Milho no Monjolo – 24 de Julho de 2020

LUTO – Na madrugada da última quarta-feira, dia 22, em Porto União Santa Catarina, morreu o ex-bancário, escritor e velho amigo Luiz Alberto de Araújo, aos 81 anos de idade. Nascido no dia 13 de novembro de 1938, em União da Vitória, Paraná, Luiz Alberto de Araújo frequentou o Jardim da Infância do Colégio Santos Anjos, do Externato Santa Terezinha e do Grupo Escolar “Professor Serapião”. Iniciou o Curso Primário no Grupo Escolar “Generoso Marques”, em Cambará, Paraná, e concluiu as duas últimas séries no Grupo Escolar “Balduíno Cardoso”, em Porto União, Santa Catarina. Fez o Curso Ginasial no Ginásio São José de Porto União, Santa Catarina, e o Ensino Médio no Internato Paranaense (Irmãos Maristas), no Colégio Estadual do Paraná, ambos em Curitiba, Paraná, e no Colégio Estadual “Túlio de França”, em União da Vitória, Paraná. Estudou Ciências Econômicas no Centro Universitário de União da Vitória (UNIUV), mas não concluiu a graduação. Aos 18 anos, em 1957, ingressou no Banco do Brasil, na antiga Agência de União da Vitória situada defronte ao Cine Luz, atualmente Cine Teatro Luz “José Cleto”. Na sequência, atuou em Curitiba e em quatro outras cidades do Paraná, na Chefia ou na Gerência. Em 1980, assumiu a Administração da Filial do Banco do Brasil em Toledo, Paraná. Além disso, em Toledo, foi Presidente da Ação Social São Vicente de Paulo, Instituição que atendia mais de 300 menores carentes e participou da Diretoria da Associação Comercial e Industrial e do Conselho Municipal de Cultura. Foi eleito Prefeito do Município de Toledo, Paraná, no período de 1989 – 1992. Já na produção literária, desde muito jovem, se dedicou como diletante, a escrever crônicas sobre fatos e personagens citadinos ou artigos e comentários de caráter político ou sobre educação, publicados em jornais locais – n’O Comércio, onde chegou, no início da década de 1960 a manter uma coluna semanal e, no Caiçara – e, esporadicamente, n’A Notícia de Joinville, Santa Catarina e na Gazeta Mercantil, nesse caso, escreveu sobre educação. Na Academia de Letras do Vale do Iguaçu (ALVI) ocupou a cadeira 33, cuja patronesse é a Professora Amasília – Amasília da Costa Pinto de Araújo (1885 – 1938). Na Academia de Cultura Precursora da Expressão (ACUPRE), ocupou outra cadeira cujo patrono é Irineo Thiago de Araújo. O seu corpo foi sepultado em Curitiba, Paraná. Sentidas condolências aos seus familiares. Que o Senhor, Nosso Pai e Nosso Guia, o receba e o tenha na Sua Santa Casa! Vá em Paz, meu caro amigo “Maracangalha”.

PÔ!EMA – “O lançamento do livro Pô!Ema estimula o contato com a poesia na infância. O Grupo Eranos Círculo de Arte incentiva crianças a se relacionarem com a poesia. O Eranos Círculo de Arte lança o livro ‘Pô!Ema: Poesia de Criança”, compilado de poemas que nasceram em mais de 80 apresentações da performance Pô!Ema – criação poética com crianças, que possibilita uma experiência interativa que mistura teatro, literatura e audiovisual. O lançamento do livro, estimulou o coletivo a inserir alunos das Escolas Valdemir de Souza e CEI Padre João Pivatto em suas performances, dessa vez em uma experiência virtual. Simultaneamente com a atividade, os pais estão sendo chamados nas Escolas para receber o livro Pô!Ema. Cerca de 340 volumes foram distribuídos. A obra pode ser adquirida pela Internet. A participação das crianças nas ações de lançamento é organizada através de um grupo no whatsapp, respeitando as medidas de distanciamento social, devido à pandemia. A primeira ação foi realizada com uma chamada de poesia por vídeo, e recebeu como resposta alunos declamando poemas, tirando foto com poesias, ou simplesmente enviando material poético por texto. Nas próximas semanas, outras atividades poéticas serão realizadas nesta dinâmica com as Escolas”. (Texto de Leo Coelho).

Beira do Iguaçu, Julho de 2.020