Milho no Monjolo – 14 de Dezembro de 2021

CANÇÃO “CIDADE AMIGA”
“1967, década de 60 do século passado, ano dos 50 anos de instalação do município catarinense de Porto União, instalado em 05 de setembro de 1917, após, em outubro de 1916, ser decidida a fixação dos limites dos Estados do Paraná e de Santa Catarina. Era o cinquentenário de Porto União em um período da nossa vida bem diferente da atual (resultado do célere progresso em todos os setores), quando ainda vivíamos a fase da economia impulsionada pelo ciclo madeireiro. Já se passaram mais de 53 anos, mas ainda temos, não somente em jornais (inclusive nos arquivos de O Comércio), fotos, reportagens e folhetos. Mas em nossas lembranças os inesquecíveis eventos que marcaram as comemorações dos 50 anos de instalação do município de Porto União. União da Vitória, município paranaense, através de sua população, também viveu a emoção do cinquentenário de Porto União, como foi em 1990 a festa do centenário de União da Vitória foi celebrada por Porto União. E, igualmente, em setembro de 2017, o centenário de Porto União. Mas esta coluna destinada a ‘Uma Visita ao Passado’ traz a primeira impressão do Hino do Cinquentenário de Porto União em 1967, com letra e música dos saudosos Yvonnich Furlani e Felício Domit. Era o Hino do Cinquentenário, mas que acabou consolidado como Hino Oficial pela própria população e oficializado anos mais tarde, na década de 80, através de Projeto de Emenda à Lei Orgânica de Porto União através de elogiável iniciativa da vereadora Aldair W. Muncinelli, atual Secretária Municipal de Educação de Porto União”. (Texto do jornalista e acadêmico Ivo Dolinski).

ESCREVE A LEITORA
“Bom dia!! Parabéns duas vezes pra Professora Leni!! Que grande emoção deve ser!! Obrigada pela coluna Professora, estou encaminhando pros meus contatos também!! Beijos pro casal amado. Izabel Calliari”, da Revista Magazine Contestado.

OS TRÊS LIVROS VENCEDORES
O Prêmio Oceanos 2021 divulgou seus vencedores na última quarta-feira, dia 08. O primeiro lugar ficou com o romance “O Plantador de Abóboras”, do escritor timorense Luís Cardoso, publicado em Portugal pela Editora Abysmo. O segundo lugar foi para o livro “O Ausente”, do escritor brasileiro Edimilson de Almeida Pereira, publicado no Brasil pela Relicário. E o terceiro lugar para a “O Osso do Meio”, do escritor português Gonçalo M. Tavares, publicada em Portugal pela Editora Relógio D’Água. Integram o júri a angolana Ana Paula Tavares, os brasileiros Itamar Vieira Junior, Julián Fuks, Maria Esther Maciel e Veronica Stigger e os portugueses António Guerreiro e Golgona Anghel. A conquista da premiação por um livro cujo autor é de Timor-Leste é um grande exemplo e muito honra o significado e os objetivos do Oceanos”, diz Eduardo Saron, Diretor do Itaú Cultural, em comunicado para a imprensa.

AGRADECIMENTO
Na manhã da última sexta-feira, dia 10, via Correios, a Biblioteca deste Colunista foi enriquecida com o livro “Altdeutschen – A História Que Não Foi Contada”, da jornalista, escritora e caríssima amiga Zélia Sell, em segunda edição revista e atualizada. Sensibilizados agradecemos a gentileza, com os votos de Bom Natal e Próspero Ano Novo.

Beira do Iguaçu, Dezembro de 2.021.
Odilon Muncinelli – ALVI, IHGPR e AJEBPR.