de gente ruim”.
    Obrigada, Odilon por tantos registros culturais.

  5. Como sempre, acompanho a coluna do amigo Odilon Muncinelli, que nos passa suas visões pessoais,interpretações,experiências de vida com riqueza cultural .Com seu perfil de escritor cria para nós, seus leitores oportunidades para saber, conhecer e discutirmos assuntos por ele registrados em sua coluna. Sobre o tema “biografias,” um assunto que tem gerado grande polêmica, pois há argumentos fortíssimos contra e a favor de biografias não autorizadas. Se fizermos uma avaliação sobre a necessidade de autorização, haverá com certeza a falta de liberdade de expressão. Há de se crer que sempre haverá a necessidade de o biógrafo saber distinguir o que é bom registrar para não denegrir a imagem do biografado, que com certeza não é o objetivo alvejado. Na minha opinião as biografias não têm o objetivo de insultar,mas conhecer mais sobre o biografado. As biografias podem até serem para muitos, inconvenientes, mas não deve jamais ser desonesta com os fatos registrados. Existem muitos assuntos que para os leitores são exposições inúteis, porém ao mesmo tempo há fatos que jamais poderão ser eliminados porque deixariam o contexto com lacunas.
    ” A liberdade para as biografias é, em suma, parte da liberdade de expressão”.
    ” (…)não é possível que a história do Brasil fique na mão de meia dúzia de cantores que não querem ver sua vida contada.”
    Ainda haverá muita discussão sobre o tema, com certeza.
    Obrigada, Odilon por tantas e importantes informações.

  6. Nas minhas leituras prediletas procuro sempre a coluna “Milho no Monjolo”, fico ansiosa aguardando a matéria do amigo Odilon.Trabalha escrevendo regularmente , o conteúdo rico e polêmico de três, das muitas ótimas matérias que podem ser lidas no jornal, do dia 02 de dezembro.Estive analisando o estilo do Odilon, lembra-me Luís Fernando Veríssimo , Arnaldo Jabor,às vezes eu o comparo com o colunista Janio de Freitas .Porém ,Odilon tem seu estilo próprio que é sua característica , escreve sobre qualquer tema o que tem aproximado seus textos de coluna, ao jornalismo literário, analisa com perspicácia e ousadia as questões que vai registrar para, nós, seus leitores.
    Odilon tem como objetivo trazer conteúdos relevantes e sempre de interesse de muitos.É um formador de opiniões, prima sempre pela ética , a qual não deixa sair de pauta, tem a mente saudável, mas inquieta ,pois quando percebe alguma noticia equivocada , como bom escritor que é , e pela verdade nos coloca as correções em sua coluna, faz isso, portanto sem melindrar o dono do registro errado. Odilon escreveu na coluna, do dia 02 de dezembro, sobre a minha escrita, pois eu, às vezes ,faço-me passar por escritora e, em meu blog citado por ele, tenho algumas crônicas que registram algumas das muitas memórias, da minha infância.Citei que Odilon percebe muitas informações que são registradas erroneamente e assim ficam., porém ele muito detalhista percebeu em entrevistas publicadas em jornais locais datas, nomes trocados fatos que fazem muita diferença para quem viveu a história.Eu conheci , presenciei através da minha vivência desde os três anos de idade( incompletos) na época, no “arrabalde”, (como diz Odilon) de Tócos.Tenho guardado alguns escritos sobre aquele tempo, moradores, a primeira parteira, o primeiro alfaiate,e outras lembranças, porém ainda estou aguardando a hora certa de registrá-las.
    “ As dificuldades são aço estrutural que entra na construção do caráter”.
    Carlos Drummond de Andrade.
    Amigo ,Odilon,
    Grande abraço e obrigada pela lembrança em registrar em sua nobre coluna a minha pessoa que ainda quer ser escritora…..

  7. Em sua culta coluna, Milho no Monjolo o nobre colunista Odilon Muncinelli registrou artigos espetaculares, um dos muitos é sobre a aprovação do Projeto Praça Capitão kirk. Onde também haverá uma réplica do avião , o qual fará parte do contexto. A praça será no Bairro Santa Rosa.
    Interessante saber sobre os projetos de Lei de 1920 e 1921. Quando o Conselho Municipal de Porto União decreta a permuta dos nomes da rua Dr. Hercílio Luz e Praça Mattos Costa, passando a primeira a denominar-se Rua Mattos Costa e a segunda Praça Hercílio Luz. Também é interessante saber que pelo projeto de Lei 38, de 1920 aconteceu um empréstimo para calçar e fazer ajardinamento de toda a Praça Hercílio Luz e melhoras das ruas das proximidades. Obs: Meus pais (falecidos) namoravam nos bancos desta Praça que na época era com um point para os jovens.
    Vale a pena conferir a crônica, sob o título ” Cristo e Políticos”, do inesquecível jornalista René Linhares Augusto. Está na coluna do dia 25 de outubro. Odilon transcreveu-a na íntegra.
    Na mesma coluna, tudo o que é mais importante ou tem grande relevância deixa -se para o registro final, sendo assim o nobre escritor e colunista , Odilon finalizou a sua coluna dedicando-a para Cássia Marília Alves da Silva Antoszczycyszyn, (todas as consoantes em um único sobrenome rsssssss), grande e amável líder espiritual. Desde que a conheci sempre recebo uma flor espiritual que ela traz consigo e distribui para todos sem distinção, possui um espírito bom. Cássia merece estar aqui sendo homenageada, pois é um pouco do que se pode oferecer a ela em troca de tanta bondade. Sua humildade, com certeza não a fará elevar seu ego, devido a esta nota na coluna Milho no Monjolo, mas a fará saber que a sua dedicação encontra os corações e faz ecos em outros. E assim somos abençoados. Grande abraço Cássia. Obrigada, amigo Odilon Muncinelli por tanto trabalho dedicado a nós , seus leitores.

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